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A primeira agência de viagens à medida A primeira agência de viagens à medida

O que dizem os nossos clientes



A viagem superou as minhas expectativas. Os guias, os transfers, as visitas... foi tudo excelente! Desde o passeio as dunas de tarde foi muito agradável com um “sub down “ sempre muito bonito em África, ao passeio na manhã seguinte também as dunas mas integradas num parque natural. Paisagens lindas! Excelente passeio na Walvis Bay a ver uma fauna selvagem na baía como pelicanos, golfinhos, focas do Cabo, etc. De tarde outra vez dunas com a diferença de estarem junto ao mar! Paisagem única!!! Todos os locais onde estive têm todos algo maravilhoso: integração perfeita com a paisagem ou seja a arquitectura é linda! No entanto o wi fi é sempre mau ou péssimo por norma. Há quem diga que quem vem para aqui TEM que desligar do mundo. Adorei todo o planeamento e preparação da viagem, bem como toda a disponibilidade e simpatia por parte da equipa.

A viagem superou as minhas expectativas. Os guias, os transfers, as visitas... foi tudo excelente! Desde o passeio as dunas de tarde foi muito agradável com um “sub down “ sempre muito bonito em África, ao passeio na manhã seguinte também as dunas mas integradas num parque natural. Paisagens lindas! Excelente passeio na Walvis Bay a ver uma fauna selvagem na baía como pelicanos, golfinhos, focas do Cabo, etc. De tarde outra vez dunas com a diferença de estarem junto ao mar! Paisagem única!!! Todos os locais onde estive têm todos algo maravilhoso: integração perfeita com a paisagem ou seja a arquitectura é linda! No entanto o wi fi é sempre mau ou péssimo por norma. Há quem diga que quem vem para aqui TEM que desligar do mundo. Adorei todo o planeamento e preparação da viagem, bem como toda a disponibilidade e simpatia por parte da equipa.

O Japão é um mimo. Não é por acaso que é dos locais que mais povoam o imaginário dos viajantes. E que mais gente diz que gostaria de conhecer e visitar. É um destino verdadeiramente entre dois mundos. Um lugar em que o passado e o futuro se tocam. O ponto de encontro entre a tradição e a inovação. Entre a novela de costumes e de época, bucólica e familiar e a ficção científica mais bizarra e inacreditável. A abordagem ao Japão intimida, amedronta e assusta, porque à primeira vista e à distância, parece impenetrável e difícil. Mas assim que vamos avançando e ultrapassando etapas, os receios vão-se naturalmente dissipando. Tudo se revela surpreendente e não há dia em que não fiquemos de boca aberta com qualquer pequeno e extraordinário pormenor, novidade ou visão. É um admirável mundo novo. Muito à frente. Em que se preserva e valoriza o velho. Em que se acolhe e desenvolve o que é novo. E onde tudo convive de forma harmónica. Passando de imediato aos factos e aos conteúdos, é desde logo fortemente recomendável alugar no aeroporto um router com wi-fi portátil para estarmos sempre on line. Há várias empresas que prestam este serviço. Também se revelou muito ajuizada e valiosa a compra antecipada do bilhete/passe JR. Associada a esta compra é recomendável a reserva antecipada dos lugares para cada viagem. Os nossos guias foram sempre muito prestáveis e solícitos e trataram disso por nós. Os comboios de longa distância são muito cómodos e práticos. Os suburbanos são carruagens de metro de superfície, práticos e funcionais. O atendimento e a assistência institucional prestada a turistas e viajantes, nacionais e estrangeiros, funciona bem por todo o lado. Existem postos de turismo e de informação estrategicamente espalhados pelas estações de comboio, de metro e centros comerciais. E a sinalização é muito boa. Há sinalética em inglês onde ela é precisa. Um turista consegue orientar-se melhor no Japão que por exemplo em Portugal, onde não há quaisquer indicações em língua estrangeira. As pessoas, embora poucas consigam pronunciar mais que meia dúzia de palavras de inglês, estão sempre disponíveis para dar uma orientação mínima. Só temos que nos fazer entender por gestos precisos. E ter um mapa para recebermos direções. A vantagem de termos um(a) guia ou alguém localmente estabelecido é a de podermos ter acesso a estabelecimentos frequentados pelos locais, que geralmente são as melhores e mais seguras apostas e que não vêm nos roteiros. Relativamente ao nosso itinerário, as escolhas revelaram-se acertadas. Os hotéis são adequados e bem localizados, em zonas centrais: o de Osaka com vista para um amplo parque e para o castelo e muito perto de uma estação de metro e o de Kyoto em frente da central train station. A deslocação de táxi sempre que necessária (em alternativa ao metro) é confortável e acessível. Os táxis são modernos e automatizados (os choféres têm uniforme e luvas brancas e as portas abrem-se e fecham-se automaticamente). O facto de os choféres não falarem inglês não prejudica. Só temos de aprender a mostrar o destino num mapa japonês ou levar um cartão com a identificação do destino em japonês). O passeio a Koya-san é interessante e um bom começo e uma boa introdução à cultura e ao japanese way of life. O parque de Nara também é visita obrigatória. Muito bucólico e pastoral. O complexo de templos e jardins é um verdadeiro regalo (especialmente o Todaiji Temple e a pequena mata de bamboos. O castelo de Himeji é impressionante e um perfeito exemplo da arquitectura militar japonesa imperial. Em Kyoto deve-se ir ao Nishiki Market, ao bairro de Gion e a Pontocho Street (uma rua antiga, com casas tradicionais em madeira, que dá gosto percorrer e onde se pode sentir um pouco do Japão antigo e provar algumas especialidades locais). Em Kanazawa tem de se ver o bairros tradicionais de Higashi e de Nagamashi (onde se pode visitar uma ancient Samurai house). O Hotel Trusty é muito bom e bem situado. E sakuras por todo o lado. É incrível como umas simples cerejeiras podem merecer tanto interesse. E realmente merecem. O metro, que é a melhor forma de nos deslocarmos e transpor as enormes distâncias entre os diversos bairros (e evitar os custos das viagens de taxi que, como não pode deixar de ser, são proporcionais às distâncias percorridas), é muito intuitivo e fácil de utilizar (com o cuidado de evitar a hora de ponta na zona de Omotesando). Adquirir bilhetes nas máquinas automáticas também é muito fácil. Há sempre alguém disponível para prestar assistência, profissional ou não. Os preços dos bilhetes são acessíveis e as viagens confortáveis. Em Tokyo há cacifos por todo o lado para se deixarem as malas, mochilas, sacos e compras guardados enquanto se percorrem as ruas e os bares. Genial. Uma palavra de apreço para os nossos 2 guias que foram incansáveis e nos prestaram uma assistência preciosa, especialmente a Jessica, cujo apoio numa cidade tão grandiosa e potencialmente intimidante, foi importante. E para a V. assistência aí na TT. Obrigado.

O Japão é um mimo. Não é por acaso que é dos locais que mais povoam o imaginário dos viajantes. E que mais gente diz que gostaria de conhecer e visitar. É um destino verdadeiramente entre dois mundos. Um lugar em que o passado e o futuro se tocam. O ponto de encontro entre a tradição e a inovação. Entre a novela de costumes e de época, bucólica e familiar e a ficção científica mais bizarra e inacreditável. A abordagem ao Japão intimida, amedronta e assusta, porque à primeira vista e à distância, parece impenetrável e difícil. Mas assim que vamos avançando e ultrapassando etapas, os receios vão-se naturalmente dissipando. Tudo se revela surpreendente e não há dia em que não fiquemos de boca aberta com qualquer pequeno e extraordinário pormenor, novidade ou visão. É um admirável mundo novo. Muito à frente. Em que se preserva e valoriza o velho. Em que se acolhe e desenvolve o que é novo. E onde tudo convive de forma harmónica. Passando de imediato aos factos e aos conteúdos, é desde logo fortemente recomendável alugar no aeroporto um router com wi-fi portátil para estarmos sempre on line. Há várias empresas que prestam este serviço. Também se revelou muito ajuizada e valiosa a compra antecipada do bilhete/passe JR. Associada a esta compra é recomendável a reserva antecipada dos lugares para cada viagem. Os nossos guias foram sempre muito prestáveis e solícitos e trataram disso por nós. Os comboios de longa distância são muito cómodos e práticos. Os suburbanos são carruagens de metro de superfície, práticos e funcionais. O atendimento e a assistência institucional prestada a turistas e viajantes, nacionais e estrangeiros, funciona bem por todo o lado. Existem postos de turismo e de informação estrategicamente espalhados pelas estações de comboio, de metro e centros comerciais. E a sinalização é muito boa. Há sinalética em inglês onde ela é precisa. Um turista consegue orientar-se melhor no Japão que por exemplo em Portugal, onde não há quaisquer indicações em língua estrangeira. As pessoas, embora poucas consigam pronunciar mais que meia dúzia de palavras de inglês, estão sempre disponíveis para dar uma orientação mínima. Só temos que nos fazer entender por gestos precisos. E ter um mapa para recebermos direções. A vantagem de termos um(a) guia ou alguém localmente estabelecido é a de podermos ter acesso a estabelecimentos frequentados pelos locais, que geralmente são as melhores e mais seguras apostas e que não vêm nos roteiros. Relativamente ao nosso itinerário, as escolhas revelaram-se acertadas. Os hotéis são adequados e bem localizados, em zonas centrais: o de Osaka com vista para um amplo parque e para o castelo e muito perto de uma estação de metro e o de Kyoto em frente da central train station. A deslocação de táxi sempre que necessária (em alternativa ao metro) é confortável e acessível. Os táxis são modernos e automatizados (os choféres têm uniforme e luvas brancas e as portas abrem-se e fecham-se automaticamente). O facto de os choféres não falarem inglês não prejudica. Só temos de aprender a mostrar o destino num mapa japonês ou levar um cartão com a identificação do destino em japonês). O passeio a Koya-san é interessante e um bom começo e uma boa introdução à cultura e ao japanese way of life. O parque de Nara também é visita obrigatória. Muito bucólico e pastoral. O complexo de templos e jardins é um verdadeiro regalo (especialmente o Todaiji Temple e a pequena mata de bamboos. O castelo de Himeji é impressionante e um perfeito exemplo da arquitectura militar japonesa imperial. Em Kyoto deve-se ir ao Nishiki Market, ao bairro de Gion e a Pontocho Street (uma rua antiga, com casas tradicionais em madeira, que dá gosto percorrer e onde se pode sentir um pouco do Japão antigo e provar algumas especialidades locais). Em Kanazawa tem de se ver o bairros tradicionais de Higashi e de Nagamashi (onde se pode visitar uma ancient Samurai house). O Hotel Trusty é muito bom e bem situado. E sakuras por todo o lado. É incrível como umas simples cerejeiras podem merecer tanto interesse. E realmente merecem. O metro, que é a melhor forma de nos deslocarmos e transpor as enormes distâncias entre os diversos bairros (e evitar os custos das viagens de taxi que, como não pode deixar de ser, são proporcionais às distâncias percorridas), é muito intuitivo e fácil de utilizar (com o cuidado de evitar a hora de ponta na zona de Omotesando). Adquirir bilhetes nas máquinas automáticas também é muito fácil. Há sempre alguém disponível para prestar assistência, profissional ou não. Os preços dos bilhetes são acessíveis e as viagens confortáveis. Em Tokyo há cacifos por todo o lado para se deixarem as malas, mochilas, sacos e compras guardados enquanto se percorrem as ruas e os bares. Genial. Uma palavra de apreço para os nossos 2 guias que foram incansáveis e nos prestaram uma assistência preciosa, especialmente a Jessica, cujo apoio numa cidade tão grandiosa e potencialmente intimidante, foi importante. E para a V. assistência aí na TT. Obrigado.

Como definiria esta última viagem? Caminhadas em florestas espectaculares (florestas húmidas e selva), belas praias - principalmente, os corais -, aldeias coloridas, comida boa e pessoas acolhedoras e amigáveis. O país tem muito a oferecer, nomeadamente em termos de natureza, pois conta com uma enorme variedade de paisagens, flora e fauna - parece que Deus abençoou aquela terra! Foram apenas 9 dias explorando o país. Sempre com pressa para me deslocar entre as cidades (tive que apanhar 3 voos internos), caso contrário, não seria possível concluir o programa. Mas embora um pouco cansada, foi uma experiência gratificante. Do que mais me recordo? Definitivamente, os trilhos das caminhadas, ou seja, em Tayrona NP (o trilho Pueblito foi simplesmente incrível, além do calor e da descida através do trilho de rocha indígena, não apropriado para aqueles que sofrem de vertigens ... e um guia apropriado para sugerir o caminho descendente em vez do ascendente - provavelmente mais difícil -, Valle del Cócora e remar no manguezal da Isla del Sol (esses canais de alguma forma lembraram-me o San Antonio NP na Costa Rica). A comunhão com a natureza era óptima, enquanto caminhava pelos trilhos, ouvia os sons da selva e sentia o cheiro húmido vindo da terra e a brisa fresca do vento. - A cor das aldeias, nomeadamente Salento, Guatapé e Cartagena. O estilo colonial é, por si só, muito interessante, com as suas habituais varandas de madeira ao redor das casas, mas as cores com que são pintadas trazem alegria e vida aos arredores. - A comida era incrivelmente saborosa, com a mistura de ervas que os colombianos incluem na preparação. E o que dizer sobre o marisco do Caribe? Óptimo! - E os colombianos, sempre tão amigáveis, gentis, prestativos, felizes e cheios de vida! Vou voltar? Eu acho que sim!

Como definiria esta última viagem? Caminhadas em florestas espectaculares (florestas húmidas e selva), belas praias - principalmente, os corais -, aldeias coloridas, comida boa e pessoas acolhedoras e amigáveis. O país tem muito a oferecer, nomeadamente em termos de natureza, pois conta com uma enorme variedade de paisagens, flora e fauna - parece que Deus abençoou aquela terra! Foram apenas 9 dias explorando o país. Sempre com pressa para me deslocar entre as cidades (tive que apanhar 3 voos internos), caso contrário, não seria possível concluir o programa. Mas embora um pouco cansada, foi uma experiência gratificante. Do que mais me recordo? Definitivamente, os trilhos das caminhadas, ou seja, em Tayrona NP (o trilho Pueblito foi simplesmente incrível, além do calor e da descida através do trilho de rocha indígena, não apropriado para aqueles que sofrem de vertigens ... e um guia apropriado para sugerir o caminho descendente em vez do ascendente - provavelmente mais difícil -, Valle del Cócora e remar no manguezal da Isla del Sol (esses canais de alguma forma lembraram-me o San Antonio NP na Costa Rica). A comunhão com a natureza era óptima, enquanto caminhava pelos trilhos, ouvia os sons da selva e sentia o cheiro húmido vindo da terra e a brisa fresca do vento. - A cor das aldeias, nomeadamente Salento, Guatapé e Cartagena. O estilo colonial é, por si só, muito interessante, com as suas habituais varandas de madeira ao redor das casas, mas as cores com que são pintadas trazem alegria e vida aos arredores. - A comida era incrivelmente saborosa, com a mistura de ervas que os colombianos incluem na preparação. E o que dizer sobre o marisco do Caribe? Óptimo! - E os colombianos, sempre tão amigáveis, gentis, prestativos, felizes e cheios de vida! Vou voltar? Eu acho que sim!

A viagem, em geral, combina de forma equilibrada as visitas a cidades e vilas com os trajectos pelas montanhas. Os trajectos de autocarro foram de duração razoável. O percurso a partir de Basel faz sentido. A Alsácia é uma região muito bonita e interessante do ponto de vista cultural e com características muito próprias dada a sua historia de mutações sucessivas resultantes da sua localização. Colmar é muito bonito, merece uma visita guiada. A visita às vinhas e aldeias típicas foi um passeio interessante com vilas muito bonitas. A vertente das vinhas para nós portugueses é menos interessante pois temos cá coisas muito mais bonitas e de maior dimensão. De qualquer forma gostamos de visitar uma das caves onde são feitos os vinhos da região. No computo final foi um dia bastante positivo. Vosges é um programa que para uma manhã é insuficiente. As paisagens são lindíssimas e a guia era excelente o que trouxe aspectos positivos à manhã. Estrasburgo foi o ponto alto da viagem. A cidade é fantástica e cheia de vida e a guia foi brilhante. A visita a pé foi muito interessante e todos adoraram. O passeio de barco foi muito agradável e dá uma perspectiva diferente sobre a cidade. No dia de regresso ainda pudemos gastar as últimas horas a visitar mais alguns pontos de interesse como o museu de arte moderna ou subir à torre da catedral. Sem dúvida o ponto alto da viagem. A visita à Floresta Negra começou muito bem com a visita a Baden Baden. Uma cidade muito bonita e com muitos pontos de interesse. Mais uma vez a guia foi um factor importante para tornar esta visita um ponto muito positivo. O lago Mummelsee é bonito mas não tem um interesse de maior. A visita terminou na cidade de Offenburg que, embora seja bonita, talvez não justifique a viagem um pouco longa para lá chegar. Em relação aos transportes e às guias, tivemos a sorte de andar sempre com o mesmo motorista (Marcel) o que foi óptimo. Sempre pontual e sempre muito simpático. Todas as 3 guias foram impecáveis. A visita a pé em Estrasburgo foi brilhante e deu-nos uma explicação do relógio astronómico da catedral muito interessante. Estamos muito satisfeitos com os vossos serviços nos mais diversos aspectos e voltaremos a contactar-vos se organizarmos mais alguma viagem. Mais uma vez obrigado.

A viagem, em geral, combina de forma equilibrada as visitas a cidades e vilas com os trajectos pelas montanhas. Os trajectos de autocarro foram de duração razoável. O percurso a partir de Basel faz sentido. A Alsácia é uma região muito bonita e interessante do ponto de vista cultural e com características muito próprias dada a sua historia de mutações sucessivas resultantes da sua localização. Colmar é muito bonito, merece uma visita guiada. A visita às vinhas e aldeias típicas foi um passeio interessante com vilas muito bonitas. A vertente das vinhas para nós portugueses é menos interessante pois temos cá coisas muito mais bonitas e de maior dimensão. De qualquer forma gostamos de visitar uma das caves onde são feitos os vinhos da região. No computo final foi um dia bastante positivo. Vosges é um programa que para uma manhã é insuficiente. As paisagens são lindíssimas e a guia era excelente o que trouxe aspectos positivos à manhã. Estrasburgo foi o ponto alto da viagem. A cidade é fantástica e cheia de vida e a guia foi brilhante. A visita a pé foi muito interessante e todos adoraram. O passeio de barco foi muito agradável e dá uma perspectiva diferente sobre a cidade. No dia de regresso ainda pudemos gastar as últimas horas a visitar mais alguns pontos de interesse como o museu de arte moderna ou subir à torre da catedral. Sem dúvida o ponto alto da viagem. A visita à Floresta Negra começou muito bem com a visita a Baden Baden. Uma cidade muito bonita e com muitos pontos de interesse. Mais uma vez a guia foi um factor importante para tornar esta visita um ponto muito positivo. O lago Mummelsee é bonito mas não tem um interesse de maior. A visita terminou na cidade de Offenburg que, embora seja bonita, talvez não justifique a viagem um pouco longa para lá chegar. Em relação aos transportes e às guias, tivemos a sorte de andar sempre com o mesmo motorista (Marcel) o que foi óptimo. Sempre pontual e sempre muito simpático. Todas as 3 guias foram impecáveis. A visita a pé em Estrasburgo foi brilhante e deu-nos uma explicação do relógio astronómico da catedral muito interessante. Estamos muito satisfeitos com os vossos serviços nos mais diversos aspectos e voltaremos a contactar-vos se organizarmos mais alguma viagem. Mais uma vez obrigado.

De Colombo a Jaffna, a TravelTailors desenhou a nossa viagem que durou 22 dias. Estamos gratas à Travel Tailors. Percorremos esta pérola sempre com o entusiasmo na descoberta. Relevo o que mais me impressionou e que gostaria de conservar na memória. Um povo que espelha sorrisos genuínos, imagens de homens e mulheres de guarda sol/chuva, que lutam no seu dia a dia na melhoria das suas vidas; os mais novos que preparam o seu futuro. Gente que se respeita nas suas diversas crenças. Zonas pesqueiras, onde vimos pescadores solitários, mercados de peixes. Praias onde as palmeiras dançam numa festa de alegria. Estradas ladeadas de coqueiros, quedas de água. Estátuas de Budas (refiro a minha preferida- Aukana Budda. Magistral). A partilha de almoço em casa de família. Maravilhoso – Será que aprendi a cozinhar arroz? Galle (cidade, minha preferida), rodeamos o forte, respiramos o encontro com as suas gentes, ruas cheias de vida e ainda encontramos algumas memórias dos portugueses. Nanu Oya a Nuwara Eliya – Já na estação se sente a poesia que irá atravessar toda a viagem na visão das culturas do chá. O Hotel situava-se num lugar distante no tempo, na “cottage” inglesa. Dambulla - e Habarana – O Dambulla Rock Temple e as caves de pinturas e esculturas representam o fulgor religioso destas gentes, como da mestria dos seus antepassados. Impressionante. Kandy – centro espiritual e cultural do Sri Lanka. O grande lago, centra a cidade, rodeado da natureza prodigiosa. Assinalo o conjunto que engloba o Palácio Real. Nos arredores vimos ainda os Jardins de Paradenya (Jardim Botânico), lindíssimo. Parque de Minnerya - Adorei, os elefantes são os reis deste Parque Trincomalee Forte Frederick e zona pesqueira (peixe seco); Praia de Upuvelli – O Indico convida ao descanso - pena que esteja tão suja. Península de Jaffna - Quisemos conhecer o outro lado. Após guerra de décadas, onde os sinais são bem visíveis, esta gente renasce. Contornamos o Forte, visitamos os templos hindus. Os coqueiros estendem-se por todo o lado e reparamos nas vestes coloridas dos seus habitantes. Anuradhapura, a primeira capital do país, berço de uma civilização que nasceu cinco séculos A,C. Cristo que com Polonnaruwa, Mihintale, Sigirya e Dambulla , são as chamadas Cidades Antigas, Sigyria - antiga fortaleza e palácio construído no cimo duma rocha - Quem fuma, não merece subir – foi o meu caso. Todos estes lugares, causam espanto quando se depara com a perfeição em que todos os elementos rigorosamente pensados.

De Colombo a Jaffna, a TravelTailors desenhou a nossa viagem que durou 22 dias. Estamos gratas à Travel Tailors. Percorremos esta pérola sempre com o entusiasmo na descoberta. Relevo o que mais me impressionou e que gostaria de conservar na memória. Um povo que espelha sorrisos genuínos, imagens de homens e mulheres de guarda sol/chuva, que lutam no seu dia a dia na melhoria das suas vidas; os mais novos que preparam o seu futuro. Gente que se respeita nas suas diversas crenças. Zonas pesqueiras, onde vimos pescadores solitários, mercados de peixes. Praias onde as palmeiras dançam numa festa de alegria. Estradas ladeadas de coqueiros, quedas de água. Estátuas de Budas (refiro a minha preferida- Aukana Budda. Magistral). A partilha de almoço em casa de família. Maravilhoso – Será que aprendi a cozinhar arroz? Galle (cidade, minha preferida), rodeamos o forte, respiramos o encontro com as suas gentes, ruas cheias de vida e ainda encontramos algumas memórias dos portugueses. Nanu Oya a Nuwara Eliya – Já na estação se sente a poesia que irá atravessar toda a viagem na visão das culturas do chá. O Hotel situava-se num lugar distante no tempo, na “cottage” inglesa. Dambulla - e Habarana – O Dambulla Rock Temple e as caves de pinturas e esculturas representam o fulgor religioso destas gentes, como da mestria dos seus antepassados. Impressionante. Kandy – centro espiritual e cultural do Sri Lanka. O grande lago, centra a cidade, rodeado da natureza prodigiosa. Assinalo o conjunto que engloba o Palácio Real. Nos arredores vimos ainda os Jardins de Paradenya (Jardim Botânico), lindíssimo. Parque de Minnerya - Adorei, os elefantes são os reis deste Parque Trincomalee Forte Frederick e zona pesqueira (peixe seco); Praia de Upuvelli – O Indico convida ao descanso - pena que esteja tão suja. Península de Jaffna - Quisemos conhecer o outro lado. Após guerra de décadas, onde os sinais são bem visíveis, esta gente renasce. Contornamos o Forte, visitamos os templos hindus. Os coqueiros estendem-se por todo o lado e reparamos nas vestes coloridas dos seus habitantes. Anuradhapura, a primeira capital do país, berço de uma civilização que nasceu cinco séculos A,C. Cristo que com Polonnaruwa, Mihintale, Sigirya e Dambulla , são as chamadas Cidades Antigas, Sigyria - antiga fortaleza e palácio construído no cimo duma rocha - Quem fuma, não merece subir – foi o meu caso. Todos estes lugares, causam espanto quando se depara com a perfeição em que todos os elementos rigorosamente pensados.

A viagem foi um sonho. Adorei! Aliás, posso dizer: adorámos! Correu tudo muito bem. Não houve qualquer situação menos agradável, não houve atrasos, tudo muito bem organizado. Singapura: O hotel era óptimo, muito giro, numa óptima localização, com um bar/restaurante muito animado. O guia muito bem disposto e bom conversador. Siem Reap Hotel: óptimo, muito agradável, muito simpáticos e muito bem localizado. Guia: (Ra) tivemos alguma dificuldade em entender parte do que dizia, mas rapidamente percebemos que o inglés é um problema geral lá. Passeios: gostámos de todos e a cascata é um fecho de ouro! Hanoi Esta cidade é espectacular em termos de vida e rotinas locais. Gostámos muito. Hotel: adorámos. Muito bom (fizeram-nos upgrade para suite, o que foi maravilhoso) serviço, condições, simpatia. Muito bem localizado, íamos a pé para o centro. Guia: (David) muito simpático e bem informado Halong Bay: O passeio no barco foi espectacular. Indicaram-nos que a companhia utilizada é a melhor. De facto, tudo foi bom: a comida era óptima, e a equipa deles fantástica. Criaram um ambiente espectacular, muito animado. Esta é uma experiência que ninguém deve perder no Vietname. Hoi An: Adorável e imperdível Hotel: bom. Guia: (Bi) muito querida e simpática. Phu Quoc Foi a parte de relaxar :) Hotel muito bom. Can Tho A experiência do mercado flutuante vale a pena por ser tão única. Hotel: gostámos muito, só tivemos pena de não termos mais tempo para desfrutar. Muito bom, bonito e com pessoal simpático. Havia até um funcionário que falava um pouco de português/espanhol que aprendeu com os guias que conhece. Guia: (Dana) muito querida e com grande sentido de humor. Brincava bastante e tornava as conversas muito divertidas. Muito bom inglês. Além disto, foi incansável em ajudar-nos com a minha situação em particular (da procura de um medicamento). Ho Chi Minh Hotel: já um pouco antigo, bem localizado. Quem lá vai, tem de fazer a tour de Vespa. Foi espectacular. Levam-nos a sítios frequentados por locais e a andar naquela loucura de trânsito. Foi verdadeiramente inesquecível e o que fez a diferença nesta cidade. Os "motards" eram muito simpáticos, e o guia que acompanhou muito bem informado, óptimo inglês.

A viagem foi um sonho. Adorei! Aliás, posso dizer: adorámos! Correu tudo muito bem. Não houve qualquer situação menos agradável, não houve atrasos, tudo muito bem organizado. Singapura: O hotel era óptimo, muito giro, numa óptima localização, com um bar/restaurante muito animado. O guia muito bem disposto e bom conversador. Siem Reap Hotel: óptimo, muito agradável, muito simpáticos e muito bem localizado. Guia: (Ra) tivemos alguma dificuldade em entender parte do que dizia, mas rapidamente percebemos que o inglés é um problema geral lá. Passeios: gostámos de todos e a cascata é um fecho de ouro! Hanoi Esta cidade é espectacular em termos de vida e rotinas locais. Gostámos muito. Hotel: adorámos. Muito bom (fizeram-nos upgrade para suite, o que foi maravilhoso) serviço, condições, simpatia. Muito bem localizado, íamos a pé para o centro. Guia: (David) muito simpático e bem informado Halong Bay: O passeio no barco foi espectacular. Indicaram-nos que a companhia utilizada é a melhor. De facto, tudo foi bom: a comida era óptima, e a equipa deles fantástica. Criaram um ambiente espectacular, muito animado. Esta é uma experiência que ninguém deve perder no Vietname. Hoi An: Adorável e imperdível Hotel: bom. Guia: (Bi) muito querida e simpática. Phu Quoc Foi a parte de relaxar :) Hotel muito bom. Can Tho A experiência do mercado flutuante vale a pena por ser tão única. Hotel: gostámos muito, só tivemos pena de não termos mais tempo para desfrutar. Muito bom, bonito e com pessoal simpático. Havia até um funcionário que falava um pouco de português/espanhol que aprendeu com os guias que conhece. Guia: (Dana) muito querida e com grande sentido de humor. Brincava bastante e tornava as conversas muito divertidas. Muito bom inglês. Além disto, foi incansável em ajudar-nos com a minha situação em particular (da procura de um medicamento). Ho Chi Minh Hotel: já um pouco antigo, bem localizado. Quem lá vai, tem de fazer a tour de Vespa. Foi espectacular. Levam-nos a sítios frequentados por locais e a andar naquela loucura de trânsito. Foi verdadeiramente inesquecível e o que fez a diferença nesta cidade. Os "motards" eram muito simpáticos, e o guia que acompanhou muito bem informado, óptimo inglês.

Tanto em Cartagena, como na véspera do programa em San Blás fomos contactados pelos representantes locais por WhatsApp. Estes contactos são "simpáticos" para quem viaja, pois desde logo fica com a certeza que tem alguém "do outro lado do mundo" que vai atender às suas necessidades e que tudo vai correr bem. A sugestão seria tornar este tipo de contactos (para quem pretenda) mais sistemático... Foi muito agradável chegar a um destino e receber um contacto para confirmar todo o programa e com abertura para efectuar alguns ajustes de última hora que pretendêssemos. No nosso caso passou a sensação que a qualidade a que a TravelTailors nos habituou foi estendida aos seus parceiros locais :) - inclusivamente foi-nos solicitado igualmente que avaliássemos o seu desempenho.

Tanto em Cartagena, como na véspera do programa em San Blás fomos contactados pelos representantes locais por WhatsApp. Estes contactos são "simpáticos" para quem viaja, pois desde logo fica com a certeza que tem alguém "do outro lado do mundo" que vai atender às suas necessidades e que tudo vai correr bem. A sugestão seria tornar este tipo de contactos (para quem pretenda) mais sistemático... Foi muito agradável chegar a um destino e receber um contacto para confirmar todo o programa e com abertura para efectuar alguns ajustes de última hora que pretendêssemos. No nosso caso passou a sensação que a qualidade a que a TravelTailors nos habituou foi estendida aos seus parceiros locais :) - inclusivamente foi-nos solicitado igualmente que avaliássemos o seu desempenho.

Acho que a viagem por vocês delineada, foi muito bem conseguida. A ideia de sermos transportados para o primeiro hotel, de limousine, caiu muito bem! Os hotéis eram todos muito bem situados e confortáveis, ainda deu para aproveitar a cozinha. No percurso entre Swansea e Crasdle Mountain, deve ser referido (para os próximos que fizerem a viagem) um desvio a Lanceston, gostámos e comemos bem. Tarraleah (ainda na Tasmânia), ao início assustou (sem rede de telemóvel, nem internet) mas acabámos por passar um bom bocado! Palm Cove... Gostei do cruzeiro. O país... Adorámos! Por pouco não ficámos por lá... Melbourne e Sydney são fabulosos!!! A Great Ocean Road, merece ser feita com mais calma e tempo. Se calhar, cortava algum tempo na Tasmânia (para Melbourne por exemplo).

Acho que a viagem por vocês delineada, foi muito bem conseguida. A ideia de sermos transportados para o primeiro hotel, de limousine, caiu muito bem! Os hotéis eram todos muito bem situados e confortáveis, ainda deu para aproveitar a cozinha. No percurso entre Swansea e Crasdle Mountain, deve ser referido (para os próximos que fizerem a viagem) um desvio a Lanceston, gostámos e comemos bem. Tarraleah (ainda na Tasmânia), ao início assustou (sem rede de telemóvel, nem internet) mas acabámos por passar um bom bocado! Palm Cove... Gostei do cruzeiro. O país... Adorámos! Por pouco não ficámos por lá... Melbourne e Sydney são fabulosos!!! A Great Ocean Road, merece ser feita com mais calma e tempo. Se calhar, cortava algum tempo na Tasmânia (para Melbourne por exemplo).

Dubai e Maldivas foi uma viagem perfeita! Uma viagem de sonho! A documentação fornecida pela TravelTailors foi espectacular, o livrinho com toda a informação cultural de uma forma geral, moedas, fusos horários...foi uma óptima ajuda. Adorámos a disponibilidade, atenção e simpatia por parte da Dª Cristina Peleja desde o planeamento da nossa viagem até ao nosso regresso. As surpresas preparadas nos hotéis tanto no Dubai como nas Maldivas! Os e-mails com os check-in dos voos foi sem dúvida uma mais-valia. Em resumo o profissionalismo da Travel Tailors é espetacular, PARABÉNS! Começando pelo Dubai, a nossa primeira paragem. A cidade é bastante luxuosa, com os seus grandes edifícios majestosos e imponentes, é impressionante vermos o dinheiro que está ali aplicado e a ambição deles em fazer o melhor do mundo, independentemente do valor a gastar. Burj Khalifa é o símbolo da cidade, imperdível a visita o que mais nos surpreendeu nesse local foi o espetáculo de luzes na fonte do Dubai Mall e o próprio centro comercial- BRUTAL! O Dubai é um país de grandes contrastes entre o moderno e o tradicional árabe, temos pena de não ter tido mais tempo para conhecer melhor. Aconselho vivamente a visita. Segunda paragem Maldivas. As Maldivas corresponderam às nossas expectativas, o clima e as águas são maravilhosas. O que há a dizer “Um autêntico paraíso”. A ilha é lindíssima … Areia branca e fina que mais parecia farinha, com um mar azul e transparente como há poucos, peixes de todos os feitios e cores, raias, tubarões e corais. Excelente! Quanto ao Resort paisagens únicas, simplesmente espetacular, alojamento sempre limpo e os espaços envolventes sempre muito limpos e bem tratados, staff espetacular e muito simpático. Ficamos instalados num Water Vila com jacuzzi com acesso privado à água o que era ótimo, adormecer e acordar a ouvir o mar assim como poder assistir ao nascer e ao pôr-do-sol na plataforma do bungalow, já para não falar no estar a relaxar no jacuzzi a ver o pôr de sol… Simplesmente maravilhoso e momentos únicos. Obrigada Travel Tailors

Dubai e Maldivas foi uma viagem perfeita! Uma viagem de sonho! A documentação fornecida pela TravelTailors foi espectacular, o livrinho com toda a informação cultural de uma forma geral, moedas, fusos horários...foi uma óptima ajuda. Adorámos a disponibilidade, atenção e simpatia por parte da Dª Cristina Peleja desde o planeamento da nossa viagem até ao nosso regresso. As surpresas preparadas nos hotéis tanto no Dubai como nas Maldivas! Os e-mails com os check-in dos voos foi sem dúvida uma mais-valia. Em resumo o profissionalismo da Travel Tailors é espetacular, PARABÉNS! Começando pelo Dubai, a nossa primeira paragem. A cidade é bastante luxuosa, com os seus grandes edifícios majestosos e imponentes, é impressionante vermos o dinheiro que está ali aplicado e a ambição deles em fazer o melhor do mundo, independentemente do valor a gastar. Burj Khalifa é o símbolo da cidade, imperdível a visita o que mais nos surpreendeu nesse local foi o espetáculo de luzes na fonte do Dubai Mall e o próprio centro comercial- BRUTAL! O Dubai é um país de grandes contrastes entre o moderno e o tradicional árabe, temos pena de não ter tido mais tempo para conhecer melhor. Aconselho vivamente a visita. Segunda paragem Maldivas. As Maldivas corresponderam às nossas expectativas, o clima e as águas são maravilhosas. O que há a dizer “Um autêntico paraíso”. A ilha é lindíssima … Areia branca e fina que mais parecia farinha, com um mar azul e transparente como há poucos, peixes de todos os feitios e cores, raias, tubarões e corais. Excelente! Quanto ao Resort paisagens únicas, simplesmente espetacular, alojamento sempre limpo e os espaços envolventes sempre muito limpos e bem tratados, staff espetacular e muito simpático. Ficamos instalados num Water Vila com jacuzzi com acesso privado à água o que era ótimo, adormecer e acordar a ouvir o mar assim como poder assistir ao nascer e ao pôr-do-sol na plataforma do bungalow, já para não falar no estar a relaxar no jacuzzi a ver o pôr de sol… Simplesmente maravilhoso e momentos únicos. Obrigada Travel Tailors

Sobre o 1 dia, apenas um comentário: deslumbrante! Helicóptero fantástico, Parque das Aves super e Cataratas sublimes! Foi novamente um dia fantástico, com a ida a Argentina para ver bem de perto as cataratas. Uma vista maravilhosa. Foram 2 dias excelentes. Uma apreciação final sobre a Foz do Iguaçu- destino fantástico. Já em S. Paulo, no hotel Melia Paulista. Hotel muito bom mas staff apenas e só profissional, sem qualquer calor humano para hotel de 5 estrelas. No check out o recepcionista fazia 5 coisas ao mesmo tempo, nenhuma bem... um hotel que não sorri para os clientes, é um hotel sem vida por ótimo que seja de infraestrutura. Aviões e transfers tudo bem. Hotel no centro de S. Paulo, bom hotel. Ouvi falar que Diretor do Hotel Wish é português. Talvez por isso, nos pequenos almoços os empregados do Wish (e eram vários) apenas recolhiam louça suja quando se lembravam de recolher. Podiam servir café ou algo assim. Nada! De novo pormenores sem importância. Num hotel de 5 estrelas (ou em muitos deles) quando chegamos no quarto tem uma mensagem de boas vindas do Diretor- no Wish? Nada! De novo pormenores sem qualquer influência. Mas recomendo o Wish? Só se não houver outros de 4 estrelas com quartos livres e atendimento simpático. Aqui no Melia, há sorrisos que fazem toda a diferença. Impressões da visita à Bahia desde nossa chegada a 9 Outubro 1. Guia - Matheus Fernandes, muito bom, sempre prestável e pontual; bom conhecedor da história local aqui na Bahia bem como dos diversos monumentos; 2. Hotel - teve melhores dias; sendo Pestana esperava um pouco melhor; alguma degradação em pormenores que não esperava, como carpetes coçadas e tudo bastante antiquado; mas um bom hotel a cumprir mínimos olímpicos para 4 estrelas; staff atencioso; não tem serviço próprio de restaurante, sendo concessionado; qualidade deste restaurante é boa; 3. Tours - muito bom o da ida à Praia do Forte; local bem interessante com praias excelentes; no 2 dia a ida a Santo Amaro e a Cachoeira foi menos interessante, pese toda a boa vontade do Matheus a "vender" as cidades, pela sua história na independência do Brasil; hoje a volta da cidade de Salvador foi igualmente bem interessante; todas as refeições foram boas nos 3 dias!

Sobre o 1 dia, apenas um comentário: deslumbrante! Helicóptero fantástico, Parque das Aves super e Cataratas sublimes! Foi novamente um dia fantástico, com a ida a Argentina para ver bem de perto as cataratas. Uma vista maravilhosa. Foram 2 dias excelentes. Uma apreciação final sobre a Foz do Iguaçu- destino fantástico. Já em S. Paulo, no hotel Melia Paulista. Hotel muito bom mas staff apenas e só profissional, sem qualquer calor humano para hotel de 5 estrelas. No check out o recepcionista fazia 5 coisas ao mesmo tempo, nenhuma bem... um hotel que não sorri para os clientes, é um hotel sem vida por ótimo que seja de infraestrutura. Aviões e transfers tudo bem. Hotel no centro de S. Paulo, bom hotel. Ouvi falar que Diretor do Hotel Wish é português. Talvez por isso, nos pequenos almoços os empregados do Wish (e eram vários) apenas recolhiam louça suja quando se lembravam de recolher. Podiam servir café ou algo assim. Nada! De novo pormenores sem importância. Num hotel de 5 estrelas (ou em muitos deles) quando chegamos no quarto tem uma mensagem de boas vindas do Diretor- no Wish? Nada! De novo pormenores sem qualquer influência. Mas recomendo o Wish? Só se não houver outros de 4 estrelas com quartos livres e atendimento simpático. Aqui no Melia, há sorrisos que fazem toda a diferença. Impressões da visita à Bahia desde nossa chegada a 9 Outubro 1. Guia - Matheus Fernandes, muito bom, sempre prestável e pontual; bom conhecedor da história local aqui na Bahia bem como dos diversos monumentos; 2. Hotel - teve melhores dias; sendo Pestana esperava um pouco melhor; alguma degradação em pormenores que não esperava, como carpetes coçadas e tudo bastante antiquado; mas um bom hotel a cumprir mínimos olímpicos para 4 estrelas; staff atencioso; não tem serviço próprio de restaurante, sendo concessionado; qualidade deste restaurante é boa; 3. Tours - muito bom o da ida à Praia do Forte; local bem interessante com praias excelentes; no 2 dia a ida a Santo Amaro e a Cachoeira foi menos interessante, pese toda a boa vontade do Matheus a "vender" as cidades, pela sua história na independência do Brasil; hoje a volta da cidade de Salvador foi igualmente bem interessante; todas as refeições foram boas nos 3 dias!

Foi uma lua-de-mel perfeita. Obrigada! Como foi a primeira vez que viajámos para a Ásia tivemos um grande choque cultural, o que enriqueceu muito a nossa experiência. No Dubai o que mais nos surpreendeu foi o Burj Khalifa, o espectáculo de luzes na fonte do Dubai Mall, a temperatura da água do mar, a Grand Mosque em Abu Dhabi e o Emirates palace também em Abu Dhabi. Perto do nosso hotel havia um bar restaurante que gostamos muito: o 43 level no hotel "Four Points by Sheraton" oferece uma vista lindíssima sobre a cidade. O hotel também foi uma agradável surpresa com a oferta de um upgrade de quarto, com uma vista fenomenal. Em Lombok ficámos mesmo muito bem impressionados com o hotel, não só pelas infraestruturas mas também pela simpatia do staff e a comida EXCELENTE. Gostámos tanto que acabámos por querer jantar todos os dias no hotel e assim tivemos a oportunidade de experimentar quase todo o menu. Nas visitas que fizemos, o principal destaque vai para as praias e para o snorkelling nas Gili Islands (onde tivemos a oportunidade de nadar com tartarugas).

Foi uma lua-de-mel perfeita. Obrigada! Como foi a primeira vez que viajámos para a Ásia tivemos um grande choque cultural, o que enriqueceu muito a nossa experiência. No Dubai o que mais nos surpreendeu foi o Burj Khalifa, o espectáculo de luzes na fonte do Dubai Mall, a temperatura da água do mar, a Grand Mosque em Abu Dhabi e o Emirates palace também em Abu Dhabi. Perto do nosso hotel havia um bar restaurante que gostamos muito: o 43 level no hotel "Four Points by Sheraton" oferece uma vista lindíssima sobre a cidade. O hotel também foi uma agradável surpresa com a oferta de um upgrade de quarto, com uma vista fenomenal. Em Lombok ficámos mesmo muito bem impressionados com o hotel, não só pelas infraestruturas mas também pela simpatia do staff e a comida EXCELENTE. Gostámos tanto que acabámos por querer jantar todos os dias no hotel e assim tivemos a oportunidade de experimentar quase todo o menu. Nas visitas que fizemos, o principal destaque vai para as praias e para o snorkelling nas Gili Islands (onde tivemos a oportunidade de nadar com tartarugas).

Guatemala: what can I say? It’s complicated… for the best! Natureza: floresta subtropical, com imensas oportunidades de avistar fauna e flora. Há também a História Maia, da qual este país é o berço dessa civilização grandiosa. Parece que recuamos no tempo quando se caminha pela antiga capital do país; deixou de o ser na sequência do sismo por volta de 1750 que destruiu a cidade. Foi uma semana preenchida por uma viagem extremamente bem planeada pela TravelTailors! Superou, sem dúvida, as minhas expectativas. Repetiria as atividades, até os highlights inesperados, como a tempestade que encontrei, seguida de um sol abrasador; acordar com macacos uivadores e os sons das pequenas explosões do vulcão Pacaya - somos completamente atirados para a pequenez que o ser humano é em frente da grandiosa mãe natureza. Uma viagem sem dúvida compensadora!

Guatemala: what can I say? It’s complicated… for the best! Natureza: floresta subtropical, com imensas oportunidades de avistar fauna e flora. Há também a História Maia, da qual este país é o berço dessa civilização grandiosa. Parece que recuamos no tempo quando se caminha pela antiga capital do país; deixou de o ser na sequência do sismo por volta de 1750 que destruiu a cidade. Foi uma semana preenchida por uma viagem extremamente bem planeada pela TravelTailors! Superou, sem dúvida, as minhas expectativas. Repetiria as atividades, até os highlights inesperados, como a tempestade que encontrei, seguida de um sol abrasador; acordar com macacos uivadores e os sons das pequenas explosões do vulcão Pacaya - somos completamente atirados para a pequenez que o ser humano é em frente da grandiosa mãe natureza. Uma viagem sem dúvida compensadora!

A Ilha Grande é um paraíso na Terra para aqueles que adoram a Natureza. As praias são maravilhosas e a água é tão quente que se torna difícil querer sair de lá. A Mata Atlântica é absolutamente deslumbrante! O Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa, é a minha segunda cidade preferida (depois de Lisboa). As montanhas e as praias que rodeiam a cidade são inesquecíveis bem como as pessoas, a música e a comida. E sim, celebrar a passagem de ano no Brasil é uma experiência que se deve ter pelo menos uma vez na vida. A alegria nas ruas, os vestidos brancos, as cores do fogo de artifício vistos da praia em Copacabana e os rituais (a oferta de flores à rainha dos mares, Iemanjá) são, sem dúvida, inesquecíveis.

A Ilha Grande é um paraíso na Terra para aqueles que adoram a Natureza. As praias são maravilhosas e a água é tão quente que se torna difícil querer sair de lá. A Mata Atlântica é absolutamente deslumbrante! O Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa, é a minha segunda cidade preferida (depois de Lisboa). As montanhas e as praias que rodeiam a cidade são inesquecíveis bem como as pessoas, a música e a comida. E sim, celebrar a passagem de ano no Brasil é uma experiência que se deve ter pelo menos uma vez na vida. A alegria nas ruas, os vestidos brancos, as cores do fogo de artifício vistos da praia em Copacabana e os rituais (a oferta de flores à rainha dos mares, Iemanjá) são, sem dúvida, inesquecíveis.

It was a great trip and was very pleased that Paula stayed with us the whole time. Therefore I could enjoy myself knowing everything was in good hands. Choice of restaurants was great, all different and beautiful places. The program on Friday was very nice and we got a good idea of Portugal (and that in 1 day). The fado performance was great, everybody appreciated this and for a lot it was the first time! Hotel was very nice, clean, large rooms and very cosy sportsbar. Friendly personnel and flexible with opening hours sports bar. All details were taken care of, even during dinners. Good cooperation regarding departure times busses, communication via the flipchart and giving suggestions for nightlife. So, very very pleased with you Paula. You made our trip even nicer and we felt very taken care of! Even in the few days we spent in Lissabon besides attending the Websummit, I really feel like we got to see a lot of Lissabon and its surrounding. It felt like true luxury to get to sit down in a bus and get shown around and being dropped off at all these pretty locations. One of the highlights for me definitely was the tram tour and the walking tour through the city. I really had a good time!! I cannot think of any recommendations anymore. It was great, an A+! Paula is the best, by the way!!!

It was a great trip and was very pleased that Paula stayed with us the whole time. Therefore I could enjoy myself knowing everything was in good hands. Choice of restaurants was great, all different and beautiful places. The program on Friday was very nice and we got a good idea of Portugal (and that in 1 day). The fado performance was great, everybody appreciated this and for a lot it was the first time! Hotel was very nice, clean, large rooms and very cosy sportsbar. Friendly personnel and flexible with opening hours sports bar. All details were taken care of, even during dinners. Good cooperation regarding departure times busses, communication via the flipchart and giving suggestions for nightlife. So, very very pleased with you Paula. You made our trip even nicer and we felt very taken care of! Even in the few days we spent in Lissabon besides attending the Websummit, I really feel like we got to see a lot of Lissabon and its surrounding. It felt like true luxury to get to sit down in a bus and get shown around and being dropped off at all these pretty locations. One of the highlights for me definitely was the tram tour and the walking tour through the city. I really had a good time!! I cannot think of any recommendations anymore. It was great, an A+! Paula is the best, by the way!!!

Aqui vão breves notas da viagem, capítulo Japão. 1. Hotel Tóquio - muito bom e bem localizado; quarto espaçoso e muito confortável; 2. Guia Tóquio - muito profissional, simpática qb; fez boa companhia e tour muito interessante; 3. Viagem Tóquio para Kyoto - um risco ter de viajar sozinho mas apanhamos táxi para estação central Shimbawa e até percebemos onde partia o comboio (!) ou seja plataforma 23! Depois em Kyoto tudo muito bem explicado e chegamos vivos! 4. Hotel Kyoto - bom hotel, muito bem localizado; quartos confortáveis; mas gostei e voltaria aqui; 5. Guia Kyoto - super simpática, muito profissional; tour muito bom; Seguem breves notas sobre a estadia de que gostei imenso. 1. Hotel Hong Kong - muito cómodo, bom quarto, empregados com simpatia qb; recomendo; 2. Guia HKG - verdadeiramente 5 estrelas; muito fiável e recomendo vivamente trabalhar com ele no futuro; 3. Guia Macau - profissional, português de origem (Avô que foi para Macau em 1934), simpático qb, recomendo; 4. Visita HKG - muito interessante e creio ter ficado com boa percepção da cidade 5. Visita Macau - excelente programa e a visita ao Hotel Venetian deixa um tipo estarrecido; o Hotel Lisboa está "ultrapassado" tantos os novos hotéis; há agora explosão de hotéis e casinos, agora 46!

Aqui vão breves notas da viagem, capítulo Japão. 1. Hotel Tóquio - muito bom e bem localizado; quarto espaçoso e muito confortável; 2. Guia Tóquio - muito profissional, simpática qb; fez boa companhia e tour muito interessante; 3. Viagem Tóquio para Kyoto - um risco ter de viajar sozinho mas apanhamos táxi para estação central Shimbawa e até percebemos onde partia o comboio (!) ou seja plataforma 23! Depois em Kyoto tudo muito bem explicado e chegamos vivos! 4. Hotel Kyoto - bom hotel, muito bem localizado; quartos confortáveis; mas gostei e voltaria aqui; 5. Guia Kyoto - super simpática, muito profissional; tour muito bom; Seguem breves notas sobre a estadia de que gostei imenso. 1. Hotel Hong Kong - muito cómodo, bom quarto, empregados com simpatia qb; recomendo; 2. Guia HKG - verdadeiramente 5 estrelas; muito fiável e recomendo vivamente trabalhar com ele no futuro; 3. Guia Macau - profissional, português de origem (Avô que foi para Macau em 1934), simpático qb, recomendo; 4. Visita HKG - muito interessante e creio ter ficado com boa percepção da cidade 5. Visita Macau - excelente programa e a visita ao Hotel Venetian deixa um tipo estarrecido; o Hotel Lisboa está "ultrapassado" tantos os novos hotéis; há agora explosão de hotéis e casinos, agora 46!

A viagem superou as minhas expectativas! Voltei a Berlim 25 anos depois de lá ter ido pela primeira vez. Em 1991, em vez de uma, encontrei três cidades. A Ocidental, com muito dinheiro mas sem graça. A Oriental que era linda, mas onde visivelmente tinha faltado o dinheiro para a manutenção. E, por fim, uma cidade recentemente libertada mas ainda dividida e profundamente traumatizada. Agora, 25 anos depois, há uma cidade, em paz consigo mesma. Uma cidade onde uma nova geração é capaz de prestar homenagem às vítimas dos seus erros e ao mesmo tempo fazer dos seus traumas um folclore bem disposto. Sem as sugestões da TravelTailors para uma viagem tão curta dificilmente teria podido ficar com uma ideia tão completa da cidade. No que depender de mim, voltarei certamente.

A viagem superou as minhas expectativas! Voltei a Berlim 25 anos depois de lá ter ido pela primeira vez. Em 1991, em vez de uma, encontrei três cidades. A Ocidental, com muito dinheiro mas sem graça. A Oriental que era linda, mas onde visivelmente tinha faltado o dinheiro para a manutenção. E, por fim, uma cidade recentemente libertada mas ainda dividida e profundamente traumatizada. Agora, 25 anos depois, há uma cidade, em paz consigo mesma. Uma cidade onde uma nova geração é capaz de prestar homenagem às vítimas dos seus erros e ao mesmo tempo fazer dos seus traumas um folclore bem disposto. Sem as sugestões da TravelTailors para uma viagem tão curta dificilmente teria podido ficar com uma ideia tão completa da cidade. No que depender de mim, voltarei certamente.

As melhores memórias: 1. O encontro com a Lisete para apresentação dos detalhes da viagem; 2. Os e-mails com os check-in dos voos; 3. O bolo surpresa da Emirates (lua-de-mel); 4. O ar-condicionado no hotel do Dubai, mesmo tendo chegado já de madrugada :) 5. Os "big & bolds" by TravelTailors relativamente aos imperdíveis no Dubai; 6. O hidro-avião nas Maldivas; 7. O grande profissionalismo do staff do resort das Maldivas; 8. As Maldivas... speechless :); 9. O pit stop em Malé antes do regresso ao Dubai e a Lisboa. O profissionalismo da Travel Tailors deixa uma marca "intangível" nos viajantes pois sabemos que, ao viajar convosco, estamos "sob-vigilância" 24/7. Férias gozadas com esta segurança, de ter alguém à distância de um email ou de um telefonema, é priceless! Associar uma cara ao operador, sentir a vossa proximidade e o vosso contributo na marcação das férias, testemunhar a vossa preocupação quase familiar no decurso da viagem é o que mais vos distingue e isola no mercado. Continuem assim! ;)

As melhores memórias: 1. O encontro com a Lisete para apresentação dos detalhes da viagem; 2. Os e-mails com os check-in dos voos; 3. O bolo surpresa da Emirates (lua-de-mel); 4. O ar-condicionado no hotel do Dubai, mesmo tendo chegado já de madrugada :) 5. Os "big & bolds" by TravelTailors relativamente aos imperdíveis no Dubai; 6. O hidro-avião nas Maldivas; 7. O grande profissionalismo do staff do resort das Maldivas; 8. As Maldivas... speechless :); 9. O pit stop em Malé antes do regresso ao Dubai e a Lisboa. O profissionalismo da Travel Tailors deixa uma marca "intangível" nos viajantes pois sabemos que, ao viajar convosco, estamos "sob-vigilância" 24/7. Férias gozadas com esta segurança, de ter alguém à distância de um email ou de um telefonema, é priceless! Associar uma cara ao operador, sentir a vossa proximidade e o vosso contributo na marcação das férias, testemunhar a vossa preocupação quase familiar no decurso da viagem é o que mais vos distingue e isola no mercado. Continuem assim! ;)

Dominica: a Ilha Natureza das Caraíbas, com certeza!! Adorei esta ilha com toda a sua beleza natural: as florestas tropicais - imaculadas e belas - os pequenos rios - 365 rios na ilha (1 por cada dia do ano) - as cascatas, as fumarolas, as piscinas de lama e fontes termais, a água a ferver no mar em Champagne Bay... Uau, o que posso dizer face a paisagens tão majestosas? Simplesmente amei esta ilha! De alguma forma a paisagem relembra a Costa Rica, mas mais selvagem: ao caminhar encontramos apenas alguns companheiros no percurso e é tão pacífico! Abrimos os braços, sentimos a brisa e ouvimos apenas o vento (e a chuva) que vem dos ramos das árvores, o chilrear dos pássaros e, às vezes, o som de um pequeno rio ou cascata que corre pelas rocha, e o cheiro da floresta, misturado com enxofre. E é tão maravilhoso! O que gostei mais nesta viagem? A quietude e a beleza deste lugar. Como li em algum lado, "Passamos os dias a tentar ser grandes. No meio do nada, no entanto, podemos render-nos à pequenez novamente e, percebemos onde encaixamos na paisagem. Onde nada há, é onde mais aprendemos. A TravelTailors é uma excelente agência de viagens! Continuem!!

Dominica: a Ilha Natureza das Caraíbas, com certeza!! Adorei esta ilha com toda a sua beleza natural: as florestas tropicais - imaculadas e belas - os pequenos rios - 365 rios na ilha (1 por cada dia do ano) - as cascatas, as fumarolas, as piscinas de lama e fontes termais, a água a ferver no mar em Champagne Bay... Uau, o que posso dizer face a paisagens tão majestosas? Simplesmente amei esta ilha! De alguma forma a paisagem relembra a Costa Rica, mas mais selvagem: ao caminhar encontramos apenas alguns companheiros no percurso e é tão pacífico! Abrimos os braços, sentimos a brisa e ouvimos apenas o vento (e a chuva) que vem dos ramos das árvores, o chilrear dos pássaros e, às vezes, o som de um pequeno rio ou cascata que corre pelas rocha, e o cheiro da floresta, misturado com enxofre. E é tão maravilhoso! O que gostei mais nesta viagem? A quietude e a beleza deste lugar. Como li em algum lado, "Passamos os dias a tentar ser grandes. No meio do nada, no entanto, podemos render-nos à pequenez novamente e, percebemos onde encaixamos na paisagem. Onde nada há, é onde mais aprendemos. A TravelTailors é uma excelente agência de viagens! Continuem!!

Começando pelo Dubai, a nossa primeira paragem, tenho de confessar que o hotel em que ficamos era fantástico, para não falar do pequeno-almoço, com muita variedade. Era magnífico! A cidade é bastante luxuosa, com os seus grandes edifícios majestosos e imponentes, cada um mais que o outro. Aconselho vivamente a visita ao souk das especiarias, é bastante engraçado. E o dos têxteis, no outro lado da margem, é imperdível. Nunca me vou esquecer da fantástica visita ao deserto! Aquele passeio de jipe de pura adrenalina, pelo meio do deserto a desenhar as dunas. Foi divertidíssimo. O Burj Khalifa é o símbolo da cidade, representa tudo aquilo que podemos pensar da nova Dubai. É impressionante compreender os rios de dinheiro ali aplicados e a ambição em fazer o melhor do mundo, independentemente do custo que isso acarrete. As Maldivas corresponderam às nossas expectativas, o clima e as águas são divinais. A praia era magnífica, com um azul e transparência com há poucas, com areia fina que parecia farinha e muito, muito tranquila. Um autêntico paraíso . Os corais são estupendos, a poucos metros da praia, cheios de peixes e vida de todas as cores! Tartarugas, raias e tubarões! É delicioso. Era óptimo acordar e poder sentir e ouvir a calma do mar assim como assistir ao pôr-do-sol no recato da plataforma do bungalow. As Maldivas são o melhor destino de praia do mundo! Dificilmente igualável ou superável! A ilha, o céu, a temperatura, os coqueiros, a areia branca, a água azul límpida. É tudo fantástico!!

Começando pelo Dubai, a nossa primeira paragem, tenho de confessar que o hotel em que ficamos era fantástico, para não falar do pequeno-almoço, com muita variedade. Era magnífico! A cidade é bastante luxuosa, com os seus grandes edifícios majestosos e imponentes, cada um mais que o outro. Aconselho vivamente a visita ao souk das especiarias, é bastante engraçado. E o dos têxteis, no outro lado da margem, é imperdível. Nunca me vou esquecer da fantástica visita ao deserto! Aquele passeio de jipe de pura adrenalina, pelo meio do deserto a desenhar as dunas. Foi divertidíssimo. O Burj Khalifa é o símbolo da cidade, representa tudo aquilo que podemos pensar da nova Dubai. É impressionante compreender os rios de dinheiro ali aplicados e a ambição em fazer o melhor do mundo, independentemente do custo que isso acarrete. As Maldivas corresponderam às nossas expectativas, o clima e as águas são divinais. A praia era magnífica, com um azul e transparência com há poucas, com areia fina que parecia farinha e muito, muito tranquila. Um autêntico paraíso . Os corais são estupendos, a poucos metros da praia, cheios de peixes e vida de todas as cores! Tartarugas, raias e tubarões! É delicioso. Era óptimo acordar e poder sentir e ouvir a calma do mar assim como assistir ao pôr-do-sol no recato da plataforma do bungalow. As Maldivas são o melhor destino de praia do mundo! Dificilmente igualável ou superável! A ilha, o céu, a temperatura, os coqueiros, a areia branca, a água azul límpida. É tudo fantástico!!

Gostámos especialmente da China. A China foi uma surpresa pelas cidades (metrópoles limpas, arrumadas - mas no interior é diferente). Considera-se um país do 3º Mundo mas o que encontrámos foi diferente. O inglês dos chineses é péssimo. A guia de Guilin falava muito bem o português do Brasil. Na China, quando tem que se recorrer aos táxis, é o que aparece. No interior os carros não são tão bons. Em Xi'an o espectáculo foi bonito, mas não gostei da comida (eram dumplings, sei que há quem goste muito mas eu não sou fã). No Japão pensávamos que fosse muito certinho, muito civilizado...no Japão notava-se toda a diferença, vinham de luvas, fardados, com chapéu. O hotel de Kyoto era de grande beleza, deve-se recomendar. O check-in até é feito no quarto (como no Dubai). O Dubai...é o Dubai! Já sabemos. Deram-nos uma suite com 2 camas, andámos a trocar, ora num dia dormíamos numa, ora noutro dia dormíamos noutra. Acertei bem nos hotéis!

Gostámos especialmente da China. A China foi uma surpresa pelas cidades (metrópoles limpas, arrumadas - mas no interior é diferente). Considera-se um país do 3º Mundo mas o que encontrámos foi diferente. O inglês dos chineses é péssimo. A guia de Guilin falava muito bem o português do Brasil. Na China, quando tem que se recorrer aos táxis, é o que aparece. No interior os carros não são tão bons. Em Xi'an o espectáculo foi bonito, mas não gostei da comida (eram dumplings, sei que há quem goste muito mas eu não sou fã). No Japão pensávamos que fosse muito certinho, muito civilizado...no Japão notava-se toda a diferença, vinham de luvas, fardados, com chapéu. O hotel de Kyoto era de grande beleza, deve-se recomendar. O check-in até é feito no quarto (como no Dubai). O Dubai...é o Dubai! Já sabemos. Deram-nos uma suite com 2 camas, andámos a trocar, ora num dia dormíamos numa, ora noutro dia dormíamos noutra. Acertei bem nos hotéis!

ADORÁMOS a viagem!!! Adorámos tudo, mas sobretudo Langkawi e Singapura, em especial mesmo Langkawi!! Kuala Lumpur gostámos, o Francisco mais que eu, sobretudo pelos contrastes de culturas, religiões e de arquitectura. Mas, por mim, o que valeu mesmo em KL foram as Batu Caves e os seus macacos ao longo da escadaria! ;) Imperdível! Langkawi é o paraíso na terra, especialmente no The Andaman, que vale cada cêntimo!! :D A zona de Pantai Cenang, que só vimos à noite e talvez tenha uma praia excelente, mas... Não bate, de longe, o resto! É a Praia da Rocha lá do sítio. Eu gosto da Praia da Rocha, mas não é o paraíso... Nem tem os macaquinhos que foram o meu delírio! :) Recomendo alugar sempre um carro, como nós fizemos, nem que seja um dia, para dar uma volta à ilha. É a única maneira de a conhecer um pouco, além de que compensa! E é uma dose extra de aventura, o conduzir à esquerda!... ;)O tour dos mangais, o teleférico e a ponte suspensa são, simplesmente, IMPERDÍVEIS e fabulásticos!!! Singapura é top e uma cidade fantástica, cheia de contrastes e com um skyline brutal na zona da marina. Essa zona é lindíssima! É super movimentada e animada e com um bocado de shoppings, com tudo grandioso! Os Gardens by the Bay e o Marina Bay Sands foram os highlights!!! São imperdíveis, uma vez mais, e maravilhosos! Muito obrigada por esta viagem fantástica e maravilhosa (já só penso em voltar...).

ADORÁMOS a viagem!!! Adorámos tudo, mas sobretudo Langkawi e Singapura, em especial mesmo Langkawi!! Kuala Lumpur gostámos, o Francisco mais que eu, sobretudo pelos contrastes de culturas, religiões e de arquitectura. Mas, por mim, o que valeu mesmo em KL foram as Batu Caves e os seus macacos ao longo da escadaria! ;) Imperdível! Langkawi é o paraíso na terra, especialmente no The Andaman, que vale cada cêntimo!! :D A zona de Pantai Cenang, que só vimos à noite e talvez tenha uma praia excelente, mas... Não bate, de longe, o resto! É a Praia da Rocha lá do sítio. Eu gosto da Praia da Rocha, mas não é o paraíso... Nem tem os macaquinhos que foram o meu delírio! :) Recomendo alugar sempre um carro, como nós fizemos, nem que seja um dia, para dar uma volta à ilha. É a única maneira de a conhecer um pouco, além de que compensa! E é uma dose extra de aventura, o conduzir à esquerda!... ;)O tour dos mangais, o teleférico e a ponte suspensa são, simplesmente, IMPERDÍVEIS e fabulásticos!!! Singapura é top e uma cidade fantástica, cheia de contrastes e com um skyline brutal na zona da marina. Essa zona é lindíssima! É super movimentada e animada e com um bocado de shoppings, com tudo grandioso! Os Gardens by the Bay e o Marina Bay Sands foram os highlights!!! São imperdíveis, uma vez mais, e maravilhosos! Muito obrigada por esta viagem fantástica e maravilhosa (já só penso em voltar...).

Depois de um voo numa espécie de nave espacial (já decidi que só vou escolher destinos em função de onde houver Emirates; palavra de honra, senti -me uma saloia da aviação até entrar naquele Rolls Royce) chegamos a um país muito calmo, muito ordeiro, com pessoas parecidas com as da Índia mas muito diferentes em serenidade, em civilização, em silêncio até. A paisagem é de planícies de palmeiras com uma selva baixinha. Do nosso enorme quarto no meio de uma área natural vemos os elefantes a passear.
Em suma, estamos muito bem, muito contentes. Minha rica agência que me proporciona estes mimos.
Vantagens do Sri Lanka: é pequeno. As distâncias são curtas e não massacraram. As estradas são bastante boas. Tomara a minha rua. O trânsito é quase tão civilizado como na Europa. Há poucos carros. As semelhanças com a Índia são longínquas, nas estradas e em muitas outras coisas. Não há o hábito de buzinar. Não se vê miséria e as casas são de alvenaria e bem arranjadas. Por outro lado, as mulheres quase não usam saris. A comida é muitíssimo saborosa e variada, mas a que pica é a valer. Há a mania das terapias ayurvédicas, o que significa massagens e óleos e afins. Há pouco fizemos uma que só nos fazia pensar em anedotas de canibais, porque nos barraram com algo que cheirava a comida com especiarias. As semelhanças com algo anteriormente visitado estão mais perto da Birmânia e do Cambodja, com uns laivos de Goa, do que da Índia em geral. A escolaridade é enorme. E o budismo reina, explicando a calma simpatia das pessoas. A temperatura é quentinha sem ser horrível (muito importante). De manhã chega a estar fresco. Por fim, há leite com fartura - até há a escolha entre vaca e búfala. É para estar contente! Até vocês cá podiam vir, vejam bem.
Agora em relato mais clássico, subimos a Fortaleza de Sigiriya, bem imponente, e visitamos as ruínas de Polonnaruwa (a única forma de eu memorizar a escrita disto foi pensar num frango a andar na rua), que traz reminiscências de Angkor com as pirâmides aztecas. Ecletismo! E quanto a Kandy, a cidade com nome de doce? Começamos no Templo do Dente de Buda (Dalada Maligawa, há muito tempo o templo mais célebre do país e património Unesco), onde assistimos a uma cerimónia bastante concorrida e intensa. Nestas situações já há mais semelhanças com a lembrança da Índia. Gostei. Depois fomos a um jardim enorme, muito diversificado em flora e até com fauna pitoresca: *raposas voadoras*, macacos a praticar a catadela social, etc. Muito bonito e refrescante num dia deveras quente. Justifica mais horas! De tarde tivemos enfim tempo para andar por nossa conta, em boa hora, porque tanta dondoquice já estava a causar -me prurido. A impressão geral continua muito positiva. Este é claramente um país já no topo do segundo mundo. Há bastante ordem, limpeza, qualidade de serviço e até aquela indiferença civilizada face ao turista. Não há, como noutros sítios, a curiosidade por saber de onde somos, se temos família, filhos, etc. Muitas pessoas não sabem a diferença entre Portugal e Espanha apesar da história colonial do país e dos vestígios no léxico. Considerando que nas lojas e nos espectáculos há folhetos em checo e polaco mas não em português, fica clara a confrangedora incompetência da nossa diplomacia cultural e comercial.
O nosso condutor-guia Tissa, senhor já com alguma idade, é de exemplar aprumo, competência e discrição. Não se podia pedir melhor. E felizmente não é servil, mesmo num país que mantém tácito e visível o prolongamento do colonialismo. Esse é talvez um dos aspectos menos felizes (e tirar os sapatos para entrar nos templos, claro!).
Nwara Eliya é zona de antigo esplendor colonial, ainda muito bem mantido. Estamos nas terras altas onde se cultiva o chá e onde uma das mais famosas plantações se chama, helàs, Pedro, precisamente, um nome português. O comboio foi interessante mas ainda não chega aos pés do nosso Douro. A paisagem é mais bonita ao vivo e de perto.
Vimos um leopardo enquanto fazíamos um safari no parque de Yala. Também constaram do cardápio os búfalos, crocodilos, elefantes, veados e diversas aves. Depois da montanha, eis-nos agora junto à costa.

Depois de um voo numa espécie de nave espacial (já decidi que só vou escolher destinos em função de onde houver Emirates; palavra de honra, senti -me uma saloia da aviação até entrar naquele Rolls Royce) chegamos a um país muito calmo, muito ordeiro, com pessoas parecidas com as da Índia mas muito diferentes em serenidade, em civilização, em silêncio até. A paisagem é de planícies de palmeiras com uma selva baixinha. Do nosso enorme quarto no meio de uma área natural vemos os elefantes a passear.
Em suma, estamos muito bem, muito contentes. Minha rica agência que me proporciona estes mimos.
Vantagens do Sri Lanka: é pequeno. As distâncias são curtas e não massacraram. As estradas são bastante boas. Tomara a minha rua. O trânsito é quase tão civilizado como na Europa. Há poucos carros. As semelhanças com a Índia são longínquas, nas estradas e em muitas outras coisas. Não há o hábito de buzinar. Não se vê miséria e as casas são de alvenaria e bem arranjadas. Por outro lado, as mulheres quase não usam saris. A comida é muitíssimo saborosa e variada, mas a que pica é a valer. Há a mania das terapias ayurvédicas, o que significa massagens e óleos e afins. Há pouco fizemos uma que só nos fazia pensar em anedotas de canibais, porque nos barraram com algo que cheirava a comida com especiarias. As semelhanças com algo anteriormente visitado estão mais perto da Birmânia e do Cambodja, com uns laivos de Goa, do que da Índia em geral. A escolaridade é enorme. E o budismo reina, explicando a calma simpatia das pessoas. A temperatura é quentinha sem ser horrível (muito importante). De manhã chega a estar fresco. Por fim, há leite com fartura - até há a escolha entre vaca e búfala. É para estar contente! Até vocês cá podiam vir, vejam bem.
Agora em relato mais clássico, subimos a Fortaleza de Sigiriya, bem imponente, e visitamos as ruínas de Polonnaruwa (a única forma de eu memorizar a escrita disto foi pensar num frango a andar na rua), que traz reminiscências de Angkor com as pirâmides aztecas. Ecletismo! E quanto a Kandy, a cidade com nome de doce? Começamos no Templo do Dente de Buda (Dalada Maligawa, há muito tempo o templo mais célebre do país e património Unesco), onde assistimos a uma cerimónia bastante concorrida e intensa. Nestas situações já há mais semelhanças com a lembrança da Índia. Gostei. Depois fomos a um jardim enorme, muito diversificado em flora e até com fauna pitoresca: *raposas voadoras*, macacos a praticar a catadela social, etc. Muito bonito e refrescante num dia deveras quente. Justifica mais horas! De tarde tivemos enfim tempo para andar por nossa conta, em boa hora, porque tanta dondoquice já estava a causar -me prurido. A impressão geral continua muito positiva. Este é claramente um país já no topo do segundo mundo. Há bastante ordem, limpeza, qualidade de serviço e até aquela indiferença civilizada face ao turista. Não há, como noutros sítios, a curiosidade por saber de onde somos, se temos família, filhos, etc. Muitas pessoas não sabem a diferença entre Portugal e Espanha apesar da história colonial do país e dos vestígios no léxico. Considerando que nas lojas e nos espectáculos há folhetos em checo e polaco mas não em português, fica clara a confrangedora incompetência da nossa diplomacia cultural e comercial.
O nosso condutor-guia Tissa, senhor já com alguma idade, é de exemplar aprumo, competência e discrição. Não se podia pedir melhor. E felizmente não é servil, mesmo num país que mantém tácito e visível o prolongamento do colonialismo. Esse é talvez um dos aspectos menos felizes (e tirar os sapatos para entrar nos templos, claro!).
Nwara Eliya é zona de antigo esplendor colonial, ainda muito bem mantido. Estamos nas terras altas onde se cultiva o chá e onde uma das mais famosas plantações se chama, helàs, Pedro, precisamente, um nome português. O comboio foi interessante mas ainda não chega aos pés do nosso Douro. A paisagem é mais bonita ao vivo e de perto.
Vimos um leopardo enquanto fazíamos um safari no parque de Yala. Também constaram do cardápio os búfalos, crocodilos, elefantes, veados e diversas aves. Depois da montanha, eis-nos agora junto à costa.

Gostamos de viajar com planejamento antecipado e devidamente organizado.
E como preferimos itinerários exclusivos e viagens à medida para o nosso grupo, é importantíssima a ajuda e colaboração da TRAVELTAILORS, pelo profissionalismo, dedicação e atenção dados em todos os momentos.
A nossa viagem à Flórida realizada agora em dezembro/14 e janeiro/15 foi um sucesso, graças às providências e todos os serviços prestados pela TRAVELTAILORS.
Para as nossa próximas viagens certamente pretendemos continuar contando com os serviços prestados por esta conceituada agência de turismo..

Já recomendei os serviços da TRAVELTAILORS a muitos amigos e familiares e sempre que me perguntarem sobre alguma indicação de agência de viagens sem dúvida continuarei indicando os seus serviços. Vocês são muito simpáticos, prestativos e profissionais no que fazem, Parabéns a todos que participaram na organização dessa viagem.

Gostamos de viajar com planejamento antecipado e devidamente organizado.
E como preferimos itinerários exclusivos e viagens à medida para o nosso grupo, é importantíssima a ajuda e colaboração da TRAVELTAILORS, pelo profissionalismo, dedicação e atenção dados em todos os momentos.
A nossa viagem à Flórida realizada agora em dezembro/14 e janeiro/15 foi um sucesso, graças às providências e todos os serviços prestados pela TRAVELTAILORS.
Para as nossa próximas viagens certamente pretendemos continuar contando com os serviços prestados por esta conceituada agência de turismo..

Já recomendei os serviços da TRAVELTAILORS a muitos amigos e familiares e sempre que me perguntarem sobre alguma indicação de agência de viagens sem dúvida continuarei indicando os seus serviços. Vocês são muito simpáticos, prestativos e profissionais no que fazem, Parabéns a todos que participaram na organização dessa viagem.

Não foi a viagem perfeita.... mas quase. Tudo correu bastante bem de uma forma geral. Air Europa Correu muito bem…Uma grande vantagem vs Ibéria…esperam pelos passageiros nas ligações. Tanto na ida como no regresso avião esperou por nós….e pelas nossas malas! Peru Agência foi fantástica em tudo. Bem preparados, cuidadosos, entregaram toda a documentação e explicaram tudo certinho. Paracas e Lima Motorista e Guias - óptimos (o motorista é que sugeriu o restaurante a caminho de Paracas, que acabou por ser excelente!). Hotel em Paracas - bastante bom; quartos com vista. Cusco Motoristas, guias e transferistas todos excelentes. Visitas - correram todas bem; sitios muito interessantes. Águas Calientes / Machu Picchu Comboio Vistadome - Muito bom! Confortável ; serviço 5 *; vistas lindas! BOLIVIA Uyuni e deserto Bolivia Correu tudo bem. Tinhamos os dois jeeps (óptimos, confortáveis e com boas suspensões), e os dois guias/motoristas à nossa espera. Simpáticos e prestáveis. É um programa de se andar de boca aberta e de se ser surpreendido vezes sem conta. Muito bom. CHILE San Pedro Atacama A guia dos dois tours, a Margarida (russa) era excelente. O hotel que ficamos era optimo! Penso que o mais giro de todos! Quartos grandes e bem decorados, jardins lindos, boa piscina, staff simpático e a 10 minutos a pé do centro da vila. Recomenda-se! Santiago do Chile Correu bem a parte do transfer e da visita da cidade. O guia era muito simpático. Volto a dizer que a viagem no geral correu muito bem, que só temos de lhe agradecer o empenho e dar os parabéns!

Não foi a viagem perfeita.... mas quase. Tudo correu bastante bem de uma forma geral. Air Europa Correu muito bem…Uma grande vantagem vs Ibéria…esperam pelos passageiros nas ligações. Tanto na ida como no regresso avião esperou por nós….e pelas nossas malas! Peru Agência foi fantástica em tudo. Bem preparados, cuidadosos, entregaram toda a documentação e explicaram tudo certinho. Paracas e Lima Motorista e Guias - óptimos (o motorista é que sugeriu o restaurante a caminho de Paracas, que acabou por ser excelente!). Hotel em Paracas - bastante bom; quartos com vista. Cusco Motoristas, guias e transferistas todos excelentes. Visitas - correram todas bem; sitios muito interessantes. Águas Calientes / Machu Picchu Comboio Vistadome - Muito bom! Confortável ; serviço 5 *; vistas lindas! BOLIVIA Uyuni e deserto Bolivia Correu tudo bem. Tinhamos os dois jeeps (óptimos, confortáveis e com boas suspensões), e os dois guias/motoristas à nossa espera. Simpáticos e prestáveis. É um programa de se andar de boca aberta e de se ser surpreendido vezes sem conta. Muito bom. CHILE San Pedro Atacama A guia dos dois tours, a Margarida (russa) era excelente. O hotel que ficamos era optimo! Penso que o mais giro de todos! Quartos grandes e bem decorados, jardins lindos, boa piscina, staff simpático e a 10 minutos a pé do centro da vila. Recomenda-se! Santiago do Chile Correu bem a parte do transfer e da visita da cidade. O guia era muito simpático. Volto a dizer que a viagem no geral correu muito bem, que só temos de lhe agradecer o empenho e dar os parabéns!

Mesmo para quem já conhecia Bruxelas... soube muito bem passear o dia inteiro e sentar, para um lanche simples (que o jantar era mais tarde, para a passagem de Ano), a comer moules e beber cerveja! A chegada a Brugge confirma as expectativas que se têm: ruas ladeadas de casas bonitas, praças cheias de património, lojas agradáveis e bonitas. O cheirinho a chocolate não engana: é bonito de se ver e bom de se comer! Ghent torna-se menos turística e, como tal, menos imediata aos olhos do turista. Mas os canais e o traçado dominante continuam a torná-la numa cidade que se recomenda visitar! As melhoras memórias foram o Atomium em Bruxelas, o cheiro a chocolate nas ruas e a cidade de Brugges. Gostámos muito do profissionalismo e do guia/roteiro personalizado que nos fizeram.

Mesmo para quem já conhecia Bruxelas... soube muito bem passear o dia inteiro e sentar, para um lanche simples (que o jantar era mais tarde, para a passagem de Ano), a comer moules e beber cerveja! A chegada a Brugge confirma as expectativas que se têm: ruas ladeadas de casas bonitas, praças cheias de património, lojas agradáveis e bonitas. O cheirinho a chocolate não engana: é bonito de se ver e bom de se comer! Ghent torna-se menos turística e, como tal, menos imediata aos olhos do turista. Mas os canais e o traçado dominante continuam a torná-la numa cidade que se recomenda visitar! As melhoras memórias foram o Atomium em Bruxelas, o cheiro a chocolate nas ruas e a cidade de Brugges. Gostámos muito do profissionalismo e do guia/roteiro personalizado que nos fizeram.

Vantagem importante os vôos directos para Zagreb. E a hora do vôo, tanto na ida com na volta, são excelentes. Transfers a horas, bons e sem problemas. Carro de aluguer conforme o contratado.
Um problema inesperado: a devolução do carro em Zagreb. Não há nada assinalado na zona do aeroporto de onde devolver carros alugados. Afinal é simples: pára-se o carro na zona das Partidas do aeroporto (é permitido deixar o carro aí cerca de 15min), entra-se no edifício, vai-se ao balcão da respectiva companhia do aluguer, entrega-se as chaves e faz-se as contas, e mais nada... Hotéis: Dubrovnik - Fizeram-nos um upgrade no quarto (segundo nos disseram) e era excelente. A localização é muito conveniente: o acesso à zona histórica faz-se muito simplesmente por autocarro (linha 4), que pára em frente do hotel de 15 em 15 min e acaba na entrada da cidade velha. Tem praias simpáticas em frente e bastantes locais onde comer a cerca de 300m. Zadar - O alojamento era muito cómodo e muito espaçoso. Zagreb - O hotel é luxuoso, clássico e o serviço é consonante com a categoria. Comida: na maioria dos casos comemos em restaurantes ou similares fora dos hoteis. Na generalidade comemos bastante bem, comida de gosto e feitura mediterrânica, e a preços razoáveis, idênticos a Lisboa. Actividades/ Visitas: a visita a Split foi interessante e viva (a guia ajudou...). A documentação que nos entregaram era elucidativa e útil.

Vantagem importante os vôos directos para Zagreb. E a hora do vôo, tanto na ida com na volta, são excelentes. Transfers a horas, bons e sem problemas. Carro de aluguer conforme o contratado.
Um problema inesperado: a devolução do carro em Zagreb. Não há nada assinalado na zona do aeroporto de onde devolver carros alugados. Afinal é simples: pára-se o carro na zona das Partidas do aeroporto (é permitido deixar o carro aí cerca de 15min), entra-se no edifício, vai-se ao balcão da respectiva companhia do aluguer, entrega-se as chaves e faz-se as contas, e mais nada... Hotéis: Dubrovnik - Fizeram-nos um upgrade no quarto (segundo nos disseram) e era excelente. A localização é muito conveniente: o acesso à zona histórica faz-se muito simplesmente por autocarro (linha 4), que pára em frente do hotel de 15 em 15 min e acaba na entrada da cidade velha. Tem praias simpáticas em frente e bastantes locais onde comer a cerca de 300m. Zadar - O alojamento era muito cómodo e muito espaçoso. Zagreb - O hotel é luxuoso, clássico e o serviço é consonante com a categoria. Comida: na maioria dos casos comemos em restaurantes ou similares fora dos hoteis. Na generalidade comemos bastante bem, comida de gosto e feitura mediterrânica, e a preços razoáveis, idênticos a Lisboa. Actividades/ Visitas: a visita a Split foi interessante e viva (a guia ajudou...). A documentação que nos entregaram era elucidativa e útil.

Recomendo vivamente o cruzeiro para quem goste deste tipo de viagem. Organização impecável e desta vez no MSC registo a enorme simpatia do pessoal de bordo. Os locais visitados são lindos e em Setembro o tempo ainda foi bom. Detalhes:
Courtyard Marriott (Hamburgo) - bom hotel, mt conveniente; serviço de shuttle impecável entre aeroporto e hotel;,curiosidade da tripulação da TAP ter tb lá ficado.
Transfer Hotel a Kiel - pontuais, impecável; serviço Mercedes E250;

MSC
Bergen - sendo a 2 cidade da Suécia é pequena ou aparenta ser; fizemos o Tour BER07 ou seja sightseeing; ficamos com a ideia da cidade, com mercado do peixe e centro pitoresco; tem 3 fiordes e de facto mt bonita cidade;

Hellesylt e Geiranger - são ambas pequenas vilas que no inverno têm umas 300 pessoas cada ou nem isso; nada de especial mas os fiordes são maravilhosos; tour feito foi HEL01 transfer from Hellesylt to Geiranger com paisagens lindas e muitas quedas de água; incluía almoço que foi de óptima qualidade;

Flam - outra estância de Verão, mt famosa pelos fiordes (o que chega a Flam tem cerca de 200 kms comprimento e 1300 metros profundidade) e quedas de água; fizemos a excursão FLA04 Norwegian waterfalls & dramatic scenarios by train; novamente montanhas e paisagens lindas, lagos e fiordes em profusão, almoço no Flescher Hotel em Voss e regresso num comboio turístico até Flam com paisagens lindas e uma das maiores quedas de água da Noruega;

Stavanger - considerada a 4 cidade da Noruega com cerca de 130 mil habitantes, parece bem maior que Bergen. Merece realce um bairro junto mesmo ao cais com casas brancas de madeira e pouco mais; fiordes bonitos e cidade que cresceu pela indústria do petróleo onde se construíram umas 300 plataformas.

Chegada a Kiel, super pontual e transfer na hora prevista, ou seja 11h, com 1h diferença face ao inicialmente previsto e a meu pedido, dado sair do MSC apenas as 10h (desembarque muito rápido, face anteriores experiências).

Breve análise sobre MSC Orchestra:

Plus:
Mt bom serviço
Limpeza impecável
Staff mt atencioso e simpático quer no quarto quer nos restaurantes, sobretudo Villa Borguese Restauração mt boa, sobretudo no Villa Borguese, 2 turno das 21h

Minus:
Serviço de fotos de preços exorbitantes
Staff de vendas de fotos pouco simpático Internet fraca, além de cara (mas no navio tudo é caro...)

Detalhe
Na TV não havia RTP Internacional, apesar da profusão de canais. Sei que tugas são poucos mas ainda havia alguns... Havendo tantos canais italianos e alemães, um russo ou dois e outros que nem percebi o que eram, bem podia haver um português.

Hotel Hamburgo Steinberger
Mt bom, mesmo 5 estrelas! Central, junto à rua Neuer Wall onde ficam todas as lojas e perto da Rathaus.

Transfer para aeroporto novamente impecável. A horas e de qualidade.

Recomendo vivamente o cruzeiro para quem goste deste tipo de viagem. Organização impecável e desta vez no MSC registo a enorme simpatia do pessoal de bordo. Os locais visitados são lindos e em Setembro o tempo ainda foi bom. Detalhes:
Courtyard Marriott (Hamburgo) - bom hotel, mt conveniente; serviço de shuttle impecável entre aeroporto e hotel;,curiosidade da tripulação da TAP ter tb lá ficado.
Transfer Hotel a Kiel - pontuais, impecável; serviço Mercedes E250;

MSC
Bergen - sendo a 2 cidade da Suécia é pequena ou aparenta ser; fizemos o Tour BER07 ou seja sightseeing; ficamos com a ideia da cidade, com mercado do peixe e centro pitoresco; tem 3 fiordes e de facto mt bonita cidade;

Hellesylt e Geiranger - são ambas pequenas vilas que no inverno têm umas 300 pessoas cada ou nem isso; nada de especial mas os fiordes são maravilhosos; tour feito foi HEL01 transfer from Hellesylt to Geiranger com paisagens lindas e muitas quedas de água; incluía almoço que foi de óptima qualidade;

Flam - outra estância de Verão, mt famosa pelos fiordes (o que chega a Flam tem cerca de 200 kms comprimento e 1300 metros profundidade) e quedas de água; fizemos a excursão FLA04 Norwegian waterfalls & dramatic scenarios by train; novamente montanhas e paisagens lindas, lagos e fiordes em profusão, almoço no Flescher Hotel em Voss e regresso num comboio turístico até Flam com paisagens lindas e uma das maiores quedas de água da Noruega;

Stavanger - considerada a 4 cidade da Noruega com cerca de 130 mil habitantes, parece bem maior que Bergen. Merece realce um bairro junto mesmo ao cais com casas brancas de madeira e pouco mais; fiordes bonitos e cidade que cresceu pela indústria do petróleo onde se construíram umas 300 plataformas.

Chegada a Kiel, super pontual e transfer na hora prevista, ou seja 11h, com 1h diferença face ao inicialmente previsto e a meu pedido, dado sair do MSC apenas as 10h (desembarque muito rápido, face anteriores experiências).

Breve análise sobre MSC Orchestra:

Plus:
Mt bom serviço
Limpeza impecável
Staff mt atencioso e simpático quer no quarto quer nos restaurantes, sobretudo Villa Borguese Restauração mt boa, sobretudo no Villa Borguese, 2 turno das 21h

Minus:
Serviço de fotos de preços exorbitantes
Staff de vendas de fotos pouco simpático Internet fraca, além de cara (mas no navio tudo é caro...)

Detalhe
Na TV não havia RTP Internacional, apesar da profusão de canais. Sei que tugas são poucos mas ainda havia alguns... Havendo tantos canais italianos e alemães, um russo ou dois e outros que nem percebi o que eram, bem podia haver um português.

Hotel Hamburgo Steinberger
Mt bom, mesmo 5 estrelas! Central, junto à rua Neuer Wall onde ficam todas as lojas e perto da Rathaus.

Transfer para aeroporto novamente impecável. A horas e de qualidade.

Antes de mais, gostaria de te agradecer por nos teres organizado a viagem e por toda a informação que nos deste, nomeadamente o livrinho com a descrição da viagem, estava o máximo e ainda não tinha tido oportunidade para te agradecer e dar essa nota. As dicas dos restaurantes, especialmente no Cambodja, foram fantásticas ... adorámos os restaurantes onde fomos e a comida era claramente excelente. No que se refere aos voos correu tudo óptimo, sem stress. Os transfers para os hotéis e dos hotéis para os aeroportos também correram todos muito bem, super pontuais. Adorámos o guia do Cambodja, bem como o guia de Bangkok. Super simpáticos e atenciosos e fizeram claramente com que a nossa experiência em ambos os sítios fosse top! O guia do Cambodja era super bem disposto, e deu-nos uma valente lição de história (especialmente no primeiro dia) ;) e a visita aos templos de Angkor foi mesmo uma experiência fantástica e única. A visita com o passeio no rio e na floresta submersa e pelas aldeias dos pescadores foi também uma experiência muito interessante. O guia de Bangkok foi também 5 estrelas não só na visita propriamente dita, como super atencioso em nos dar dicas e sugestões do que poderíamos ir visitar na tarde e no dia livre e a melhor forma de lá chegarmos e como (deu-nos uma lição super rápida mas eficaz ;) de como nos movimentávamos no sky train e no metro). Os hóteis eram todos porreiríssimos, sendo que o de Bangkok embora ficasse numa zona super movimentada com imenso trânsito, estava perto do sky train e do metro, por isso foi excelente. Ficámos também bastante agradados com o hotel no Cambodja, um atendimento muito simpático e prestável. Bem, mas a viagem em si foi de facto fantástica e teremos que lá voltar (espero) numa altura que seja mais seguro haver menos probabilidade de chuva ;)

Antes de mais, gostaria de te agradecer por nos teres organizado a viagem e por toda a informação que nos deste, nomeadamente o livrinho com a descrição da viagem, estava o máximo e ainda não tinha tido oportunidade para te agradecer e dar essa nota. As dicas dos restaurantes, especialmente no Cambodja, foram fantásticas ... adorámos os restaurantes onde fomos e a comida era claramente excelente. No que se refere aos voos correu tudo óptimo, sem stress. Os transfers para os hotéis e dos hotéis para os aeroportos também correram todos muito bem, super pontuais. Adorámos o guia do Cambodja, bem como o guia de Bangkok. Super simpáticos e atenciosos e fizeram claramente com que a nossa experiência em ambos os sítios fosse top! O guia do Cambodja era super bem disposto, e deu-nos uma valente lição de história (especialmente no primeiro dia) ;) e a visita aos templos de Angkor foi mesmo uma experiência fantástica e única. A visita com o passeio no rio e na floresta submersa e pelas aldeias dos pescadores foi também uma experiência muito interessante. O guia de Bangkok foi também 5 estrelas não só na visita propriamente dita, como super atencioso em nos dar dicas e sugestões do que poderíamos ir visitar na tarde e no dia livre e a melhor forma de lá chegarmos e como (deu-nos uma lição super rápida mas eficaz ;) de como nos movimentávamos no sky train e no metro). Os hóteis eram todos porreiríssimos, sendo que o de Bangkok embora ficasse numa zona super movimentada com imenso trânsito, estava perto do sky train e do metro, por isso foi excelente. Ficámos também bastante agradados com o hotel no Cambodja, um atendimento muito simpático e prestável. Bem, mas a viagem em si foi de facto fantástica e teremos que lá voltar (espero) numa altura que seja mais seguro haver menos probabilidade de chuva ;)

Eis o que se me oferece dizer sobre a viagem: 1. Decorreu basicamente como planeado: revisitar as cidades de Viena e de Budapeste e conhecer as de Bratislava, Gyor e Pécs. 2. Não colhi diferentes e maiores emoções ao rever as primeiras; surpreendeu-me o esmero e a qualidade da preservação dos centros históricos das segundas. Recomendo-as, vivamente. 3. Não memorizei aspectos negativos (os funcionários húngaros são distantes e desconhecem o inglês). Mas, as pessoas em geral, quando interpeladas, são prestáveis, registando-se entre as mais novas conhecimentos bastantes para cada ocasião. 4. Os hotéis escolhidos cumpriram bem: o de Gyor, de menor qualidade de acomodação, é todavia central e serve um bom pequeno almoço. 5. Da comida dos hotéis nada em desabono; mas a da rua é invariavelmente pouco apelativa (e cara). 6. Não houve problema algum com a documentação. Agradeço-vos o bom serviço que disponibilizaram. E não me atrevo a sugerir ou a recomendar o quer que seja. Porque cada pessoa tem a sua índole própria, cabendo-lhe fazer tudo quanto necessário por concretizar o que almeja e depois, querendo, dar dele testemunho.

Eis o que se me oferece dizer sobre a viagem: 1. Decorreu basicamente como planeado: revisitar as cidades de Viena e de Budapeste e conhecer as de Bratislava, Gyor e Pécs. 2. Não colhi diferentes e maiores emoções ao rever as primeiras; surpreendeu-me o esmero e a qualidade da preservação dos centros históricos das segundas. Recomendo-as, vivamente. 3. Não memorizei aspectos negativos (os funcionários húngaros são distantes e desconhecem o inglês). Mas, as pessoas em geral, quando interpeladas, são prestáveis, registando-se entre as mais novas conhecimentos bastantes para cada ocasião. 4. Os hotéis escolhidos cumpriram bem: o de Gyor, de menor qualidade de acomodação, é todavia central e serve um bom pequeno almoço. 5. Da comida dos hotéis nada em desabono; mas a da rua é invariavelmente pouco apelativa (e cara). 6. Não houve problema algum com a documentação. Agradeço-vos o bom serviço que disponibilizaram. E não me atrevo a sugerir ou a recomendar o quer que seja. Porque cada pessoa tem a sua índole própria, cabendo-lhe fazer tudo quanto necessário por concretizar o que almeja e depois, querendo, dar dele testemunho.

Pura Vida!! Se existe uma palavra para descrever este maravilhoso país é Pura Vida! Provavelmente mais do que uma palavra para recebê-lo é algo que define este belíssimo país! A natureza no seu melhor e o povo que é generoso e amável. Deus abençoou esta parte da Terra de certeza. Como sempre, em viagens, o meu critério para encontrar um sítio para visitar é a Natureza. Mas não esperava que fosse tão verde. Na maioria do tempo pareceu-me que estava a viajar num verdadeiro Parque Jurássico (exceptuando os dinossauros :)). E eu fui abençoada por visitar um fantástico pedaço de Éden. Houve sítios, momentos e pessoas que me ficam no coração para sempre. A floresta tropical em Monteverde (a caminhada na Reserva Cori-Cancha, as pontes suspensas, o zip line (e o Tarzan swing - eu já tinha saudades da adrenalina!) e a viagem a cavalo (algumas das descidas foram mais assustadoras do que o Tarzan swing; a generosidade da comunidade na nossa homestay em Santa Rosa de Pocosol; a caminhada em trilhos de lava e a caminhada nocturna em La Fortuna; os canais de Tortuguero e toda a exuberante selva à sua volta; e a observação nocturna de tartarugas em Tortuguero (aquelas 3 horas na praia, apenas como o luar sobre as ondas e a praia, em silêncio, à espera de ver as tartarugas a nidificar, foram mágicas); são lugares que guardarei para sempre no meu coração. Pura Vida!! Vocês na TravelTailors são fantásticas! Obrigada pela excelente organização, forma solícita como ajudam quando surgem contratempos e sentido de compromisso no planeamento e organização das viagens. Muito obrigada!!

Pura Vida!! Se existe uma palavra para descrever este maravilhoso país é Pura Vida! Provavelmente mais do que uma palavra para recebê-lo é algo que define este belíssimo país! A natureza no seu melhor e o povo que é generoso e amável. Deus abençoou esta parte da Terra de certeza. Como sempre, em viagens, o meu critério para encontrar um sítio para visitar é a Natureza. Mas não esperava que fosse tão verde. Na maioria do tempo pareceu-me que estava a viajar num verdadeiro Parque Jurássico (exceptuando os dinossauros :)). E eu fui abençoada por visitar um fantástico pedaço de Éden. Houve sítios, momentos e pessoas que me ficam no coração para sempre. A floresta tropical em Monteverde (a caminhada na Reserva Cori-Cancha, as pontes suspensas, o zip line (e o Tarzan swing - eu já tinha saudades da adrenalina!) e a viagem a cavalo (algumas das descidas foram mais assustadoras do que o Tarzan swing; a generosidade da comunidade na nossa homestay em Santa Rosa de Pocosol; a caminhada em trilhos de lava e a caminhada nocturna em La Fortuna; os canais de Tortuguero e toda a exuberante selva à sua volta; e a observação nocturna de tartarugas em Tortuguero (aquelas 3 horas na praia, apenas como o luar sobre as ondas e a praia, em silêncio, à espera de ver as tartarugas a nidificar, foram mágicas); são lugares que guardarei para sempre no meu coração. Pura Vida!! Vocês na TravelTailors são fantásticas! Obrigada pela excelente organização, forma solícita como ajudam quando surgem contratempos e sentido de compromisso no planeamento e organização das viagens. Muito obrigada!!

Um resumo muito rápido: adoramos Split, é mais pequeno, ficar no centro mesmo é espetacular porque apesar de veres muita gente acabas por não ter que lidar com a confusão toda para deslocações. Uma boa surpresa foi Trogir…pequenino mas muito bonito. Adoramos os parques, são maravilhosos. Zadar foi bom para descansar da viagem mas são só complexos turísticos, a cidade é gira. Dubrovnik: sem duvida a cidade é espetacular…. mas os turistas parecem formigas saem de todo o lado :) Pelos vistos Croácia esta na moda porque alguns dos episódios da serie Games of Thrones foram gravadas em Split e Dubrovnik e por isso existem muitos tour relacionados com as series. O barco no dia de anos do Jorge foi giro e a comida era boa. O passeio de barco as ilha Eliphite também foi engraçado e a comida ótima…

Um resumo muito rápido: adoramos Split, é mais pequeno, ficar no centro mesmo é espetacular porque apesar de veres muita gente acabas por não ter que lidar com a confusão toda para deslocações. Uma boa surpresa foi Trogir…pequenino mas muito bonito. Adoramos os parques, são maravilhosos. Zadar foi bom para descansar da viagem mas são só complexos turísticos, a cidade é gira. Dubrovnik: sem duvida a cidade é espetacular…. mas os turistas parecem formigas saem de todo o lado :) Pelos vistos Croácia esta na moda porque alguns dos episódios da serie Games of Thrones foram gravadas em Split e Dubrovnik e por isso existem muitos tour relacionados com as series. O barco no dia de anos do Jorge foi giro e a comida era boa. O passeio de barco as ilha Eliphite também foi engraçado e a comida ótima…

Queremos agradecer muito à TravelTailors, em especial à D. Paula. Foi incansável e preparou uma viagem espectacular. 5 Estrelas :) Adoramos a bolsinha com os mentos e todo o programa da viagem, foi uma agradável surpresa. Melhor é impossível. Penso ter sido uma viagem muito bem escolhida, pois tinha duas componentes diferentes. No Sri Lanka mais cansativa/cultural (muito tempo de carro) mas é um País muito diferente de Portugal e que vale mesmo a pena conhecer. Incrivel. Nas Maldivas é o Paraiso. Óptimo para Lua de Mel. Voos: correram todos muito bem, dentro do horário previsto. Turkish Airlines é muito agradável. Transfers: tudo como previsto e sem qualquer tipo de problema. Hotéis: todos, sem excepção, são impecáveis. Comida: no Sri Lanka menos variadade e muito Spicy (usam muitos condimentos/temperos) mas muito comestivel lol. Nas Maldivas óptima. Mais variedade e mais contidos no Spicy, apesar de também ter Spicy se quisermos. Actividades/ Visitas: gostamos de tudo no Sri Lanka. Nas Maldivas fizemos o snorkelling em alto mar e a viagem de barco onde vimos imensos golfinhos, gostamos muito. Operador Local: impecável, nada correu mal. Documentação: tudo ok.

Queremos agradecer muito à TravelTailors, em especial à D. Paula. Foi incansável e preparou uma viagem espectacular. 5 Estrelas :) Adoramos a bolsinha com os mentos e todo o programa da viagem, foi uma agradável surpresa. Melhor é impossível. Penso ter sido uma viagem muito bem escolhida, pois tinha duas componentes diferentes. No Sri Lanka mais cansativa/cultural (muito tempo de carro) mas é um País muito diferente de Portugal e que vale mesmo a pena conhecer. Incrivel. Nas Maldivas é o Paraiso. Óptimo para Lua de Mel. Voos: correram todos muito bem, dentro do horário previsto. Turkish Airlines é muito agradável. Transfers: tudo como previsto e sem qualquer tipo de problema. Hotéis: todos, sem excepção, são impecáveis. Comida: no Sri Lanka menos variadade e muito Spicy (usam muitos condimentos/temperos) mas muito comestivel lol. Nas Maldivas óptima. Mais variedade e mais contidos no Spicy, apesar de também ter Spicy se quisermos. Actividades/ Visitas: gostamos de tudo no Sri Lanka. Nas Maldivas fizemos o snorkelling em alto mar e a viagem de barco onde vimos imensos golfinhos, gostamos muito. Operador Local: impecável, nada correu mal. Documentação: tudo ok.

Graças a vocês mais uma vez correu tudo lindamente. Aquilo que realmente faz o turista perder tempo numa viagem, sair do aeroporto, dicas de viagem, mobilidade, cartão de acesso a atracções e transportes, tinha já tudo sido esclarecido e tratado pela TravelTailors...só precisei mesmo de aproveitar a excelente localização do hotel e partir à descoberta da cidade. Os Transfers foram pontuais e eficientes, para mim uma mais valia na viagem, não me aborrecer em pensar como sair do apartamento! Obrigada pela vossa simpática confirmação do transfer out. O Hotel... Nem tenho palavras... Localização (para aquilo que eu procuro, fugir de zonas demasiado turísticas e perto do centro), quarto funcionalíssimo, staff amoroso e pequeno almoço demasiado bom para ser verdade. Visitei espaços verdes fantásticos, galerias de arte, pequenos museus e atracções familiares -tudo sem ser massificado e com clima ameno... Nada mais a dizer! Não precisei mesmo de me preocupar com detalhes aborrecidos... Isso para mim vale ouro! Desde já agradeço mais uma experiência fantástica e certamente numa próxima viagem não deixarei de contar convosco! (Viagem a Estocolmo)

Graças a vocês mais uma vez correu tudo lindamente. Aquilo que realmente faz o turista perder tempo numa viagem, sair do aeroporto, dicas de viagem, mobilidade, cartão de acesso a atracções e transportes, tinha já tudo sido esclarecido e tratado pela TravelTailors...só precisei mesmo de aproveitar a excelente localização do hotel e partir à descoberta da cidade. Os Transfers foram pontuais e eficientes, para mim uma mais valia na viagem, não me aborrecer em pensar como sair do apartamento! Obrigada pela vossa simpática confirmação do transfer out. O Hotel... Nem tenho palavras... Localização (para aquilo que eu procuro, fugir de zonas demasiado turísticas e perto do centro), quarto funcionalíssimo, staff amoroso e pequeno almoço demasiado bom para ser verdade. Visitei espaços verdes fantásticos, galerias de arte, pequenos museus e atracções familiares -tudo sem ser massificado e com clima ameno... Nada mais a dizer! Não precisei mesmo de me preocupar com detalhes aborrecidos... Isso para mim vale ouro! Desde já agradeço mais uma experiência fantástica e certamente numa próxima viagem não deixarei de contar convosco! (Viagem a Estocolmo)

A documentação fornecida pela TravelTailors foi espectacular, um livrinho com toda a informação cultural de uma forma geral, moeda, fuso horário, o nosso itinerário e horário bem discriminados …. Muito bom. Se escrevesse um postal para os meus amigos, diria: Olá amigos, tudo bem? Sabem onde estamos? Nas Maldivas …. Isto é brutal … As viagens são sempre um pouco entediantes mas compensa tudo o que encontrámos aqui … A ilha é lindíssima … Areia branca, água azul, alojamento sempre limpo e tratado, staff espectacular e muito simpático, comida diversificada e deliciosa, cocktails e mocktails espectaculares e muito originais…!! Excelente! Já para não falar da fauna e flora, os peixes, as zonas de snorkling, tartarugas, raias, …, o sunset cruise, … e o jacuzzi water vila onde estamos instalados ….. Nem vos contamos …. Acesso privado à água, um espaço formidável e como ficámos com a varanda virada para o pôr-do-sol … Podem imaginar, eu e a Anaïs, no jacuzzi a ver o pôr-do-sol … Tudo nesta viagem é romântico. Muito bom mesmo! Correu tudo muito bem, o facto de já termos o check-in, em relação aos lugares da frente e na janela, foi excelente. Algo que nos agradou também foi o facto do tempo para o voo de ligação em Istambul ter sido de apenas 2 horas; foi suficiente para fazermos compras e ver lojas e seguir a nossa viagem para o destino final. Quanto ao Resort foi simplesmente espectacular. O alojamento que nos foi atribuído tinha a varanda virada para o pôr-do-sol, o que dava fins de tarde excelentes, limpinho, ar condicionado. O facto de ter refeições em formato buffet e intercontinental foi muito bom, pois apesar de nós não sermos esquisitos, permitiu-nos experimentar comidas de vários sítios. Um situação também engraçada foi o facto de dar a sensação que, em cada dia, havia comida mais direccionada para uma determinada região ou país, como México, Índia, Maldivas… Além disso a comida era muito boa e diversificada. Além de tudo o que estava incluído, ainda existiram algumas excursões que poderíamos ter feito. Não fizemos… preferimos desfrutar com os pés na areia do que ir em iates de luxo. Mesmo assim fomos a uma (sunset “puch” cruise), que por acaso era oferta para assistir ao pôr-do-sol numa lancha a beber uma bebida (alcoólica para quem queria e sumo apenas para quem não queria) e … adorámos! Grande sorte a nossa que andámos grande parte do tempo junto de cerca de 40 golfinhos que por ali passavam! Além da simpatia destas criaturas ainda pudemos contar com saltos e saltinhos acrobáticos dos mesmos. Na ilha tudo está orientado para nos fazer sentir bem e como se estivéssemos em casa. As pessoas do staff são super atenciosas e simpáticas, sempre prestáveis. Os empregados que eram responsáveis por nos trazer as bebidas durante as refeições foram super educados, sempre a dar conselhos de como desfrutar o melhor possível da ilha e portanto... Excelente.

A documentação fornecida pela TravelTailors foi espectacular, um livrinho com toda a informação cultural de uma forma geral, moeda, fuso horário, o nosso itinerário e horário bem discriminados …. Muito bom. Se escrevesse um postal para os meus amigos, diria: Olá amigos, tudo bem? Sabem onde estamos? Nas Maldivas …. Isto é brutal … As viagens são sempre um pouco entediantes mas compensa tudo o que encontrámos aqui … A ilha é lindíssima … Areia branca, água azul, alojamento sempre limpo e tratado, staff espectacular e muito simpático, comida diversificada e deliciosa, cocktails e mocktails espectaculares e muito originais…!! Excelente! Já para não falar da fauna e flora, os peixes, as zonas de snorkling, tartarugas, raias, …, o sunset cruise, … e o jacuzzi water vila onde estamos instalados ….. Nem vos contamos …. Acesso privado à água, um espaço formidável e como ficámos com a varanda virada para o pôr-do-sol … Podem imaginar, eu e a Anaïs, no jacuzzi a ver o pôr-do-sol … Tudo nesta viagem é romântico. Muito bom mesmo! Correu tudo muito bem, o facto de já termos o check-in, em relação aos lugares da frente e na janela, foi excelente. Algo que nos agradou também foi o facto do tempo para o voo de ligação em Istambul ter sido de apenas 2 horas; foi suficiente para fazermos compras e ver lojas e seguir a nossa viagem para o destino final. Quanto ao Resort foi simplesmente espectacular. O alojamento que nos foi atribuído tinha a varanda virada para o pôr-do-sol, o que dava fins de tarde excelentes, limpinho, ar condicionado. O facto de ter refeições em formato buffet e intercontinental foi muito bom, pois apesar de nós não sermos esquisitos, permitiu-nos experimentar comidas de vários sítios. Um situação também engraçada foi o facto de dar a sensação que, em cada dia, havia comida mais direccionada para uma determinada região ou país, como México, Índia, Maldivas… Além disso a comida era muito boa e diversificada. Além de tudo o que estava incluído, ainda existiram algumas excursões que poderíamos ter feito. Não fizemos… preferimos desfrutar com os pés na areia do que ir em iates de luxo. Mesmo assim fomos a uma (sunset “puch” cruise), que por acaso era oferta para assistir ao pôr-do-sol numa lancha a beber uma bebida (alcoólica para quem queria e sumo apenas para quem não queria) e … adorámos! Grande sorte a nossa que andámos grande parte do tempo junto de cerca de 40 golfinhos que por ali passavam! Além da simpatia destas criaturas ainda pudemos contar com saltos e saltinhos acrobáticos dos mesmos. Na ilha tudo está orientado para nos fazer sentir bem e como se estivéssemos em casa. As pessoas do staff são super atenciosas e simpáticas, sempre prestáveis. Os empregados que eram responsáveis por nos trazer as bebidas durante as refeições foram super educados, sempre a dar conselhos de como desfrutar o melhor possível da ilha e portanto... Excelente.

Uma viagem de sonho, muito obrigada pela vossa eficiência, cuidado e personalização da construção de um roteiro que nos permitiu exaltar todos os sentidos. O voo para o Dubai decorreu sem incidentes e o tour noturno que lá fizemos foi excelente, vale a pena e custou-nos 40 euros. Chegámos a Auckland, cidade fantástica, povo maravilhoso, simpático e afável. O passeio de barco foi agradável e sentimos que enriqueceu a nossa viagem. Óptima localização do hotel e adorámos os restaurantes sugeridos, fantástica relação qualidade-preço. O Polynesia Spa é maravilhoso, especialmente à noite pelo contraste térmico entre a piscina aquecida e o exterior. As paisagens são de tirar o fôlego! Queenstown tem uma energia vibrante. Em Sydney tivemos óptimas experiências. A localização dos hotéis, vista sobre a cidade e a animação noturna foram espectaculares! Em Melbourne adorámos os mercados da cidade, sobretudo ao fim de semana. Gostámos imenso da visita à Ilha dos Pinguins, pouco turística e com óptimos guias! Em Hamilton Island, ficámos no espectacular Beach Hotel, absolutamente impecável. A viagem à Grande Barreira de Coral foi excelente e pudemos fazer mergulho a um preço nada exorbitante. No sítio onde ficámos, a praia tinha um fabuloso recife onde se podiam avistar tartarugas enormes!

Uma viagem de sonho, muito obrigada pela vossa eficiência, cuidado e personalização da construção de um roteiro que nos permitiu exaltar todos os sentidos. O voo para o Dubai decorreu sem incidentes e o tour noturno que lá fizemos foi excelente, vale a pena e custou-nos 40 euros. Chegámos a Auckland, cidade fantástica, povo maravilhoso, simpático e afável. O passeio de barco foi agradável e sentimos que enriqueceu a nossa viagem. Óptima localização do hotel e adorámos os restaurantes sugeridos, fantástica relação qualidade-preço. O Polynesia Spa é maravilhoso, especialmente à noite pelo contraste térmico entre a piscina aquecida e o exterior. As paisagens são de tirar o fôlego! Queenstown tem uma energia vibrante. Em Sydney tivemos óptimas experiências. A localização dos hotéis, vista sobre a cidade e a animação noturna foram espectaculares! Em Melbourne adorámos os mercados da cidade, sobretudo ao fim de semana. Gostámos imenso da visita à Ilha dos Pinguins, pouco turística e com óptimos guias! Em Hamilton Island, ficámos no espectacular Beach Hotel, absolutamente impecável. A viagem à Grande Barreira de Coral foi excelente e pudemos fazer mergulho a um preço nada exorbitante. No sítio onde ficámos, a praia tinha um fabuloso recife onde se podiam avistar tartarugas enormes!

De uma forma geral adorámos o Safari, adorámos o Masai Mara! Tem uma beleza diferente do Serengueti, e adorámos também o Samburu... Vimos todos os principais animais (big 6 porque vimos os 2 tipos de rinoceronte). Também vimos as espécies especiais que existem no Samburu (zebra, girafa e girafa-gazela) e no Nakuru! Aproveito para informar que o Kenya está com um nível baixíssimo de turismo/Safari, havendo lodges onde estavamos sozinhos...! Eles estão com baixo nível de turismo há 3 anos... Outros pontos a realçar: 1. O estilo de Safari no Kenya não tem nada a ver com o estilo da Tanzânia....as lunch boxs praticamente não existem! O Safari é as 06h30-10h30, regressas ao lodge e só voltas para o safari as 16h00...! Ou seja, em sítios como amboseli em que chegamos lá as 12h, tivemos que ir almoçar no lodge e só saímos para Safari as 14h00 porque pedimos...porque pelo motorista apenas teríamos saído às 16h00! 2. Em relação a comida, apenas o intrépids masai Mara alcançou as expectativas, nos outros não é que a comida fosse má mas era mais do mesmo, se é que me faço entender. Ao pequeno almoço só houve buffet no Jacaranda e amboseli, todos os outros sítios era a la carte... Não que tivéssemos ficado com fome, mas entregavam-nós o pequeno-almoço como sendo aquilo e nada mais!

Hotel Jacaranda - Ok, pessoal muito simpático, com nós comida e pequeno-almoço buffet.
Sopa lodge amboseli - são 83 cabanas e estavam 4 ocupadas; pessoal simpático; comida ok. Ficamos no quarto com vista para o kilimanjaro, obrigada pelo pedido. O lodge fica fora do amboseli park pelo que o game drive tem que acabar a horas de estares fora do parque até as 18h30.
Intrépids samburu - tudo ok, óptima localização.
Sopa lodge nakuru - lodge é novo e está tudo com muitíssimo bom aspecto; o senão deste lodge é que embora seja no parque e tenha uma vista fantástica, fica longe da zona com animais pelo que na altura de regressar ao lodge tem que se regressar mais cedo.
Intrépids masai Mara - lodge mais antigo que o samburu, a precisar de algumas remodelações mas adoramos. A comida foi das melhores, e o pessoal do hotel muito simpático. Lodge fica mesmo ao lado da pista aérea, e fica na parte norte do Masai Mara. Tivemos sorte porque havia muitos animais na parte norte devido ao início da migração das zebras e gnus da Tanzânia para kenya e estavam a chegar a parte norte do masai Mara...e acabamos por ver praticamente tudo lá ( excepção para os wild dogs e leopardo).

De uma forma geral adorámos o Safari, adorámos o Masai Mara! Tem uma beleza diferente do Serengueti, e adorámos também o Samburu... Vimos todos os principais animais (big 6 porque vimos os 2 tipos de rinoceronte). Também vimos as espécies especiais que existem no Samburu (zebra, girafa e girafa-gazela) e no Nakuru! Aproveito para informar que o Kenya está com um nível baixíssimo de turismo/Safari, havendo lodges onde estavamos sozinhos...! Eles estão com baixo nível de turismo há 3 anos... Outros pontos a realçar: 1. O estilo de Safari no Kenya não tem nada a ver com o estilo da Tanzânia....as lunch boxs praticamente não existem! O Safari é as 06h30-10h30, regressas ao lodge e só voltas para o safari as 16h00...! Ou seja, em sítios como amboseli em que chegamos lá as 12h, tivemos que ir almoçar no lodge e só saímos para Safari as 14h00 porque pedimos...porque pelo motorista apenas teríamos saído às 16h00! 2. Em relação a comida, apenas o intrépids masai Mara alcançou as expectativas, nos outros não é que a comida fosse má mas era mais do mesmo, se é que me faço entender. Ao pequeno almoço só houve buffet no Jacaranda e amboseli, todos os outros sítios era a la carte... Não que tivéssemos ficado com fome, mas entregavam-nós o pequeno-almoço como sendo aquilo e nada mais!

Hotel Jacaranda - Ok, pessoal muito simpático, com nós comida e pequeno-almoço buffet.
Sopa lodge amboseli - são 83 cabanas e estavam 4 ocupadas; pessoal simpático; comida ok. Ficamos no quarto com vista para o kilimanjaro, obrigada pelo pedido. O lodge fica fora do amboseli park pelo que o game drive tem que acabar a horas de estares fora do parque até as 18h30.
Intrépids samburu - tudo ok, óptima localização.
Sopa lodge nakuru - lodge é novo e está tudo com muitíssimo bom aspecto; o senão deste lodge é que embora seja no parque e tenha uma vista fantástica, fica longe da zona com animais pelo que na altura de regressar ao lodge tem que se regressar mais cedo.
Intrépids masai Mara - lodge mais antigo que o samburu, a precisar de algumas remodelações mas adoramos. A comida foi das melhores, e o pessoal do hotel muito simpático. Lodge fica mesmo ao lado da pista aérea, e fica na parte norte do Masai Mara. Tivemos sorte porque havia muitos animais na parte norte devido ao início da migração das zebras e gnus da Tanzânia para kenya e estavam a chegar a parte norte do masai Mara...e acabamos por ver praticamente tudo lá ( excepção para os wild dogs e leopardo).

A nossa lua-de-mel foi mesmo a viagem que queríamos! Desde a praia paradisíaca que encontrámos nas Maldivas, óptima para relaxar, até ao staff do Meeru Island Resort super atencioso e preocupado em proporcionar-nos uma óptima estadia, passando pelas várias activdades disponíveis e já incluídas no nosso pacote. Também o Dubai foi uma agradável surpresa, com muitos pontos de interesse a visitar, uma cidade em que nos sentimos sempre seguros e tranquilos na rua e com visitas fantásticas a Abu Dhabi e um Safari no deserto com direito a percurso TT pelas dunas e a andar de camelo. Realmente uma viagem de sonho! Obrigada à equipa da TravelTailors, que se mostrou sempre disponível para esclarecer as nossas dúvidas e para ir de encontro aos nossos pedidos.

A nossa lua-de-mel foi mesmo a viagem que queríamos! Desde a praia paradisíaca que encontrámos nas Maldivas, óptima para relaxar, até ao staff do Meeru Island Resort super atencioso e preocupado em proporcionar-nos uma óptima estadia, passando pelas várias activdades disponíveis e já incluídas no nosso pacote. Também o Dubai foi uma agradável surpresa, com muitos pontos de interesse a visitar, uma cidade em que nos sentimos sempre seguros e tranquilos na rua e com visitas fantásticas a Abu Dhabi e um Safari no deserto com direito a percurso TT pelas dunas e a andar de camelo. Realmente uma viagem de sonho! Obrigada à equipa da TravelTailors, que se mostrou sempre disponível para esclarecer as nossas dúvidas e para ir de encontro aos nossos pedidos.

Gostámos tanto da viagem que até recomendamos aos nossos amigos! Se tivesse escrito um cartão postal sobre a viagem, escreveria: Venham ter connosco! Os inesquecíveis banhos de mar, o verde exuberante das paisagens e os agradáveis passeios foram de uma extrema leveza. Os voos e transfers correram sempre de acordo com o planeado. Em relação aos hotéis podemos destacar coisas positivas e negativas. O hotel Pestana em São Tomé e o Bom Bom no Príncipe destacaram-se positivamente. O Pestana Equador no Ilhéu das Rolas é bem localizado, mas em termos de funcionamento poderia ser melhor, principalmente no que diz respeito à falta de diversidade do menu e manutenção dos quartos. Nós adoramos o almoço na tasca das roças em São Tomé e a maior parte das visitas, no entanto, a última poderia ter tido mais informação relevante sobre o local. Todos os outros serviços estavam de acordo com as nossas expectativas.

Gostámos tanto da viagem que até recomendamos aos nossos amigos! Se tivesse escrito um cartão postal sobre a viagem, escreveria: Venham ter connosco! Os inesquecíveis banhos de mar, o verde exuberante das paisagens e os agradáveis passeios foram de uma extrema leveza. Os voos e transfers correram sempre de acordo com o planeado. Em relação aos hotéis podemos destacar coisas positivas e negativas. O hotel Pestana em São Tomé e o Bom Bom no Príncipe destacaram-se positivamente. O Pestana Equador no Ilhéu das Rolas é bem localizado, mas em termos de funcionamento poderia ser melhor, principalmente no que diz respeito à falta de diversidade do menu e manutenção dos quartos. Nós adoramos o almoço na tasca das roças em São Tomé e a maior parte das visitas, no entanto, a última poderia ter tido mais informação relevante sobre o local. Todos os outros serviços estavam de acordo com as nossas expectativas.

A viagem decorreu pontualmente e sem problemas, assim como os Transfers. Hotel confortável, com pessoal atencioso e boa comida. O Safari no deserto foi emocionante, éramos cerca de 100 jeeps, todos a ir por dunas e no final foi servido um jantar árabe que foi muito profissional e engraçado. O guia não era muito simpático, mas era profissional. Em Abu Dhabi, visitamos a Mesquita principal e uma loja de produtos locais, tudo muito interessante, o guia neste passeio era bastante mais simpático e respondeu todas as dúvidas sobre Abu Dhabi no autocarro! Os táxis são bastante baratos e recomendo vivamente uma visita ao Centro Comercial Dubai Mall. A imagem mais marcante do Dubai é a sua enorme beleza arquitetónica, ideal para uma escapada. Abu Dhabi também marca pela inovação no design arquitetónico e a curto prazo será igualmente um destino de eleição. Deixo como sugestão que se aposte em guias europeus.

A viagem decorreu pontualmente e sem problemas, assim como os Transfers. Hotel confortável, com pessoal atencioso e boa comida. O Safari no deserto foi emocionante, éramos cerca de 100 jeeps, todos a ir por dunas e no final foi servido um jantar árabe que foi muito profissional e engraçado. O guia não era muito simpático, mas era profissional. Em Abu Dhabi, visitamos a Mesquita principal e uma loja de produtos locais, tudo muito interessante, o guia neste passeio era bastante mais simpático e respondeu todas as dúvidas sobre Abu Dhabi no autocarro! Os táxis são bastante baratos e recomendo vivamente uma visita ao Centro Comercial Dubai Mall. A imagem mais marcante do Dubai é a sua enorme beleza arquitetónica, ideal para uma escapada. Abu Dhabi também marca pela inovação no design arquitetónico e a curto prazo será igualmente um destino de eleição. Deixo como sugestão que se aposte em guias europeus.

- Voos - sem intercorrências, sem atrasos, de salientar pela positiva o serviço de Emirates, o avião de regresso (Sidney - Dubai) tinha condições extraordinárias. Os voos de VA não erão tão bons e por ser loocost não estava incluido qualquer comida, apenas serviam bebidas, o resto era tudo a pagar (nos por acaso levavamos snacks e comida que deixam passar na alfandega) - Transfers - sempre pontuais. - Hotéis: Dubai - foi excelente (enorme e muito comodo) Australia e NZ - muitos não tinham wi-fi nem na recepção do hotel (ex hotel em Queenstown - Tanoa Aspen Hotel. Este mesmo hotel em Queenstown era longe do centro a 30 min, mas o pior não era a distancia, mas sim que era no alto e rua muito ingreme sempre a subir quando de regresso para hotel. A vista era fantastica (pq tivemos um quarto superior por estarmos em lua de mel) mas não sei se não seria melhor um mais central ou mais perto do centro. Embora houvesse bus que fazia trajecto dos hoteis que cada trajecto custava 4€/pessoa - Comida - excelente nas visitas/tour incluídos, principalmente no cruzeiro de Milford Sound em que a comida era excelente tanto o jantar como o pequeno almoço e por estarmos em lua de mel ofereceram uma garrafa de vinho. O peq almoço em Hamilton Island - era muito bom, era bufet continental e podiamos comer em 3 hoteis diferentes ( no nosso Pool Terrace Restaurant, no Sails Steak & seadod grill e no Wild Life Hamilton Isalnd - neste ultimo o peq almoço era com koalas pertinho de nos nas arvores e também havia possibilidade de tirar foto a pagar com koala ao colo. - Actividades/ Visitas - pelo nosso itinerário excluía a visita a floresta tropical, era o única visita que excluía, porque era muito semelhante ao que já tínhamos visto anteriormente e nao era nada de especial. O unico ponto a mudar foi este dia, que podia ser acrescentado para mais um dia na Halminton Island que é um sonho. - Documentação - adequada e o vosso livrinho é maravilhoso e nos locais nos hoteis eram fornecidos gratuitamente mapas das cidades o que era optimo

- Voos - sem intercorrências, sem atrasos, de salientar pela positiva o serviço de Emirates, o avião de regresso (Sidney - Dubai) tinha condições extraordinárias. Os voos de VA não erão tão bons e por ser loocost não estava incluido qualquer comida, apenas serviam bebidas, o resto era tudo a pagar (nos por acaso levavamos snacks e comida que deixam passar na alfandega) - Transfers - sempre pontuais. - Hotéis: Dubai - foi excelente (enorme e muito comodo) Australia e NZ - muitos não tinham wi-fi nem na recepção do hotel (ex hotel em Queenstown - Tanoa Aspen Hotel. Este mesmo hotel em Queenstown era longe do centro a 30 min, mas o pior não era a distancia, mas sim que era no alto e rua muito ingreme sempre a subir quando de regresso para hotel. A vista era fantastica (pq tivemos um quarto superior por estarmos em lua de mel) mas não sei se não seria melhor um mais central ou mais perto do centro. Embora houvesse bus que fazia trajecto dos hoteis que cada trajecto custava 4€/pessoa - Comida - excelente nas visitas/tour incluídos, principalmente no cruzeiro de Milford Sound em que a comida era excelente tanto o jantar como o pequeno almoço e por estarmos em lua de mel ofereceram uma garrafa de vinho. O peq almoço em Hamilton Island - era muito bom, era bufet continental e podiamos comer em 3 hoteis diferentes ( no nosso Pool Terrace Restaurant, no Sails Steak & seadod grill e no Wild Life Hamilton Isalnd - neste ultimo o peq almoço era com koalas pertinho de nos nas arvores e também havia possibilidade de tirar foto a pagar com koala ao colo. - Actividades/ Visitas - pelo nosso itinerário excluía a visita a floresta tropical, era o única visita que excluía, porque era muito semelhante ao que já tínhamos visto anteriormente e nao era nada de especial. O unico ponto a mudar foi este dia, que podia ser acrescentado para mais um dia na Halminton Island que é um sonho. - Documentação - adequada e o vosso livrinho é maravilhoso e nos locais nos hoteis eram fornecidos gratuitamente mapas das cidades o que era optimo

Foram 2 semanas intensas aproveitadas ao máximo com uma agenda equilibrada de cultura e lazer. Começámos por Singapura. Cosmopolita e ao mesmo tempo mantém as tradições dos povos que lhe deram origem, combinando tradição e modernidade. Seguimos para Bali, onde a praia é imensa. Aqui conhecemos a cultura em detalhe - a religião, o artesanato e os costumes. De barco partimos para Lombok, um paraíso que o turismo ainda não destruiu. O azul do mar conquista o olhar e a simpatia das pessoas faz-nos querer voltar. Sugerimos adicionar à lista de restaurantes recomendados em Bali - Fat Chow, com entrada, prato, sobremesa (a dividir), cerveja ficou por 20€/25€ por pessoa. Os guias em Bali e Lombok foram espetaculares - montanhas de informação e super prestáveis. Negativo: ficámos sem perceber se as visitas tinham sido validadas pelo operador local porque as de dia inteiro tinham imensas coisas para um só dia e em nenhuma delas foi possível ver tudo o que estava planeado. Documentação: super útil e andou sempre connosco. quase que ficava esquecido o livrinho numa gelataria em Singapura mas lembramo-nos a tempo de o recuperar :) adorámos os conversores de moeda!

Foram 2 semanas intensas aproveitadas ao máximo com uma agenda equilibrada de cultura e lazer. Começámos por Singapura. Cosmopolita e ao mesmo tempo mantém as tradições dos povos que lhe deram origem, combinando tradição e modernidade. Seguimos para Bali, onde a praia é imensa. Aqui conhecemos a cultura em detalhe - a religião, o artesanato e os costumes. De barco partimos para Lombok, um paraíso que o turismo ainda não destruiu. O azul do mar conquista o olhar e a simpatia das pessoas faz-nos querer voltar. Sugerimos adicionar à lista de restaurantes recomendados em Bali - Fat Chow, com entrada, prato, sobremesa (a dividir), cerveja ficou por 20€/25€ por pessoa. Os guias em Bali e Lombok foram espetaculares - montanhas de informação e super prestáveis. Negativo: ficámos sem perceber se as visitas tinham sido validadas pelo operador local porque as de dia inteiro tinham imensas coisas para um só dia e em nenhuma delas foi possível ver tudo o que estava planeado. Documentação: super útil e andou sempre connosco. quase que ficava esquecido o livrinho numa gelataria em Singapura mas lembramo-nos a tempo de o recuperar :) adorámos os conversores de moeda!

Aviões – Ibéria tem bom serviço e é pontual; o tempo de ligação no regresso é que foi pesado.
Hotéis – gostei bastante do Tambo del Inka, desde a localização, conforto, espaços sociais e serviço impecável. Recomenda-se ! Gostei muito também do conceito do Inka Terra em Aguas Calientes, onde os quartos são em pequenas vilas. Neste último, os mosquitos são um adversário a considerar, sendo de recomendar a compra de repelente local, pois os que levamos de cá não metem muito medo aos mosquitos peruanos). A comida no Inka Terra tem variedade limitada, ao pequeno almoço e no buffet de jantar. O Palacio del Inka é bom, mas os quartos são pouco arejados e com um pé alto bastante baixo, o que diminui o conforto e piora os sintomas de altitude. Se voltasse a Cusco, recomendaria o Monasterio, que vi de fora e não voltaria àquele onde estive. O Casa Andina em Lima é qb, tendo uma boa localização, mas por perto há o Four Points e o Marriot que me pareceram melhores.
Transfers – Cumpriram e foram atenciosos.
Programa – O Hiram Bigan fornece um brunch na ida para Aguas Calientes. Por isso, na chegada não faz sentido ir almoçar ao Santuary Lodge pois quando se chega lá não se tem fome nenhuma. O operador local trocou-nos o almoço de 24 para o dia seguinte para não perdermos o valor do almoço. É um aspecto a reter.

Restaurantes onde estivemos e recomendamos:

Em Cusco : Chi Cha (Calle Heladeros) e Cicciolina (Calle Triunfo 393) , ainda que não sejam de preços muito acessíveis
Lima : Fiesta Gourmet Restaurant (Av Reducto 1278, em Miraflores).

Em resumo, recomenda-se o Peru e Lima é uma cidade gira, com muita coisa para ver. Do que vimos e não aparece nos guias, sugerimos o Larcomar, misto de zona de lazer e centro comercial junto ao mar e o Parque das Águas (também conhecido por parque del reposo, junto ao Estádio Nacional), bonito para passear e ver as muitas e variadas fontes e repuxos.

Aviões – Ibéria tem bom serviço e é pontual; o tempo de ligação no regresso é que foi pesado.
Hotéis – gostei bastante do Tambo del Inka, desde a localização, conforto, espaços sociais e serviço impecável. Recomenda-se ! Gostei muito também do conceito do Inka Terra em Aguas Calientes, onde os quartos são em pequenas vilas. Neste último, os mosquitos são um adversário a considerar, sendo de recomendar a compra de repelente local, pois os que levamos de cá não metem muito medo aos mosquitos peruanos). A comida no Inka Terra tem variedade limitada, ao pequeno almoço e no buffet de jantar. O Palacio del Inka é bom, mas os quartos são pouco arejados e com um pé alto bastante baixo, o que diminui o conforto e piora os sintomas de altitude. Se voltasse a Cusco, recomendaria o Monasterio, que vi de fora e não voltaria àquele onde estive. O Casa Andina em Lima é qb, tendo uma boa localização, mas por perto há o Four Points e o Marriot que me pareceram melhores.
Transfers – Cumpriram e foram atenciosos.
Programa – O Hiram Bigan fornece um brunch na ida para Aguas Calientes. Por isso, na chegada não faz sentido ir almoçar ao Santuary Lodge pois quando se chega lá não se tem fome nenhuma. O operador local trocou-nos o almoço de 24 para o dia seguinte para não perdermos o valor do almoço. É um aspecto a reter.

Restaurantes onde estivemos e recomendamos:

Em Cusco : Chi Cha (Calle Heladeros) e Cicciolina (Calle Triunfo 393) , ainda que não sejam de preços muito acessíveis
Lima : Fiesta Gourmet Restaurant (Av Reducto 1278, em Miraflores).

Em resumo, recomenda-se o Peru e Lima é uma cidade gira, com muita coisa para ver. Do que vimos e não aparece nos guias, sugerimos o Larcomar, misto de zona de lazer e centro comercial junto ao mar e o Parque das Águas (também conhecido por parque del reposo, junto ao Estádio Nacional), bonito para passear e ver as muitas e variadas fontes e repuxos.

Quanto à viagem correu tudo lindamente, não tivemos problemas com nada, os hotéis eram óptimos e todos os transferes e actividades organizadas funcionaram na perfeição. O booklet deu imenso jeito e conseguimos fazer a maior parte do que estava sugerido. Talvez pudéssemos ter feito uma outra actividade em vez das duas visitas às florestas tropicais nos dias que passámos em Cairns. Obviamente que gostámos imenso mas o segundo dia foi semelhante ao primeiro e talvez pudéssemos ter feito algo diferente. A experiência foi sem dúvida muito positiva e sem dúvida que recomendaríamos os vossos serviços a qualquer pessoa que desejasse uma viagem personalizada. Muito obrigada por toda a organização e parabéns!

Quanto à viagem correu tudo lindamente, não tivemos problemas com nada, os hotéis eram óptimos e todos os transferes e actividades organizadas funcionaram na perfeição. O booklet deu imenso jeito e conseguimos fazer a maior parte do que estava sugerido. Talvez pudéssemos ter feito uma outra actividade em vez das duas visitas às florestas tropicais nos dias que passámos em Cairns. Obviamente que gostámos imenso mas o segundo dia foi semelhante ao primeiro e talvez pudéssemos ter feito algo diferente. A experiência foi sem dúvida muito positiva e sem dúvida que recomendaríamos os vossos serviços a qualquer pessoa que desejasse uma viagem personalizada. Muito obrigada por toda a organização e parabéns!

A viagem foi ótima. Os parques naturais são claramente o auge da viagem. Sobretudo o Grand Canyon que é algo de único. De resto gostamos muito do trajeto em si. Acho que o trajeto que fizemos é claramente o ideal e tem um bom mix entre parques naturais e cidades. Das cidades a que gostamos mais foi Santa Mónica. A rua principal de Santa Mónica é ideal para passear à noite e a zona do pier também é muito engraçada. Os hotéis também eram todos muito bons, sendo quem, uma vez mais, o do Grand Canyon era particularmente bom pela sua localização. Ficava mesmo junto a uma das vistas mais incríveis do parque. A única coisa que podia modificar, se alguém fizesse a mesma viagem, seria alterar o dia do espetáculo para o dia seguinte ao dia de chegada a Las Vegas (no nosso caso não era possível porque nos dias seguinte já não havia mais espetáculos). Embora tenha gostado muito do espetáculo, de Grand Canyon a Las Vegas são 5 horas de viagem e no fim do espetáculo já estava mesmo muito cansado. Por ultimo, tenho mesmo de falar do Ford Mustang. Para alguém como eu que adora esse carro, a viagem de Mustang é impagável. Foi das coisas mais clichés que fizemos, mas foi perfeito! Uma vez mais muito obrigado. Vamos agora começar a pensar na viagem para o próximo ano…

A viagem foi ótima. Os parques naturais são claramente o auge da viagem. Sobretudo o Grand Canyon que é algo de único. De resto gostamos muito do trajeto em si. Acho que o trajeto que fizemos é claramente o ideal e tem um bom mix entre parques naturais e cidades. Das cidades a que gostamos mais foi Santa Mónica. A rua principal de Santa Mónica é ideal para passear à noite e a zona do pier também é muito engraçada. Os hotéis também eram todos muito bons, sendo quem, uma vez mais, o do Grand Canyon era particularmente bom pela sua localização. Ficava mesmo junto a uma das vistas mais incríveis do parque. A única coisa que podia modificar, se alguém fizesse a mesma viagem, seria alterar o dia do espetáculo para o dia seguinte ao dia de chegada a Las Vegas (no nosso caso não era possível porque nos dias seguinte já não havia mais espetáculos). Embora tenha gostado muito do espetáculo, de Grand Canyon a Las Vegas são 5 horas de viagem e no fim do espetáculo já estava mesmo muito cansado. Por ultimo, tenho mesmo de falar do Ford Mustang. Para alguém como eu que adora esse carro, a viagem de Mustang é impagável. Foi das coisas mais clichés que fizemos, mas foi perfeito! Uma vez mais muito obrigado. Vamos agora começar a pensar na viagem para o próximo ano…

Viagem irrepreensível. Não há nd a dizer sñ bem. Mauricias é a Mãe África com influências Indianas, natureza, paraíso da praia, hotel de Qualidade suprema. E o Povo, o Grande Povo. Tantas as Lições de Vida, basta sair do hotel. Mas sem assustar nngm. Tudo mt sereno e seguro. Tudo mt organizado. Do princípio ao fim. Apoio logo à chegada. Mudaram até, a meu pedido, o briefing para compra de actividades q estava agendado p o dia seguinte e foi logo no dia da chegada. Assim pude optimizar as actividades. O Hotel Long Beach é qq coisa de mt bom. 1001 ambientes diferentes e 1001 actividades, 1001 coisas p comer e um quarto com vista de primeira linha para o mar.... Por todos os motivos do mundo, recomendo este destino para o reset e para se voltar a contactar com pessoas e com o bom que isso é, apesar de que o Long Beach é um hotel com ambiente mais exclusivo e mt sossegado, ñ há o maralhal.

Viagem irrepreensível. Não há nd a dizer sñ bem. Mauricias é a Mãe África com influências Indianas, natureza, paraíso da praia, hotel de Qualidade suprema. E o Povo, o Grande Povo. Tantas as Lições de Vida, basta sair do hotel. Mas sem assustar nngm. Tudo mt sereno e seguro. Tudo mt organizado. Do princípio ao fim. Apoio logo à chegada. Mudaram até, a meu pedido, o briefing para compra de actividades q estava agendado p o dia seguinte e foi logo no dia da chegada. Assim pude optimizar as actividades. O Hotel Long Beach é qq coisa de mt bom. 1001 ambientes diferentes e 1001 actividades, 1001 coisas p comer e um quarto com vista de primeira linha para o mar.... Por todos os motivos do mundo, recomendo este destino para o reset e para se voltar a contactar com pessoas e com o bom que isso é, apesar de que o Long Beach é um hotel com ambiente mais exclusivo e mt sossegado, ñ há o maralhal.

Confesso que quando optei por esta viagem, já muito perto do dia da partida, muita gente me colocou dúvidas sobre o facto de eu viajar sozinha, que iria detestar... Pois bem, foi totalmente o oposto e fiquei com vontade de não ter pedido mais dias :).Como dizem os Locais, Cape Verde No Stress :).Fui muito bem recebida quer pelo operador Soltropico através dos seus funcionários, quer pelo Hotel Riu Funaná.Em momento algum me senti realmente sozinha.Relativamente ao Hotel foi uma excelente escolha, pois o Funaná por ser o mais antigo é o mais bem situado, quer em relação à praia quer em relação ao almoço. No Hotel Garopa não servem almoço a não ser no restaurante da piscina, e aí a ementa é algo repetitiva. Fiquei alojada no bloco 3 que fica a meio do complexo, por assim dizer. De salientar que o hotel esta em constantes renovações e actualmente dispõem nos seus quartos tv LCD e sintoniza canais portugueses (sempre dá para manter as noticias actualizadas). O hotel e praia mantêm várias actividades ao longo do dia e assim que possível envio o que me entregaram à chegada do Hotel. Foi nos fornecido um mapa, com várias opções, desde locais de refeição, horários, quais as actividades, os locais e horários das mesmas. Posso dizer que passei os meus dias, entre o zumba, aquagym, aeróbica, piscina, jacuzzi.... e a ler um bom livro.Quanto a praia, a agua é quente, cristalina, conseguimos ver os peixes na orla da praia, mas a desvantagem é a ondulação, principalmente para quem não sabe nadar como eu. A praia é vigiada, e a bandeira esta normalmente amarela. Podemos usar aqui a toalha do hotel. Eu como viajante sozinha optei por contratar os tours, achei mais fiável, embora junta à praia existem varias outras pessoas vendendo tours. O problema é que alguns deles não sabemos se estão devidamente legalizados e viaja-se na parte de trás de uma pickup em bancos improvisados. É mais barato, mas não compensa o risco, ate porque o seguro de viajem não cobre. Eu paguei €25 por meio dia, mas a viagem foi em autocarro com ar condicionado. Vimos os pontos mais interessantes da ilha, desde Espargos, Olho Azul, a Buracona, as Salinas (paga-se €5,00 para entrada + €1,00 para banho de agua doce). Fiz também uma tarde em catmaran €40,00 com direito a snack (basicamente umas bolachas e salgados tipicos e coca cola ou agua). O objectivo era ver os golfinhos e baleias, mas apenas vimos tartarugas e peixes voados. Mesmo assim, foi uma tarde deliciosa. Em ambos os Tours tivemos direito a um paparazzo que nos vendia o cd com fotos nossas e da ilha e algumas musicas típicas por €20/tour. Uma das coisas que o guia nos alertou foi para o facto de necessidades básicas na ilha a nível educacional, pelo que nos pediu para em algum momento dar esmolas. Pediu sim, para os próximos viajantes levarem na mala, material essencial de estudo, como cadernos, lápis, canetas, borrachas... livros, o que estiver ao nosso alcance. Actualmente aquelas crianças devido ao dinheiro fácil das esmolas, estão a abandonar cada vez mais uma escola, que é obrigatório ate ao 6º ano. Nota Importante: à chegada ao hotel temos de pagar ao mesmo €2, por noite de estadia e por adulto e criança a partir de uma idade que já não me recordo, mas posso confirmar posteriormente.Recomendo no Hotel, experimentarem o restaurante Cabo Verde e a sua deliciosa cachupa. Nas refeições do hotel só tenho a dizer bem, ao contrario de outras pessoas que por lá passaram, pois mantive a mesma postura que mantinha cá e em casa, ou seja o mesmo tipo de peq. almoço, o mesmo modo de almoçar ou jantar, isto é: sopa, um prato e sobremesa. Há uma enorme variedade de refeições servidas em bufett e 2 vezes semana ainda faziam noite temáticas ( na minha semana foi espanhola e portuguesa). E se eu disser que faria mais uma semana sem repetir as mesmas refeições, estando o hotel programado para servir o mesmo semana após semana? Os espectáculos nocturnos no hotel são também divinais. Passei bom momentos. E também tem discoteca... ate 2h da manha. Caso alguém pretenda ir a uma fora do hotel, o guia organiza uma ida as mesmas ou ate os próprios funcionários do hotel. Relativamente ao Visto, não há inconveniente se tiver de ser tratado à chegada, no aeroporto. Aquilo basicamente é pagar e estamos aviados, pelo que vi por outra pessoa que não levou Visto daqui. O transfer excelente, em autocarro com ar condicionado e acompanhamento personalizado. O Voo, bem, em tudo foi o que mesmos correu bem... isto porque como o voo Porto_Lisboa atrasou por pouco perdia a ligação Lisboa_Sal. Mas mesmo com toda a correria no aeroporto de Lisboa, correu tudo bem.Agradeço a forma como a bolsa oferecida por vocês estava organizada. Foi facil eu conseguir ser uma primeira viajante.Bem, o testamento vai longo, mas como adorei a viajem não seria de esperar outra coisa :)Nota Positiva em tudo. Recomendo vivamente a Ilha do Sal e os Hoteis Riu, e claro a TravelTailors Portugal - Turismo Activo, Lda. E não, ferias em Cabo Verde não é só para casais, pessoas sozinhas até podem ter umas ferias bem melhores ;)

Confesso que quando optei por esta viagem, já muito perto do dia da partida, muita gente me colocou dúvidas sobre o facto de eu viajar sozinha, que iria detestar... Pois bem, foi totalmente o oposto e fiquei com vontade de não ter pedido mais dias :).Como dizem os Locais, Cape Verde No Stress :).Fui muito bem recebida quer pelo operador Soltropico através dos seus funcionários, quer pelo Hotel Riu Funaná.Em momento algum me senti realmente sozinha.Relativamente ao Hotel foi uma excelente escolha, pois o Funaná por ser o mais antigo é o mais bem situado, quer em relação à praia quer em relação ao almoço. No Hotel Garopa não servem almoço a não ser no restaurante da piscina, e aí a ementa é algo repetitiva. Fiquei alojada no bloco 3 que fica a meio do complexo, por assim dizer. De salientar que o hotel esta em constantes renovações e actualmente dispõem nos seus quartos tv LCD e sintoniza canais portugueses (sempre dá para manter as noticias actualizadas). O hotel e praia mantêm várias actividades ao longo do dia e assim que possível envio o que me entregaram à chegada do Hotel. Foi nos fornecido um mapa, com várias opções, desde locais de refeição, horários, quais as actividades, os locais e horários das mesmas. Posso dizer que passei os meus dias, entre o zumba, aquagym, aeróbica, piscina, jacuzzi.... e a ler um bom livro.Quanto a praia, a agua é quente, cristalina, conseguimos ver os peixes na orla da praia, mas a desvantagem é a ondulação, principalmente para quem não sabe nadar como eu. A praia é vigiada, e a bandeira esta normalmente amarela. Podemos usar aqui a toalha do hotel. Eu como viajante sozinha optei por contratar os tours, achei mais fiável, embora junta à praia existem varias outras pessoas vendendo tours. O problema é que alguns deles não sabemos se estão devidamente legalizados e viaja-se na parte de trás de uma pickup em bancos improvisados. É mais barato, mas não compensa o risco, ate porque o seguro de viajem não cobre. Eu paguei €25 por meio dia, mas a viagem foi em autocarro com ar condicionado. Vimos os pontos mais interessantes da ilha, desde Espargos, Olho Azul, a Buracona, as Salinas (paga-se €5,00 para entrada + €1,00 para banho de agua doce). Fiz também uma tarde em catmaran €40,00 com direito a snack (basicamente umas bolachas e salgados tipicos e coca cola ou agua). O objectivo era ver os golfinhos e baleias, mas apenas vimos tartarugas e peixes voados. Mesmo assim, foi uma tarde deliciosa. Em ambos os Tours tivemos direito a um paparazzo que nos vendia o cd com fotos nossas e da ilha e algumas musicas típicas por €20/tour. Uma das coisas que o guia nos alertou foi para o facto de necessidades básicas na ilha a nível educacional, pelo que nos pediu para em algum momento dar esmolas. Pediu sim, para os próximos viajantes levarem na mala, material essencial de estudo, como cadernos, lápis, canetas, borrachas... livros, o que estiver ao nosso alcance. Actualmente aquelas crianças devido ao dinheiro fácil das esmolas, estão a abandonar cada vez mais uma escola, que é obrigatório ate ao 6º ano. Nota Importante: à chegada ao hotel temos de pagar ao mesmo €2, por noite de estadia e por adulto e criança a partir de uma idade que já não me recordo, mas posso confirmar posteriormente.Recomendo no Hotel, experimentarem o restaurante Cabo Verde e a sua deliciosa cachupa. Nas refeições do hotel só tenho a dizer bem, ao contrario de outras pessoas que por lá passaram, pois mantive a mesma postura que mantinha cá e em casa, ou seja o mesmo tipo de peq. almoço, o mesmo modo de almoçar ou jantar, isto é: sopa, um prato e sobremesa. Há uma enorme variedade de refeições servidas em bufett e 2 vezes semana ainda faziam noite temáticas ( na minha semana foi espanhola e portuguesa). E se eu disser que faria mais uma semana sem repetir as mesmas refeições, estando o hotel programado para servir o mesmo semana após semana? Os espectáculos nocturnos no hotel são também divinais. Passei bom momentos. E também tem discoteca... ate 2h da manha. Caso alguém pretenda ir a uma fora do hotel, o guia organiza uma ida as mesmas ou ate os próprios funcionários do hotel. Relativamente ao Visto, não há inconveniente se tiver de ser tratado à chegada, no aeroporto. Aquilo basicamente é pagar e estamos aviados, pelo que vi por outra pessoa que não levou Visto daqui. O transfer excelente, em autocarro com ar condicionado e acompanhamento personalizado. O Voo, bem, em tudo foi o que mesmos correu bem... isto porque como o voo Porto_Lisboa atrasou por pouco perdia a ligação Lisboa_Sal. Mas mesmo com toda a correria no aeroporto de Lisboa, correu tudo bem.Agradeço a forma como a bolsa oferecida por vocês estava organizada. Foi facil eu conseguir ser uma primeira viajante.Bem, o testamento vai longo, mas como adorei a viajem não seria de esperar outra coisa :)Nota Positiva em tudo. Recomendo vivamente a Ilha do Sal e os Hoteis Riu, e claro a TravelTailors Portugal - Turismo Activo, Lda. E não, ferias em Cabo Verde não é só para casais, pessoas sozinhas até podem ter umas ferias bem melhores ;)

Esta viagem foi sem dúvida uma óptima escolha para fazermos a nossa lua de mel pois pudemos usufruir de praias magnificas (destacamos a Seven Miles nas ilhas Caimão), assim como conhecemos sítios novos, a sua cultura e história. Ir na Royal foi uma aposta vencedora graças a todo o staff, e excursões que organizaram. Transfers: tudo impecável e pontual, excepto o da MCA que ao ir para o cruzeiro atrasou-se 25min. Hotel: É um 5* em tudo. Ofereceram espumante e morangos. O pequeno almoço é excelente com panquecas feitas na hora entre outras coisas. A localização era boa, estava junto a centro com vários restaurantes e comercio. Cruzeiro: O serviço de camarote foi muito bom, o quarto era arrumado várias vezes
ao dia. O serviço de restaurante buffet sempre muito bom e nunca faltava nada, destacamos o jantar com ementas a variar todos os dias com a qualidade acima da média. As excursões correram bem. Havia sempre espectáculos à noite interessantes e variados, durante o dia havia sempre actividades a decorrer. Era tudo muito organizado, coordenado. Não nos ofereceram nada de especial pela lua-de-mel. Actividades/ Visitas: valeu a pena ir ao Centro Kennedy, é realmente algo diferente, a Dolphin Tours deu-nos muitas dicas. Um dia não chega para ver tudo mas conseguimos cobrir o essencial. Documentação: estava tudo bem organizado é claro.

Esta viagem foi sem dúvida uma óptima escolha para fazermos a nossa lua de mel pois pudemos usufruir de praias magnificas (destacamos a Seven Miles nas ilhas Caimão), assim como conhecemos sítios novos, a sua cultura e história. Ir na Royal foi uma aposta vencedora graças a todo o staff, e excursões que organizaram. Transfers: tudo impecável e pontual, excepto o da MCA que ao ir para o cruzeiro atrasou-se 25min. Hotel: É um 5* em tudo. Ofereceram espumante e morangos. O pequeno almoço é excelente com panquecas feitas na hora entre outras coisas. A localização era boa, estava junto a centro com vários restaurantes e comercio. Cruzeiro: O serviço de camarote foi muito bom, o quarto era arrumado várias vezes
ao dia. O serviço de restaurante buffet sempre muito bom e nunca faltava nada, destacamos o jantar com ementas a variar todos os dias com a qualidade acima da média. As excursões correram bem. Havia sempre espectáculos à noite interessantes e variados, durante o dia havia sempre actividades a decorrer. Era tudo muito organizado, coordenado. Não nos ofereceram nada de especial pela lua-de-mel. Actividades/ Visitas: valeu a pena ir ao Centro Kennedy, é realmente algo diferente, a Dolphin Tours deu-nos muitas dicas. Um dia não chega para ver tudo mas conseguimos cobrir o essencial. Documentação: estava tudo bem organizado é claro.

Fomos uns dias à Turquia, em viagem de turismo. Foi excelente e surpreendente quer quanto às cidades, às gentes, às paisagens e à hospitalidade, quer quanto a toda a logística inerente à deslocação. Com efeito, os horários dos voos foram cumpridos, os transfers realizados, os hotéis bem localizados proporcionaram comodidade, a comida algo exótica não transtornou, as visitas decorreram bem e a informação prestada foi suficiente, a subida em balão ao nascer do dia deslumbrou e ofereceu pura magia, não se registaram problemas com o operador, nem com a documentação nem com os demais serviços. A nível de sugestões, atrevo-me a referir que a ida e regresso a Parmukkale é algo cansativa e que o tempo disponível para visitar as ruínas da urbe romana, para tomar banho ou molhar os pés e ainda para apreciar tranquilamente as vistosas formações resultantes da acção do cálcio é manifestamente insuficiente. Porventura, o alojamento devesse situar-me mais próximo do local da visita. Não obstante, impõe-se-me felicitar-vos pelo cuidado posto na formulação da viagem. Obrigado, pois.

Fomos uns dias à Turquia, em viagem de turismo. Foi excelente e surpreendente quer quanto às cidades, às gentes, às paisagens e à hospitalidade, quer quanto a toda a logística inerente à deslocação. Com efeito, os horários dos voos foram cumpridos, os transfers realizados, os hotéis bem localizados proporcionaram comodidade, a comida algo exótica não transtornou, as visitas decorreram bem e a informação prestada foi suficiente, a subida em balão ao nascer do dia deslumbrou e ofereceu pura magia, não se registaram problemas com o operador, nem com a documentação nem com os demais serviços. A nível de sugestões, atrevo-me a referir que a ida e regresso a Parmukkale é algo cansativa e que o tempo disponível para visitar as ruínas da urbe romana, para tomar banho ou molhar os pés e ainda para apreciar tranquilamente as vistosas formações resultantes da acção do cálcio é manifestamente insuficiente. Porventura, o alojamento devesse situar-me mais próximo do local da visita. Não obstante, impõe-se-me felicitar-vos pelo cuidado posto na formulação da viagem. Obrigado, pois.

Paz e tranquilidade no Portugal profundo. Qualidade no serviço e instalações. Óptimo para uma escapadinha de fds! Hotel/ Turismo Rural: boas instalacoes; casas tipicas de pedra remodeladas, a precisar de algumas pequenas reparacoes, mas no geral de qualidade; piscina excelente, enquadramento e utilizacao; jacuzzi mesmo ao lado da piscina com vista deslumbrante; aldeia com um castelo fantastico, mas sem mais qq tipo de apoio, servico ou interesse - vale como peça de um portugal remoto; Comida: excelente pequeno-almoço com alimentos caseiros de boa qualidade; bom jantar de degustação, mas demasiado caro para o que oferecem. Actividades/ Visitas: Foz Coa e as gravuras; rio Douro e um pulo de distância; vilas tradicionais com comida regional.

Paz e tranquilidade no Portugal profundo. Qualidade no serviço e instalações. Óptimo para uma escapadinha de fds! Hotel/ Turismo Rural: boas instalacoes; casas tipicas de pedra remodeladas, a precisar de algumas pequenas reparacoes, mas no geral de qualidade; piscina excelente, enquadramento e utilizacao; jacuzzi mesmo ao lado da piscina com vista deslumbrante; aldeia com um castelo fantastico, mas sem mais qq tipo de apoio, servico ou interesse - vale como peça de um portugal remoto; Comida: excelente pequeno-almoço com alimentos caseiros de boa qualidade; bom jantar de degustação, mas demasiado caro para o que oferecem. Actividades/ Visitas: Foz Coa e as gravuras; rio Douro e um pulo de distância; vilas tradicionais com comida regional.

Antes de mais, esclareça-se que a Austrália não é bem um país. É um continente, como a Ásia ou a África, com quase o dobro da área da Europa. Dizer “vou à Austrália” é como se disséssemos “vou à África” ou “vou à Ásia”. Mas a verdade é que não dizemos isso. Dizemos antes “vou à Tailândia”, ou “ao Japão” ou o que seja. Só nos damos conta da ligeireza da nossa idéia quando lá chegamos, depois de 27 horas seguidas de viagem (recomenda-se a Emirates que faz os possíveis para mitigar a expedição), e nos apercebemos da enormidade do sítio e das distâncias. Dá-se a coincidência de a plataforma continental ser ocupado por um só país, mas isso é irrelevante para o caso. E também nem é bem um país. É mais
uma filial bem humorada e com um clima francamente melhorzinho que o do Reino Unido e daquela outra ex-colónia Britânica que proclamou a independência para se baldar às taxas aduaneiras sobre o chá. À semelhança do que se passou na América, também aqui e a pretexto de os nativos não serem cristãos, se declarou que o novo mundo era terra de
ninguém (“terra nulis”) e passível de ocupação a troco de missangas, vírus e cobertores envenenados. Até à solução final e à ocupação total. Malgrado a sua história e o seu passado de saneamento étnico, que já está bem lá atrás e mais ou menos bem resolvido, com a devolução das terras ancestrais aos nativos e com o reconhecimento dos seus direitos e do seu
modo de vida tradicionais, a Austrália é, reconheça-se, um caso bem sucedido, de squatting e de transposição da civilização ocidental, tal como a conhecemos, para o hemisfério sul. A
Argentina e o Chile também são assim. O Brasil e a África do Sul têm potencial para aspirar a vir um dia a ser assim. Mas não há muitos mais. A Nova Zelândia é um parque natural para autocaravanas e filmagens de sagas míticas. O resto são praias e resorts turísticos, bons para passar férias, com tudo o que imaginamos a isso associado. A Austrália não é só isso. É ainda um sítio ideal para viver, trabalhar e estar. Espaços amplos. Sensação de liberdade. Todas as paisagens e climas à face da terra E outras que não há em mais lado nenhum. Flora e
fauna únicas. Os animais mais perigosos e venenosos do mundo. Que também não estão propriamente ali à nossa espera assim que chegamos ao aeroporto ou ao hotel. Eles andam por lá, mas é preciso andar muito e procurar bem para encontrarmos um jelly fish, uma sting ray, um white shark, um crocodilo de água salgada, uma áspide ou um aracnídeo letal. Melbourne podia ser uma cidade europeia. E Sydney podia ser Nova York. De entre as 10 melhores cidades do mundo para se viver, 5 são australianas:Perth, Melbourne, Sydney, Adelaide e Brisbane (as demais são Vancouver, Toronto, Calgary, Viena e Helsínquia). A qualidade de vida é directamente proporcional ao seu custo. Não se estanha por isso que seja um destino migratório de eleição. É patente a boa integração das comunidades estrangeiras. A grega por exemplo, é a mais numerosa fora da Grécia. A asiática por vezes parece paritária à ocidental. O estilo local é quase sempre casual, smart, laid back, no worries. O bom acolhimento e a hospitalidade é a regra. E nem é por interesse porque a única gratificação que se espera em troca é uma boa conversa e um sorriso. Toda a gente fala com toda a gente. Toda a gente veio de qualquer outro lado. Toda a gente tem família em qualquer outro lado. Impera a ordem, a eficiência, a disciplina e as medidas de segurança (não se pode ingerir ou transportar à vista bebidas alcoólicas na via pública; é obrigatório o uso de cintos de segurança para todos os passageiros de quaisquer veículos e ninguém atravessa a rua fora das passadeiras ou sem que o semáforo para os peões o autorize e a Polícia autua mesmo a sério qualquer incumpridor) a que, com tempo, qualquer bom tuga adoraria adaptar-se. Em Melbourne recomenda-se o Novotel Melbourne On Collins, que é central e confortável, com bom pequeno almoço e free wi-fi na recepção e bar; os passeios free of charge no “City Circle Tram” que circunda o city center; as pequenas ruelas nas traseiras das grandes avenidas, cheias de petit
cafés e bares; a promenade nocturna e o jantar à beira-rio em Southbank; os bifes suculentos, inclusivé de kangaroo, o champagne australiano, que tem uma óptima relação preço/qualidade; as vistas panorâmicas da torre Eureka e da roda gigante (igual ao London eye), o Melbourne Museum, e a deslocação a Philip Island para ver o espectáculo único da Penguin Parade, na preciosa companhia do personal guide, Ben Barry, da Wild Escapes. Em Sydney, que é certamente uma das cidades mais prodigiosas do Universo, recomenda-se, por entre a imensa oferta hoteleira, o Grace Hotel, no coração do financial city centre, um notável edifício em estilo art-decô, situado a meio caminho entre o Darling Harbour e o Circular Quay (adjacente à Ópera), que são as principais promenades do centro; o passeio nos 2 percursos centrais dos autocarros hop on hop off, com paragens obrigatórias pelo menos no edifício da Ópera e no bairro “The Rocks”; o passeio às Blue Mountains e ao Featherdale Wildlife Park, para ver e pegar nos kangaroos, koalas, wombats e diabos da tasmânia (este último fica no entanto ao vosso critério, conta e risco); a visita ao night market de Chinatown (com jantar na 9Noodle House, no n.º 17-19 Goulburn St, Haymarket, que se destaca de entre a farta oferta de restaurantes orientais) e ao Paddy’s Market para as compras mais em conta da cidade (as mercadorias são quase todas made in china mas há produtos de qualidade muito aceitável); Relativamente a Uluru / Ayers Rock, ficamos com mixed feelings. Se não tivéssemos feito a visita, certamente que o lamentariamos mas tendo levado quase 4 horas para chegar (e outras tantas para voltar) na vã esperança de qualquer revelação ou experiência mística acerca do dream time nativo ou do sentido cósmico da vida, para acabar a testemunhar as variações de alaranjado do calhau, no pôr e no nascer do sol, é impossível evitar uma esmagadora sensação de desolação e isolamento. A verdadeira emoção consiste, isso sim, na visão da aproximação do monólito na distância, seja de carro seja de avião. Tendo dito isto, o jantar no deserto à luz do imaculado firmamento do sul, com bifes de kangaroo e champagne à discrição, exibição de danças tribais e de didgeridoo e dissertação astronómica com direito a visionamento estelar por telescópio, é notável e único. As florestas tropicais e a barreira de corais de Queensland, no nordeste australiano, são das mais puras paisagens naturais passíveis de ser contempladas e experimentadas. As povoações parecem as do faroeste americano, com horários de abertura até às 15.30h, com aborígenes indigentes calcorreando as ruas, rednecks conduzindo carrinhas de caixa aberta em tronco nu. O resort Silky Oaks, perto de Mossman e de Port está muito bem enquadrado. O acolhimento quer dos cómodos bungalows quer do agradável staff é notável e recomenda-se. Nem que seja por um só
dia. A nível de hotéis nas árvores, está lá em cima (literalmente), ao nível do espantoso resort Ariau perto de Manaus, o qual, mesmo não sendo tão moderno ou confortável, é uma pérola de civilização e de ar condicionado em plena selva amazónica. Cairns não chega sequer a ter interesse, mas já Port Douglas é uma simpática pequena vila turística passível de ser disfrutada ao menos por um par de dias. Não mais. O passeio de barco (duas horas para ir, duas horas para mergulho e almoço, mais duas horas para voltar), por muita simpatia e
atenção que se receba dos nossos anfitriões que nos levam e trazem com toda a segurança e comprimidos e sacos para o enjoo, não se recomenda assim tão fortemente, a não ser com céu azul e mar calmo. Muito melhor é ir de helicóptero até ao limite da barreira de corais e voltar de catamarã. A visão aérea de que se goza durante 20 minutos, durante os quais pulamos que nem uma libelinha, sobre praias, rios, floresta cerrada e finalmente sobre os vários tons de azul do mar, de língua de areia em língua de areia, é de cortar a respiração e serve para carregar as baterias de boas recordações até uma próxima viagem. Ainda aparece que foi ontem… Diz-se que o espaço é a última fronteira, e até pode ser. Mas a fronteira antes dessa e descontando a Antártida, que é só para pinguins, cientistas e outras aves raras, é a Austrália. Over and out.

Antes de mais, esclareça-se que a Austrália não é bem um país. É um continente, como a Ásia ou a África, com quase o dobro da área da Europa. Dizer “vou à Austrália” é como se disséssemos “vou à África” ou “vou à Ásia”. Mas a verdade é que não dizemos isso. Dizemos antes “vou à Tailândia”, ou “ao Japão” ou o que seja. Só nos damos conta da ligeireza da nossa idéia quando lá chegamos, depois de 27 horas seguidas de viagem (recomenda-se a Emirates que faz os possíveis para mitigar a expedição), e nos apercebemos da enormidade do sítio e das distâncias. Dá-se a coincidência de a plataforma continental ser ocupado por um só país, mas isso é irrelevante para o caso. E também nem é bem um país. É mais
uma filial bem humorada e com um clima francamente melhorzinho que o do Reino Unido e daquela outra ex-colónia Britânica que proclamou a independência para se baldar às taxas aduaneiras sobre o chá. À semelhança do que se passou na América, também aqui e a pretexto de os nativos não serem cristãos, se declarou que o novo mundo era terra de
ninguém (“terra nulis”) e passível de ocupação a troco de missangas, vírus e cobertores envenenados. Até à solução final e à ocupação total. Malgrado a sua história e o seu passado de saneamento étnico, que já está bem lá atrás e mais ou menos bem resolvido, com a devolução das terras ancestrais aos nativos e com o reconhecimento dos seus direitos e do seu
modo de vida tradicionais, a Austrália é, reconheça-se, um caso bem sucedido, de squatting e de transposição da civilização ocidental, tal como a conhecemos, para o hemisfério sul. A
Argentina e o Chile também são assim. O Brasil e a África do Sul têm potencial para aspirar a vir um dia a ser assim. Mas não há muitos mais. A Nova Zelândia é um parque natural para autocaravanas e filmagens de sagas míticas. O resto são praias e resorts turísticos, bons para passar férias, com tudo o que imaginamos a isso associado. A Austrália não é só isso. É ainda um sítio ideal para viver, trabalhar e estar. Espaços amplos. Sensação de liberdade. Todas as paisagens e climas à face da terra E outras que não há em mais lado nenhum. Flora e
fauna únicas. Os animais mais perigosos e venenosos do mundo. Que também não estão propriamente ali à nossa espera assim que chegamos ao aeroporto ou ao hotel. Eles andam por lá, mas é preciso andar muito e procurar bem para encontrarmos um jelly fish, uma sting ray, um white shark, um crocodilo de água salgada, uma áspide ou um aracnídeo letal. Melbourne podia ser uma cidade europeia. E Sydney podia ser Nova York. De entre as 10 melhores cidades do mundo para se viver, 5 são australianas:Perth, Melbourne, Sydney, Adelaide e Brisbane (as demais são Vancouver, Toronto, Calgary, Viena e Helsínquia). A qualidade de vida é directamente proporcional ao seu custo. Não se estanha por isso que seja um destino migratório de eleição. É patente a boa integração das comunidades estrangeiras. A grega por exemplo, é a mais numerosa fora da Grécia. A asiática por vezes parece paritária à ocidental. O estilo local é quase sempre casual, smart, laid back, no worries. O bom acolhimento e a hospitalidade é a regra. E nem é por interesse porque a única gratificação que se espera em troca é uma boa conversa e um sorriso. Toda a gente fala com toda a gente. Toda a gente veio de qualquer outro lado. Toda a gente tem família em qualquer outro lado. Impera a ordem, a eficiência, a disciplina e as medidas de segurança (não se pode ingerir ou transportar à vista bebidas alcoólicas na via pública; é obrigatório o uso de cintos de segurança para todos os passageiros de quaisquer veículos e ninguém atravessa a rua fora das passadeiras ou sem que o semáforo para os peões o autorize e a Polícia autua mesmo a sério qualquer incumpridor) a que, com tempo, qualquer bom tuga adoraria adaptar-se. Em Melbourne recomenda-se o Novotel Melbourne On Collins, que é central e confortável, com bom pequeno almoço e free wi-fi na recepção e bar; os passeios free of charge no “City Circle Tram” que circunda o city center; as pequenas ruelas nas traseiras das grandes avenidas, cheias de petit
cafés e bares; a promenade nocturna e o jantar à beira-rio em Southbank; os bifes suculentos, inclusivé de kangaroo, o champagne australiano, que tem uma óptima relação preço/qualidade; as vistas panorâmicas da torre Eureka e da roda gigante (igual ao London eye), o Melbourne Museum, e a deslocação a Philip Island para ver o espectáculo único da Penguin Parade, na preciosa companhia do personal guide, Ben Barry, da Wild Escapes. Em Sydney, que é certamente uma das cidades mais prodigiosas do Universo, recomenda-se, por entre a imensa oferta hoteleira, o Grace Hotel, no coração do financial city centre, um notável edifício em estilo art-decô, situado a meio caminho entre o Darling Harbour e o Circular Quay (adjacente à Ópera), que são as principais promenades do centro; o passeio nos 2 percursos centrais dos autocarros hop on hop off, com paragens obrigatórias pelo menos no edifício da Ópera e no bairro “The Rocks”; o passeio às Blue Mountains e ao Featherdale Wildlife Park, para ver e pegar nos kangaroos, koalas, wombats e diabos da tasmânia (este último fica no entanto ao vosso critério, conta e risco); a visita ao night market de Chinatown (com jantar na 9Noodle House, no n.º 17-19 Goulburn St, Haymarket, que se destaca de entre a farta oferta de restaurantes orientais) e ao Paddy’s Market para as compras mais em conta da cidade (as mercadorias são quase todas made in china mas há produtos de qualidade muito aceitável); Relativamente a Uluru / Ayers Rock, ficamos com mixed feelings. Se não tivéssemos feito a visita, certamente que o lamentariamos mas tendo levado quase 4 horas para chegar (e outras tantas para voltar) na vã esperança de qualquer revelação ou experiência mística acerca do dream time nativo ou do sentido cósmico da vida, para acabar a testemunhar as variações de alaranjado do calhau, no pôr e no nascer do sol, é impossível evitar uma esmagadora sensação de desolação e isolamento. A verdadeira emoção consiste, isso sim, na visão da aproximação do monólito na distância, seja de carro seja de avião. Tendo dito isto, o jantar no deserto à luz do imaculado firmamento do sul, com bifes de kangaroo e champagne à discrição, exibição de danças tribais e de didgeridoo e dissertação astronómica com direito a visionamento estelar por telescópio, é notável e único. As florestas tropicais e a barreira de corais de Queensland, no nordeste australiano, são das mais puras paisagens naturais passíveis de ser contempladas e experimentadas. As povoações parecem as do faroeste americano, com horários de abertura até às 15.30h, com aborígenes indigentes calcorreando as ruas, rednecks conduzindo carrinhas de caixa aberta em tronco nu. O resort Silky Oaks, perto de Mossman e de Port está muito bem enquadrado. O acolhimento quer dos cómodos bungalows quer do agradável staff é notável e recomenda-se. Nem que seja por um só
dia. A nível de hotéis nas árvores, está lá em cima (literalmente), ao nível do espantoso resort Ariau perto de Manaus, o qual, mesmo não sendo tão moderno ou confortável, é uma pérola de civilização e de ar condicionado em plena selva amazónica. Cairns não chega sequer a ter interesse, mas já Port Douglas é uma simpática pequena vila turística passível de ser disfrutada ao menos por um par de dias. Não mais. O passeio de barco (duas horas para ir, duas horas para mergulho e almoço, mais duas horas para voltar), por muita simpatia e
atenção que se receba dos nossos anfitriões que nos levam e trazem com toda a segurança e comprimidos e sacos para o enjoo, não se recomenda assim tão fortemente, a não ser com céu azul e mar calmo. Muito melhor é ir de helicóptero até ao limite da barreira de corais e voltar de catamarã. A visão aérea de que se goza durante 20 minutos, durante os quais pulamos que nem uma libelinha, sobre praias, rios, floresta cerrada e finalmente sobre os vários tons de azul do mar, de língua de areia em língua de areia, é de cortar a respiração e serve para carregar as baterias de boas recordações até uma próxima viagem. Ainda aparece que foi ontem… Diz-se que o espaço é a última fronteira, e até pode ser. Mas a fronteira antes dessa e descontando a Antártida, que é só para pinguins, cientistas e outras aves raras, é a Austrália. Over and out.

Que dizer? É um país de excessos​! Tudo é excessivo! As pessoas são excessivas, os cheiros são excessivos, o transito é excessivo, os monumentos são excessivos, talvez a riqueza e a pobreza sejam excessivas também. Não vi crianças nuas, como me disseram que ia ver. Talvez em Mumbai se veja... Quanto à pobreza, não vi nada que já não tenha visto noutros países. A Índia é um país emergente...Os guias e o motorista disseram que nos últimos três anos, com a globalização, derivada da internet e dos telemóveis, têm havido muitas mudanças. Tudo está a mudar. Estão a construir-se estradas, fala-se da educação das crianças e fala-se da natalidade. Os indianos querem saber e fazer as mesmas coisas dos países evoluídos. O Oberoi foi o melhor hotel na India, a todos os níveis, inclusive quanto à comida. Nota-se a diferença nos pormenores. Nota-se, também, que os turistas que o frequentam são pessoas com dinheiro. Um verdadeiro hotel de Luxo. O Oberoi é ao lado do Taj Mahal e somos transportados para lá nos carrinhos de Golfe que o hotel dispõe para tal. A cadeia Oberoi é melhor que a Taj, à qual pertencem os palácios onde ficamos, o Leela de Delhi e o Gateway de Varanasi. Os monumentos: o que mais gostamos foi o templo Jain. O rendilhado em que foi escupido é espetacular. Por outro lado, era limpo, pois não era hindu (o chão estava limpíssimo, pois varrem o chão várias vezes ao dia, como os budistas, para não matar animais). É mesmo muito bonito. Houve um guru daquela religião que disse que a nossa vida não estava completa enquanto não o visitássemos! O guru que acompanhava Ghandi era desta religião. O Taj Mahal - A nossa 4.ª maravilha. Não o vistamos ao pôr do sol nem assistimos ao nascer do sol. Não conseguimos ir ao pôr do sol porque o avião de Varanasi se atrasou. Não assistimos ao nascer do sol porque o dia estava nublado, com uma nevoa no ar. O guia diz que aquela luz é a melhor, que é quando o Taj fica mais bonito. É muito bonito, visto de uma certa distância. E sim. Transmite uma sensação de paz e calma. A cidade rosa e a cidade azul. Ambas muito bonitas. Varanasi - O Ganges! É especial! Uma das razões porque vale a pena visitar a Índia! Tem aquela áurea sagrada e intemporal. Os gaths são muitos bonitos. Assistimos a cremações e, depois, ao pôr do Sol, fizemos uma oferenda de flores com uma vela ao Ganges e pedimos uma desejo. Assistimos à cerimônia de agradecimento ao Ganges, após o pôr do sol, que acontece todos os dias. É muito bonita.

Que dizer? É um país de excessos​! Tudo é excessivo! As pessoas são excessivas, os cheiros são excessivos, o transito é excessivo, os monumentos são excessivos, talvez a riqueza e a pobreza sejam excessivas também. Não vi crianças nuas, como me disseram que ia ver. Talvez em Mumbai se veja... Quanto à pobreza, não vi nada que já não tenha visto noutros países. A Índia é um país emergente...Os guias e o motorista disseram que nos últimos três anos, com a globalização, derivada da internet e dos telemóveis, têm havido muitas mudanças. Tudo está a mudar. Estão a construir-se estradas, fala-se da educação das crianças e fala-se da natalidade. Os indianos querem saber e fazer as mesmas coisas dos países evoluídos. O Oberoi foi o melhor hotel na India, a todos os níveis, inclusive quanto à comida. Nota-se a diferença nos pormenores. Nota-se, também, que os turistas que o frequentam são pessoas com dinheiro. Um verdadeiro hotel de Luxo. O Oberoi é ao lado do Taj Mahal e somos transportados para lá nos carrinhos de Golfe que o hotel dispõe para tal. A cadeia Oberoi é melhor que a Taj, à qual pertencem os palácios onde ficamos, o Leela de Delhi e o Gateway de Varanasi. Os monumentos: o que mais gostamos foi o templo Jain. O rendilhado em que foi escupido é espetacular. Por outro lado, era limpo, pois não era hindu (o chão estava limpíssimo, pois varrem o chão várias vezes ao dia, como os budistas, para não matar animais). É mesmo muito bonito. Houve um guru daquela religião que disse que a nossa vida não estava completa enquanto não o visitássemos! O guru que acompanhava Ghandi era desta religião. O Taj Mahal - A nossa 4.ª maravilha. Não o vistamos ao pôr do sol nem assistimos ao nascer do sol. Não conseguimos ir ao pôr do sol porque o avião de Varanasi se atrasou. Não assistimos ao nascer do sol porque o dia estava nublado, com uma nevoa no ar. O guia diz que aquela luz é a melhor, que é quando o Taj fica mais bonito. É muito bonito, visto de uma certa distância. E sim. Transmite uma sensação de paz e calma. A cidade rosa e a cidade azul. Ambas muito bonitas. Varanasi - O Ganges! É especial! Uma das razões porque vale a pena visitar a Índia! Tem aquela áurea sagrada e intemporal. Os gaths são muitos bonitos. Assistimos a cremações e, depois, ao pôr do Sol, fizemos uma oferenda de flores com uma vela ao Ganges e pedimos uma desejo. Assistimos à cerimônia de agradecimento ao Ganges, após o pôr do sol, que acontece todos os dias. É muito bonita.

Atenas: a cidade surpreendeu-nos muito pela positiva, em particular ao fim da tarde quando parece fervilhar e as ruas se enchem de vida, com as inúmeras esplanadas apinhadas e as luzes se acendem sobre a Acrópole. De referir a vista do topo do Monte Filopappos ao final da tarde, quer para Acrópole quer para o resto da cidade e para o mar Egeu, que é simplesmente deslumbrante e imperdível. Ilhas: em qualquer das ilhas consideramos que é fundamental alugar carro. a) Milos: ilha muito tranquila e calma, muito diferente das ilhas seguintes, com uma variedade de ambientes naturais e de praias enorme. As praias são muito pouco turísticas, não tendo bares de apoio, pelo que é aconselhável andar sempre com mantimentos por perto. Gostámos muito do hotel (Salt Suites & Executive Rooms), em particular do espaço comum (muito bem cuidado e com uma decoração bem bonita) e dos quartos que são muito espaçosos e lindos a nível de decoração e espaço envolvente! Apesar de estar afastado de tudo e numa ponta da ilha acaba por ser uma boa escolha, porque a vila em que está inserido (Pollonia) é muito catita, charmosa e movimentada q.b. durante todo o dia. Ao jantar é um sítio muito agradável porque tem uma faixa de restaurantes catitas em redor da praia, do qual destacamos o Enalion com peixe fresco, muito saboroso e com empregados extremamente simpáticos e atenciosos. Das praias destacamos a Sarakiniko, pela sua paisagem invulgar e quase lunar, e Firiplaka pela sua beleza, sendo que todas tem a sua particularidade e beleza própria, com águas cristalinas (apesar de não muito quentes nesta altura do ano...). Quanto à capital Plaka, claro que é um must-see, gostámos, mas não nos encheu as medidas. Contudo, não pode deixar de se ir lá comer a sobremesa ao restaurante recomendado por vocês, com o melhor petit-gatêaux (que neste caso, é mais grande-gatêaux) que já comemos na vida, e olhe que temos já uma larga experiência!! :) O porto (Adamas) vale a pena visitar à noite, porque tem muita vida e lojinhas; aliás, cremos mesmo que é o único local com muita vida na ilha!! ;) b) Santorini: a ilha é lindíssima e foi a nossa favorita!! As paisagens são maravilhosas e de cortar a respiração, com a vista para a caldeira a dominar todo o ambiente. Para além disso, o Hotel Avant Garde Suites é simplesmente fantástico!! A vista, quer da piscina quer do quarto, é impressionante e o jacuzzi ao final da tarde foi o ponto alto! M.A.R.A.V.I.L.H.O.S.O.!!! O atendimento também é 5 estrelas: a Ntina (diminutivo de Konstantina; lê-se Dina), a recepcionista - achamos nós - não podia ser mais simpática, atenciosa, prestável e querida! Um amor! Adorámos!! Apesar de não ser nada central (o que é um contra) e estar inserido em Akrotiri (onde não se passa nada, nadinha!), recomendamos vivamente o hotel, mas claro alugando carro!! :) Voltaríamos lá, sem sombra de dúvida! Ou voltaremos... ;) Em relação às praias, destacamos a Praia Vermelha, pela peculiaridade, e a Kamari, que tem um ambiente bastante agradável e um paredão giro com bastantes bares e restaurantes. De qualquer modo, todas as praias são bastante diferentes entre si e merecem uma visitinha; também não há muitas... Para quem gosta de arqueologia e de História (como é o meu caso) deve visitar as ruínas de Akrotiri, que são absolutamente imperdíveis e muito mais impressionantes do que se pode imaginar. As duas cidades principais são lindas, cada uma à sua maneira, e extremamente arranjadinhas, tendo bastante movimento. Oía talvez seja a mais impressionante e parece tirada de um postal, sendo o destaque o pôr-do-sol, que é realmente lindíssimo - há que admitir! -, apesar de nesta parte do dia se aglomerar uma multidão tal que impede quase o movimento através das ruas. Já Fira é muito catita com as suas ruelas estreitas e vista permanente para a caldeira, dada a sua localização na parte mais alta da ilha. Dica importante: evitar o teleférico em dia de cruzeiros (a cidade transforma-se completamente nestes dias). De qualquer maneira não ficámos particularmente fascinados com o percurso de teleférico, tendo depois preferido o percurso a pé! Outra cidade bem catita é Pyrgos, valendo a pena explorar as suas minúsculas ruelas. c) Mykonos: muito diferente de Milos e Santorini. É, sem dúvida, a ilha mais turística e talvez a que tem as praias mais bonitas das três, parecendo saídas daqueles postais que normalmente associamos às Ilhas Gregas: baías lindíssimas, areia muito clara e dourada, águas cristalinas e azul turquesa (mas isso são todas, pode é não parecer por causa da areia vulcânica, mais ou menos escura). A vila/cidade - Mykonos Town - é muito peculiar, gírissima, e uma pessoa facilmente se perde nas suas ruelas (literalmente! Demorámos 1h para encontrar a saída da cidade, na última noite, para regressar ao carro e depois ao hotel). É pena o ambiente ser tão turístico e estar sempre apinhada de tanta gente, mesmo em época média como a que fomos, mas ainda assim gostámos muito, em particular dos fins de tarde/pôr-do-sol que, mais uma vez, são lindíssimos na Grécia. O Rocabella Hotel & Spa é também fantástico e diferente dos outros, dado que é mais hotel e menos pousada e também mais luxuoso que os anteriores, muito apostado nos detalhes e em estar sempre a mimar os hóspedes (mimos no quarto ao final do dia, velinhas acesas no quarto à noitinha, massagem gratuita, bebidas na recepção, etc...). O pequeno-almoço também é muito bom e gourmet, claro!! Nota-se, claramente, que é um hotel mais elitista, enquadrado no ambiente da própria ilha, também mais luxuoso e elitista. As praias são, de longe, bem mais organizadas (quase todas com bares, esplanadas, espreguiçadeiras... um luxo, sobretudo se compararmos com Milos e algumas praias em Santorini!), apesar de manterem toda a beleza natural! Gostámos imenso do restaurante-bar da praia de Panormos; aliás gostámos imenso desta praia (Panormos), bem como da praia Elia e da praia Paranga.

Atenas: a cidade surpreendeu-nos muito pela positiva, em particular ao fim da tarde quando parece fervilhar e as ruas se enchem de vida, com as inúmeras esplanadas apinhadas e as luzes se acendem sobre a Acrópole. De referir a vista do topo do Monte Filopappos ao final da tarde, quer para Acrópole quer para o resto da cidade e para o mar Egeu, que é simplesmente deslumbrante e imperdível. Ilhas: em qualquer das ilhas consideramos que é fundamental alugar carro. a) Milos: ilha muito tranquila e calma, muito diferente das ilhas seguintes, com uma variedade de ambientes naturais e de praias enorme. As praias são muito pouco turísticas, não tendo bares de apoio, pelo que é aconselhável andar sempre com mantimentos por perto. Gostámos muito do hotel (Salt Suites & Executive Rooms), em particular do espaço comum (muito bem cuidado e com uma decoração bem bonita) e dos quartos que são muito espaçosos e lindos a nível de decoração e espaço envolvente! Apesar de estar afastado de tudo e numa ponta da ilha acaba por ser uma boa escolha, porque a vila em que está inserido (Pollonia) é muito catita, charmosa e movimentada q.b. durante todo o dia. Ao jantar é um sítio muito agradável porque tem uma faixa de restaurantes catitas em redor da praia, do qual destacamos o Enalion com peixe fresco, muito saboroso e com empregados extremamente simpáticos e atenciosos. Das praias destacamos a Sarakiniko, pela sua paisagem invulgar e quase lunar, e Firiplaka pela sua beleza, sendo que todas tem a sua particularidade e beleza própria, com águas cristalinas (apesar de não muito quentes nesta altura do ano...). Quanto à capital Plaka, claro que é um must-see, gostámos, mas não nos encheu as medidas. Contudo, não pode deixar de se ir lá comer a sobremesa ao restaurante recomendado por vocês, com o melhor petit-gatêaux (que neste caso, é mais grande-gatêaux) que já comemos na vida, e olhe que temos já uma larga experiência!! :) O porto (Adamas) vale a pena visitar à noite, porque tem muita vida e lojinhas; aliás, cremos mesmo que é o único local com muita vida na ilha!! ;) b) Santorini: a ilha é lindíssima e foi a nossa favorita!! As paisagens são maravilhosas e de cortar a respiração, com a vista para a caldeira a dominar todo o ambiente. Para além disso, o Hotel Avant Garde Suites é simplesmente fantástico!! A vista, quer da piscina quer do quarto, é impressionante e o jacuzzi ao final da tarde foi o ponto alto! M.A.R.A.V.I.L.H.O.S.O.!!! O atendimento também é 5 estrelas: a Ntina (diminutivo de Konstantina; lê-se Dina), a recepcionista - achamos nós - não podia ser mais simpática, atenciosa, prestável e querida! Um amor! Adorámos!! Apesar de não ser nada central (o que é um contra) e estar inserido em Akrotiri (onde não se passa nada, nadinha!), recomendamos vivamente o hotel, mas claro alugando carro!! :) Voltaríamos lá, sem sombra de dúvida! Ou voltaremos... ;) Em relação às praias, destacamos a Praia Vermelha, pela peculiaridade, e a Kamari, que tem um ambiente bastante agradável e um paredão giro com bastantes bares e restaurantes. De qualquer modo, todas as praias são bastante diferentes entre si e merecem uma visitinha; também não há muitas... Para quem gosta de arqueologia e de História (como é o meu caso) deve visitar as ruínas de Akrotiri, que são absolutamente imperdíveis e muito mais impressionantes do que se pode imaginar. As duas cidades principais são lindas, cada uma à sua maneira, e extremamente arranjadinhas, tendo bastante movimento. Oía talvez seja a mais impressionante e parece tirada de um postal, sendo o destaque o pôr-do-sol, que é realmente lindíssimo - há que admitir! -, apesar de nesta parte do dia se aglomerar uma multidão tal que impede quase o movimento através das ruas. Já Fira é muito catita com as suas ruelas estreitas e vista permanente para a caldeira, dada a sua localização na parte mais alta da ilha. Dica importante: evitar o teleférico em dia de cruzeiros (a cidade transforma-se completamente nestes dias). De qualquer maneira não ficámos particularmente fascinados com o percurso de teleférico, tendo depois preferido o percurso a pé! Outra cidade bem catita é Pyrgos, valendo a pena explorar as suas minúsculas ruelas. c) Mykonos: muito diferente de Milos e Santorini. É, sem dúvida, a ilha mais turística e talvez a que tem as praias mais bonitas das três, parecendo saídas daqueles postais que normalmente associamos às Ilhas Gregas: baías lindíssimas, areia muito clara e dourada, águas cristalinas e azul turquesa (mas isso são todas, pode é não parecer por causa da areia vulcânica, mais ou menos escura). A vila/cidade - Mykonos Town - é muito peculiar, gírissima, e uma pessoa facilmente se perde nas suas ruelas (literalmente! Demorámos 1h para encontrar a saída da cidade, na última noite, para regressar ao carro e depois ao hotel). É pena o ambiente ser tão turístico e estar sempre apinhada de tanta gente, mesmo em época média como a que fomos, mas ainda assim gostámos muito, em particular dos fins de tarde/pôr-do-sol que, mais uma vez, são lindíssimos na Grécia. O Rocabella Hotel & Spa é também fantástico e diferente dos outros, dado que é mais hotel e menos pousada e também mais luxuoso que os anteriores, muito apostado nos detalhes e em estar sempre a mimar os hóspedes (mimos no quarto ao final do dia, velinhas acesas no quarto à noitinha, massagem gratuita, bebidas na recepção, etc...). O pequeno-almoço também é muito bom e gourmet, claro!! Nota-se, claramente, que é um hotel mais elitista, enquadrado no ambiente da própria ilha, também mais luxuoso e elitista. As praias são, de longe, bem mais organizadas (quase todas com bares, esplanadas, espreguiçadeiras... um luxo, sobretudo se compararmos com Milos e algumas praias em Santorini!), apesar de manterem toda a beleza natural! Gostámos imenso do restaurante-bar da praia de Panormos; aliás gostámos imenso desta praia (Panormos), bem como da praia Elia e da praia Paranga.

Ho Chi Minh City: bom hotel, guia fantástica. Adorámos o passeio de vespa. A guia levou-nos a um mercado que não o indicado no vosso guia em papel, segundo ela, um menos turístico (o que é verdade!) e que adorámos. Cambodja: hotel lindíssimo, bom guia. Aconselhamos a visita a Ta Prohm ao amanhecer, o ambiente, o som dos papagaios e a ausência de visitantes combinam com o que está diante dos nossos olhos. O passeio no carro de bois, sem dúvida vale a pena fazer na zona em que passamos na aldeia/vila. Maldivas: hotel fantástico, snorkelling e mergulho melhor do que poderíamos imaginar: infinidade de peixes e corais, vimos tartarugas, raias, tubarões e tubarões baleia. Resumindo: gostámos muito do Vietname, Ha Long Bay é um daqueles sítios fantásticos que se devem ver pelo menos uma vez na vida; o Cambodja vale pelos templos que são fantásticos e as Maldivas vale pelas vistas, pela nossa villa sobre a água e acima de tudo e para mim (que queria ser bióloga marinha) vale por tudo o que existe abaixo da superfície do mar: snorkelling e mergulho fantásticos!

Ho Chi Minh City: bom hotel, guia fantástica. Adorámos o passeio de vespa. A guia levou-nos a um mercado que não o indicado no vosso guia em papel, segundo ela, um menos turístico (o que é verdade!) e que adorámos. Cambodja: hotel lindíssimo, bom guia. Aconselhamos a visita a Ta Prohm ao amanhecer, o ambiente, o som dos papagaios e a ausência de visitantes combinam com o que está diante dos nossos olhos. O passeio no carro de bois, sem dúvida vale a pena fazer na zona em que passamos na aldeia/vila. Maldivas: hotel fantástico, snorkelling e mergulho melhor do que poderíamos imaginar: infinidade de peixes e corais, vimos tartarugas, raias, tubarões e tubarões baleia. Resumindo: gostámos muito do Vietname, Ha Long Bay é um daqueles sítios fantásticos que se devem ver pelo menos uma vez na vida; o Cambodja vale pelos templos que são fantásticos e as Maldivas vale pelas vistas, pela nossa villa sobre a água e acima de tudo e para mim (que queria ser bióloga marinha) vale por tudo o que existe abaixo da superfície do mar: snorkelling e mergulho fantásticos!

Breves impressões da viagem, até para indicar aos seus clientes. Recife - hotel Transamerica razoável. Talvez um pouco antigo em algumas áreas mas modernizado noutras. Pode recomendar se cliente não for de luxo ou pretensioso. Fica na zona do Pina, continuação a Norte da Zona da Boa Viagem, mais nobre. Aluguei um taxi por 150 reais para cerca de 2 h e dei volta ao Recife velho, com local de referência chamado km 0 e ainda fui a povoação de Olinda, muito engraçada com vistas bem bonitas. Serviço de logística em Recife - mt bom. A horas e com elevada cortesia quer na chegada quer na partida para Fernando Noronha. Fernando Noronha: Pousada Maravilha - fica junto da Praia do Sueste e nesta altura das chuvas, chove bem. Quarto antigo mas razoável. Refeições muitos caras, uma exorbitância de valor, cerca de 250 a 300 reais por casal, mas de excelente qualidade. Mesmo as excursões arranjadas aqui no Hotel são muito caras comparadas com outros guias locais. Volta a Ilha custou em meio-dia 350 reais. Alternativas disponíveis na Vila do Porto de 120 reais nesta altura baixa. Outro exemplo de roubo era uma volta de barco de cerca de 5 horas por 1200 reais. Pessoal da Pousada excelente, de cortesia inexcedível e elevada educação. Um tema relevante hoje em dia: acesso a internet! Na Pousada é inexistente grande parte do dia. De manhã, com um pouco de sorte. De resto, nada. Se alguém quiser isolamento, pouca rede de celular, venha a Fernando Noronha! Consegue telefonar sem dúvida, mas só tem ligação fiável a net via roaming do celular, Vivo ou Oi. Outros sítios interessantes - praia da Conceição, divinal. Vila do Porto mt pitoresca. Aqui na Vila do Porto há uma empresa chamada Na Onda com programas turísticos muito mais em conta que contratar na Pousada. Outros barcos disponíveis para a Volta a Ilha são o Águas Claras. Engraçado o Ônibus de cada meia hora entre Sueste onde estamos até Vila do Porto, passando pela Vila dos Remédios e vários locais com paradas. Custa 3 reais. Cada percurso em 20-25 minutos... Nas praias há bares mt agradáveis, com música ambiente, como na Vila do Porto ou Praia da Conceição ou Praia do Sancho ou aqui no Sueste. Recomendo vivamente a vinda a toda a gente, apesar dos mts mosquitos que picam a sério - dizem que aqui não há dengue... Tem a tal taxa de entrada para entrar que se paga qd entra na Ilha e em vários sítios se paga uma taxa para entrar no Parque Natural, válida por 10 dias, como a Praia do Sueste ou a Praia do Sancho. Paga-se 1 vez para visitar todos os locais.

Breves impressões da viagem, até para indicar aos seus clientes. Recife - hotel Transamerica razoável. Talvez um pouco antigo em algumas áreas mas modernizado noutras. Pode recomendar se cliente não for de luxo ou pretensioso. Fica na zona do Pina, continuação a Norte da Zona da Boa Viagem, mais nobre. Aluguei um taxi por 150 reais para cerca de 2 h e dei volta ao Recife velho, com local de referência chamado km 0 e ainda fui a povoação de Olinda, muito engraçada com vistas bem bonitas. Serviço de logística em Recife - mt bom. A horas e com elevada cortesia quer na chegada quer na partida para Fernando Noronha. Fernando Noronha: Pousada Maravilha - fica junto da Praia do Sueste e nesta altura das chuvas, chove bem. Quarto antigo mas razoável. Refeições muitos caras, uma exorbitância de valor, cerca de 250 a 300 reais por casal, mas de excelente qualidade. Mesmo as excursões arranjadas aqui no Hotel são muito caras comparadas com outros guias locais. Volta a Ilha custou em meio-dia 350 reais. Alternativas disponíveis na Vila do Porto de 120 reais nesta altura baixa. Outro exemplo de roubo era uma volta de barco de cerca de 5 horas por 1200 reais. Pessoal da Pousada excelente, de cortesia inexcedível e elevada educação. Um tema relevante hoje em dia: acesso a internet! Na Pousada é inexistente grande parte do dia. De manhã, com um pouco de sorte. De resto, nada. Se alguém quiser isolamento, pouca rede de celular, venha a Fernando Noronha! Consegue telefonar sem dúvida, mas só tem ligação fiável a net via roaming do celular, Vivo ou Oi. Outros sítios interessantes - praia da Conceição, divinal. Vila do Porto mt pitoresca. Aqui na Vila do Porto há uma empresa chamada Na Onda com programas turísticos muito mais em conta que contratar na Pousada. Outros barcos disponíveis para a Volta a Ilha são o Águas Claras. Engraçado o Ônibus de cada meia hora entre Sueste onde estamos até Vila do Porto, passando pela Vila dos Remédios e vários locais com paradas. Custa 3 reais. Cada percurso em 20-25 minutos... Nas praias há bares mt agradáveis, com música ambiente, como na Vila do Porto ou Praia da Conceição ou Praia do Sancho ou aqui no Sueste. Recomendo vivamente a vinda a toda a gente, apesar dos mts mosquitos que picam a sério - dizem que aqui não há dengue... Tem a tal taxa de entrada para entrar que se paga qd entra na Ilha e em vários sítios se paga uma taxa para entrar no Parque Natural, válida por 10 dias, como a Praia do Sueste ou a Praia do Sancho. Paga-se 1 vez para visitar todos os locais.

Correu tudo mt bem! Lifetime experience ;) Vou tentar ser sucinto. Voos: voámos no A380. Q aviao! E super silencioso. Bangkok: É a loucura d confusao e movimento. Sabe bem observar e estar no meio daquele frenesim. O dinheiro nao s gasta. Fazemos imensas coisas e continuamos c dinheiro no bolso. Cambios: Super Rich é a rede c melhor cambio em Bangkok mas nao é a mais segura. P isso so nos Bancos. Fizemos o Skytrain, as duas linhas completas, fica-s c uma panoramica impressionante por tao pouco dinheiro. Subimos ao top floor do Baiyoke Sky Hotel e ao The Dome do film Hangover. Vale mesmo a pena estes dois, novamente uma panoramica essencial d duas posicoes diferentes na cidade. E o caminho a pé p alcançar os edificios desde a saida do Skytrain é o espelho da cidade e daquela bangunça toda, impressionante. O Holiday Inn Bangkok esta completamente bem localizado, articula c tudo. Cumpre. É p la q a Emirates envia as Cabin Crews. Operador Local: funcionou mt bem, sao eficientes e organizados. Transferes o mesmo. É engraçado q nas actividades q fizemos eles andam sempre c pressa, tudo em sequencia e a ser vivido intensamente. É caracteristico nestes Paises q as coisas rolem p o rapido, quem gosta d contemplar sitios ou monumentos nao tem tempo nem p ver o primeiro e perde a visita pq eles dá a sensacao q estao sempre a correr dum lado p o outro e nem sequer temos mt tempo p cd hot spot. É uma questao cultural e d educacao dos povos. Os Chineses sao ainda piores, sao tremendamente rapidos em tudo, os guias portugueses aqui em Portugal adoram-nos pq em qq sitio eles saiem do autocarro, vêem qq monumento em tempo record, tiram fotografias e voltam p dentro da camioneta. Isto tudo p dizer q o turista tem q ter alguma estaleca p conseguir acompanhar o ritmo e nao perder nd. Isto td q disse aplica-s a todas as actividades q fizemos em Bangkok. Eu costumo dizer q as melhores experiencias q ficam na memoria sao aquelas q sao vividas intensamente e em pouco tempo. Outra coisa: nós nao esperámos pela terminacao das actividades na chegada ao hotel, optimizámos o tempo e saimos encaminhados p irmos ao sitio q queriamos fazer a seguir por nós proprios, ou seguimos a pé do sitio onde estavamos após o fim das visitas o q nos permitiu ganhar tempo e viver ainda mais a cidade cm ir a Khao San Road dps do Grand Palace por exemplo e dps dai seguir a pé p os Thonburi Klongs (canals) q ligam mm ao Centro da Cidade junto ao MBK Mall. Ou qd viemos do mercado flutuante mal entrámos na cidade junto ao The Dome apanhámos o Sky Train e evitámos o transito louco p chegar à zona do Holiday Inn e eles até agradeceram, menos um drop off! Andar d taxi em Bangkok é bom p ser enganado, casais cuidado. Nao nos aconteceu mas dá p ver o qt é facil. Tuk Tuk levam barato (após negociacao ou tb s é enganado 5 vezes o preço justo) mas estao feitos c mercados locais e a meio param e somos quase q obrigados a ir. Tive q m chatear c um p irmos directos p o Patpong Market. Apanha-s cá c cd escoria. Mas faz parte do sitio onde estamos, so temos é d estar preparados e saber lidar c as situacoes. S eu tivesse bastante cabedal e 2metros d altura tenho a certeza q nao era um alvo tao facil ;) P escapar a isto tudo, ir d Sky Train ao Patpong Market é uma boa opcao, da estacao ate à entrada do Mercado sao 5minutos a pé. Uma sugestao p aqueles q s sentem desconfortaveis c mercados d rua outdoor: encontra-s o mm espirito d mercado d Bangkok tb indoor no MBK Mall, mais protegido mas o mm espirito negocial. Krabi e Sheraton: Quem gosta d navegar em speedboats c porte, tem aqui a oportunidade d uma vida d navegar barato e em embarcacoes super potentes, 500 a 750 cavalos, potentes motores silenciosos d 6 cilindros, bastando fazer as actividades das Ilhas: 4 Islands, Hong Island, James Bond Discovery Program e as espectaculares Phi Phi. Chegar tao longe e ficar no hotel é simplesmente um desperdício apesar d q aproveitámos tb o hotel ao maximo, a praia é um sossego d paraiso. Cd uma das actividades q fizemos surpreende pela beleza natural, sao dias d mar, sol e natureza pura, descansa-s a navegar, desembarca-s p mergulhar e p o snorkeling em zonas mt lindas. No dia das Phi Phi dao cerca d 1h p almoçar na praia da Phi Phi Don numa estrutura q têm montada p receber os grupos. Pelo q assistimos, as pessoas do grupo ficam mm uma hora à sombra a comer e a desfrutar. Nós almoçámos em 15 minutos e dps passámos os outros 45 minutos a percorrer as estreitas ruas do eixo central cheias d comercio e d gente q estao entre os dois areais da ilha onde estao os hoteis e restaurantes e o Porto Maritimo. Ha q palmilhar a bom ritmo aquela área toda e bater aquele sitio pq é imperdivel. Ha mta vida e paisagens deslumbrantes do lado do Porto. (o almoço é na praia do lado oposto). A Segurança está sempre bem presente qd s esta em mar, coletes e meios d socorro nao faltam, os tripulantes nao sao piratas, é tudo gente q s faz ao mar todos os dias. O Sheraton tem uma localizacao privilegiada: tem um povoado local q rodeia o hotel na estrada q lhe dá acesso: do melhor p comer e beber e fazer massagens Thai a 5 Euros à hora na maior das descontracçoes (nao esquecer d negociar o preço). Comer no hotel é nao aproveitar os sabores locais e tb desperdicar o contacto c o povo local e gastar imenso dinheiro! Mas ha mais: ao lado do Sheraton à beira da estrada(ali tudo s passa à beira da estrada) existe um supermercado Seven Eleven (e outros tipo mercearias locais girissimas cheias d pó e d entrar descalços), extremamente conveniente e c 1001 produtos locais. Tem restaurantes baratissimos d comida tradicional Tailandesa e Indiana c sumos naturais e bebidas sem alcool fantasticas. É q fica mm tudo ali concentrado junto à entrada do hotel, incluindo imensas opcoes d transporte, aluguer d carros a 20 Euros por dia, aceleras a 6 Euros por dia, taxis super seguros q podem por exemplo fazer um tour privado à cidade d Krabi, vao cnc, dao uma volta primeiro na cidade, dps esperam 3 ou 4h enqt andamos la a pé e finalmente nos trazem d volta por apenas 1000 Baths no total. Sao opcoes q nnca mais acabam. E p quem tem ou é SPG do Sheraton consegue ainda uma melhor experiencia d estadia. Sabia tao bem estar a comer e a observar a vida e o movimento q aquela estrada tinha junto à entrada do hotel. P compras em Duty-Free, o aeroporto d Bangkok tb é aliciante, mt variado mm. Estivemos 5h em escala e o tempo voo so a ver lojas. Lembrei-me d um ponto importante: qd s vem d Krabi p Bangkok em escala e o objectivo é sair da Tailandia e voar p fora do Pais, é necessario fazer a saida formal do Pais na Alfandega (p carimbarem o passaporte c a saida). Ora isso pode ser feito d duas maneiras: ou s faz logo em Krabi e eles põem um autocolante d passageiro em transito ja controlado pela alfandega e qd s sai do aviao em Bangkok temos acesso a uma zona d transferencia d voos sem passar novamente pela Alfandega pq ja o fizemos em Krabi OU entao voa-s normalmente d Krabi p Bangkok cm so s d um voo interno se tratasse e dps tem q s sair do aeroporto em Bangkok p voltar a entrar p entao dar a saida internacional e passar entao pela Alfandega. Aquilo no aeroporto d Krabi nao esta mt explicito e pode-s fazer das duas maneiras. Nós q fazemos sempre check-in on-line so c hand bags, voámos normalmente p Bangkok e dps qd saimos do aviao tivemos q sair a pé da zona das chegadas p a zona das partidas p dar entrada cm viajante q vai sair do Pais pq s tivessemos ficado dentro do aeroporto nao iamos a lado nenhum pq nao tinhamos feito o tal procedimento d saida em Krabi. Um apontamento tb bastante positivo p as constantes mensagens da Hotel Beds debaixo da porta do quartos c a confirmação das actividades e dos transferes, horas d pick-up e informacoes uteis tanto em Bangkok cm em Krabi. Em anexo segue o print screen so p verem o tempo q decorreu entre a autorizacao do pagamento no cartao de credito e o pagamento efectivo à Thai Airways. Demoraram-se. So lançaram o pagamento 1 dia antes do dia do voo. Qd confrontadas c uma coisa destas, ja sabem q pode acontecer. A primeira vez q m aconteceu foi c a US Airways. Eles lançam a autorizacao, têm 5 dias garantidos p debitar s a autorizacao der ok. Passando esses 5 dias é por conta e risco da entidade pq ja nao ha a garantia d pagamento e nesse caso s os voos nao conseguissem ficar pagos nao m parece q os bilhetes continuassem c a validade... Dubai: Está na moda. Aqueles Arabes sabem ir buscar as tendencias mundiais e coloca-las no Dubai. Fui la agora 3 anos dps e nota-s q ha ainda mais dinheiro, mais movimento, mais comercio, mais sitios novos, mais coisas incriveis p fazer. Os precos das actividades encareceram por demais, dou-vos conhecimento da Alpha Tours, funcionam bem. Eu divido o Dubai em varias facetas: - Praia Cosmopolita: Jumeirah Beach, The Walk e The Beach. JA Ocean View Hotel é sem duvida o hotel mais fantástico daquela zona e o mais barato. (Vista do quarto 15 floor em anexo, passámos la uma noite). Tem restaurantes, actividades d mar, gente gira, desfile d carros d luxo, lojas e o Marina Mall fica a 5 minutos a pé. Um ambiente indescritível. - Deserto: de fazer o desert safari das 15h às 21:30 c jantar no deserto. Cuidado c as indisposicoes pq Jipes e grandes dunas casam bem c más disposicoes. Nao imaginam cm nos divertimos a fazer todo o terreno na areia c um condutor profissional. Sabe tao bem o silencio do deserto d areia e uma grande estrutura tipo acampamento montada p comermos bem, ouvir musica Arabe, beber cafe Arabe e tirar uma foto em cima dum camelo. - Cidade Velha e Souks: nao basta so andar pelos Souks dos tecidos d um lado do Creek e dps atravessar d barco tipico por 1 Dirham p a outra margem e continuar pelo Souk das especiarias e dps do Ouro. Perto do Souk dos Tecidos ha 4 ou 5 ruas cheias d comercio local q vale mt a pena fazer a pé. A tipica confusao comercial Arabe. Na outra margem verifica-se o mesmo. Basta andar a pé junto ao Porto d Mercadorias q tb é lindo d observar c as Mercadorias d import export todas ali no meio da via publica junto aos antigos Barcos q hj em dia mt navegam carregados d tudo e mais alguma coisa, para encontrar mais ruas cheias d comercio. Junto ao Souk dos tecidos há um Museu c a historia daquele povo e do mundo Arabe, é bastante interessante. - Shoppings: Dubai Mall e subida c Burj Khalifa ao lado. Dificil encontrar bilhetes na hora, melhor reservar ou fazer o Iconic Dubai c a Alpha Tours e assim ainda s experimenta o Aftertoon Tea no Atlantis The Palm (1h a comer do bom e do melhor e ver d passagem o lobby do hotel e o aquario). O Dubai Mall é um mundo, mais do q um Shopping é um conceito. Subir ao 124 floor do Burj Khalifa, gozar a vista sem pressas, possivel por do sol e dps descer e ficar pelo Dubai Mall é um excelente programa d final d dia pois a partir das 18h a Fonte Luminosa Musical colada ao Burj Khalifa e ao Mall começa a funcionar d 30 em 30minutos e so apetece ficar. Pode-se jantar ao ar livre e viver aquele espectaculo brilhante c uma qualidade d som suprema. P quem gosta d Cafés Requintados tem o Armani Café indoor no Mall (e mts mts outros) e la dentro existe mm tudo do bom e do melhor. Será dificil nao voltar p voltar a ver a Musica e a Luz da Fonte. Um sitio magico. -Aftertoon Tea no Sky View restaurant 27 floor no Burj Al Arab. Quem gostar d apreciar sabores e variedades certamente q nao s vai arrepender d pagar cerca de 130 Euros (coisas p fazer uma vez na vida). É so reservar atraves da pagina do hotel. Sao 2h30m a degostar num ambiente e num sitio incrivel + o entrar e sair do proprio hotel q é qq coisa. Uma obra prima da engenharia e o luxo a cd passo. - Sky indoor no Emirates Mall. Uma graça. Estarem por exemplo 40 graus na rua e conseguirmos estar a fazer ski 2 graus negativos, é mais uma ocupacao p variar. Abu Dhabi: (passeio d 1 dia) A Grand Mosque é a High Light da cidade. Em vez d andar às voltas d carro por Abu Dhabi, sugiro a Tower View no Marina Mall em Abu Dhabi. Fica-se logo c uma panoramica lindissima da cidade dps entao passar d carro pela Corniche. E dps, p tds os gostos, ou o Water Park Yas Island (tem dos melhores escorregas do mundo) ou o Ferrari World c a montanha russa mais rapida e puxada do mundo, entretenimento audio-visual d ultima geracao e mt mais. Nós fomos aos dois e foi super divertido.

Correu tudo mt bem! Lifetime experience ;) Vou tentar ser sucinto. Voos: voámos no A380. Q aviao! E super silencioso. Bangkok: É a loucura d confusao e movimento. Sabe bem observar e estar no meio daquele frenesim. O dinheiro nao s gasta. Fazemos imensas coisas e continuamos c dinheiro no bolso. Cambios: Super Rich é a rede c melhor cambio em Bangkok mas nao é a mais segura. P isso so nos Bancos. Fizemos o Skytrain, as duas linhas completas, fica-s c uma panoramica impressionante por tao pouco dinheiro. Subimos ao top floor do Baiyoke Sky Hotel e ao The Dome do film Hangover. Vale mesmo a pena estes dois, novamente uma panoramica essencial d duas posicoes diferentes na cidade. E o caminho a pé p alcançar os edificios desde a saida do Skytrain é o espelho da cidade e daquela bangunça toda, impressionante. O Holiday Inn Bangkok esta completamente bem localizado, articula c tudo. Cumpre. É p la q a Emirates envia as Cabin Crews. Operador Local: funcionou mt bem, sao eficientes e organizados. Transferes o mesmo. É engraçado q nas actividades q fizemos eles andam sempre c pressa, tudo em sequencia e a ser vivido intensamente. É caracteristico nestes Paises q as coisas rolem p o rapido, quem gosta d contemplar sitios ou monumentos nao tem tempo nem p ver o primeiro e perde a visita pq eles dá a sensacao q estao sempre a correr dum lado p o outro e nem sequer temos mt tempo p cd hot spot. É uma questao cultural e d educacao dos povos. Os Chineses sao ainda piores, sao tremendamente rapidos em tudo, os guias portugueses aqui em Portugal adoram-nos pq em qq sitio eles saiem do autocarro, vêem qq monumento em tempo record, tiram fotografias e voltam p dentro da camioneta. Isto tudo p dizer q o turista tem q ter alguma estaleca p conseguir acompanhar o ritmo e nao perder nd. Isto td q disse aplica-s a todas as actividades q fizemos em Bangkok. Eu costumo dizer q as melhores experiencias q ficam na memoria sao aquelas q sao vividas intensamente e em pouco tempo. Outra coisa: nós nao esperámos pela terminacao das actividades na chegada ao hotel, optimizámos o tempo e saimos encaminhados p irmos ao sitio q queriamos fazer a seguir por nós proprios, ou seguimos a pé do sitio onde estavamos após o fim das visitas o q nos permitiu ganhar tempo e viver ainda mais a cidade cm ir a Khao San Road dps do Grand Palace por exemplo e dps dai seguir a pé p os Thonburi Klongs (canals) q ligam mm ao Centro da Cidade junto ao MBK Mall. Ou qd viemos do mercado flutuante mal entrámos na cidade junto ao The Dome apanhámos o Sky Train e evitámos o transito louco p chegar à zona do Holiday Inn e eles até agradeceram, menos um drop off! Andar d taxi em Bangkok é bom p ser enganado, casais cuidado. Nao nos aconteceu mas dá p ver o qt é facil. Tuk Tuk levam barato (após negociacao ou tb s é enganado 5 vezes o preço justo) mas estao feitos c mercados locais e a meio param e somos quase q obrigados a ir. Tive q m chatear c um p irmos directos p o Patpong Market. Apanha-s cá c cd escoria. Mas faz parte do sitio onde estamos, so temos é d estar preparados e saber lidar c as situacoes. S eu tivesse bastante cabedal e 2metros d altura tenho a certeza q nao era um alvo tao facil ;) P escapar a isto tudo, ir d Sky Train ao Patpong Market é uma boa opcao, da estacao ate à entrada do Mercado sao 5minutos a pé. Uma sugestao p aqueles q s sentem desconfortaveis c mercados d rua outdoor: encontra-s o mm espirito d mercado d Bangkok tb indoor no MBK Mall, mais protegido mas o mm espirito negocial. Krabi e Sheraton: Quem gosta d navegar em speedboats c porte, tem aqui a oportunidade d uma vida d navegar barato e em embarcacoes super potentes, 500 a 750 cavalos, potentes motores silenciosos d 6 cilindros, bastando fazer as actividades das Ilhas: 4 Islands, Hong Island, James Bond Discovery Program e as espectaculares Phi Phi. Chegar tao longe e ficar no hotel é simplesmente um desperdício apesar d q aproveitámos tb o hotel ao maximo, a praia é um sossego d paraiso. Cd uma das actividades q fizemos surpreende pela beleza natural, sao dias d mar, sol e natureza pura, descansa-s a navegar, desembarca-s p mergulhar e p o snorkeling em zonas mt lindas. No dia das Phi Phi dao cerca d 1h p almoçar na praia da Phi Phi Don numa estrutura q têm montada p receber os grupos. Pelo q assistimos, as pessoas do grupo ficam mm uma hora à sombra a comer e a desfrutar. Nós almoçámos em 15 minutos e dps passámos os outros 45 minutos a percorrer as estreitas ruas do eixo central cheias d comercio e d gente q estao entre os dois areais da ilha onde estao os hoteis e restaurantes e o Porto Maritimo. Ha q palmilhar a bom ritmo aquela área toda e bater aquele sitio pq é imperdivel. Ha mta vida e paisagens deslumbrantes do lado do Porto. (o almoço é na praia do lado oposto). A Segurança está sempre bem presente qd s esta em mar, coletes e meios d socorro nao faltam, os tripulantes nao sao piratas, é tudo gente q s faz ao mar todos os dias. O Sheraton tem uma localizacao privilegiada: tem um povoado local q rodeia o hotel na estrada q lhe dá acesso: do melhor p comer e beber e fazer massagens Thai a 5 Euros à hora na maior das descontracçoes (nao esquecer d negociar o preço). Comer no hotel é nao aproveitar os sabores locais e tb desperdicar o contacto c o povo local e gastar imenso dinheiro! Mas ha mais: ao lado do Sheraton à beira da estrada(ali tudo s passa à beira da estrada) existe um supermercado Seven Eleven (e outros tipo mercearias locais girissimas cheias d pó e d entrar descalços), extremamente conveniente e c 1001 produtos locais. Tem restaurantes baratissimos d comida tradicional Tailandesa e Indiana c sumos naturais e bebidas sem alcool fantasticas. É q fica mm tudo ali concentrado junto à entrada do hotel, incluindo imensas opcoes d transporte, aluguer d carros a 20 Euros por dia, aceleras a 6 Euros por dia, taxis super seguros q podem por exemplo fazer um tour privado à cidade d Krabi, vao cnc, dao uma volta primeiro na cidade, dps esperam 3 ou 4h enqt andamos la a pé e finalmente nos trazem d volta por apenas 1000 Baths no total. Sao opcoes q nnca mais acabam. E p quem tem ou é SPG do Sheraton consegue ainda uma melhor experiencia d estadia. Sabia tao bem estar a comer e a observar a vida e o movimento q aquela estrada tinha junto à entrada do hotel. P compras em Duty-Free, o aeroporto d Bangkok tb é aliciante, mt variado mm. Estivemos 5h em escala e o tempo voo so a ver lojas. Lembrei-me d um ponto importante: qd s vem d Krabi p Bangkok em escala e o objectivo é sair da Tailandia e voar p fora do Pais, é necessario fazer a saida formal do Pais na Alfandega (p carimbarem o passaporte c a saida). Ora isso pode ser feito d duas maneiras: ou s faz logo em Krabi e eles põem um autocolante d passageiro em transito ja controlado pela alfandega e qd s sai do aviao em Bangkok temos acesso a uma zona d transferencia d voos sem passar novamente pela Alfandega pq ja o fizemos em Krabi OU entao voa-s normalmente d Krabi p Bangkok cm so s d um voo interno se tratasse e dps tem q s sair do aeroporto em Bangkok p voltar a entrar p entao dar a saida internacional e passar entao pela Alfandega. Aquilo no aeroporto d Krabi nao esta mt explicito e pode-s fazer das duas maneiras. Nós q fazemos sempre check-in on-line so c hand bags, voámos normalmente p Bangkok e dps qd saimos do aviao tivemos q sair a pé da zona das chegadas p a zona das partidas p dar entrada cm viajante q vai sair do Pais pq s tivessemos ficado dentro do aeroporto nao iamos a lado nenhum pq nao tinhamos feito o tal procedimento d saida em Krabi. Um apontamento tb bastante positivo p as constantes mensagens da Hotel Beds debaixo da porta do quartos c a confirmação das actividades e dos transferes, horas d pick-up e informacoes uteis tanto em Bangkok cm em Krabi. Em anexo segue o print screen so p verem o tempo q decorreu entre a autorizacao do pagamento no cartao de credito e o pagamento efectivo à Thai Airways. Demoraram-se. So lançaram o pagamento 1 dia antes do dia do voo. Qd confrontadas c uma coisa destas, ja sabem q pode acontecer. A primeira vez q m aconteceu foi c a US Airways. Eles lançam a autorizacao, têm 5 dias garantidos p debitar s a autorizacao der ok. Passando esses 5 dias é por conta e risco da entidade pq ja nao ha a garantia d pagamento e nesse caso s os voos nao conseguissem ficar pagos nao m parece q os bilhetes continuassem c a validade... Dubai: Está na moda. Aqueles Arabes sabem ir buscar as tendencias mundiais e coloca-las no Dubai. Fui la agora 3 anos dps e nota-s q ha ainda mais dinheiro, mais movimento, mais comercio, mais sitios novos, mais coisas incriveis p fazer. Os precos das actividades encareceram por demais, dou-vos conhecimento da Alpha Tours, funcionam bem. Eu divido o Dubai em varias facetas: - Praia Cosmopolita: Jumeirah Beach, The Walk e The Beach. JA Ocean View Hotel é sem duvida o hotel mais fantástico daquela zona e o mais barato. (Vista do quarto 15 floor em anexo, passámos la uma noite). Tem restaurantes, actividades d mar, gente gira, desfile d carros d luxo, lojas e o Marina Mall fica a 5 minutos a pé. Um ambiente indescritível. - Deserto: de fazer o desert safari das 15h às 21:30 c jantar no deserto. Cuidado c as indisposicoes pq Jipes e grandes dunas casam bem c más disposicoes. Nao imaginam cm nos divertimos a fazer todo o terreno na areia c um condutor profissional. Sabe tao bem o silencio do deserto d areia e uma grande estrutura tipo acampamento montada p comermos bem, ouvir musica Arabe, beber cafe Arabe e tirar uma foto em cima dum camelo. - Cidade Velha e Souks: nao basta so andar pelos Souks dos tecidos d um lado do Creek e dps atravessar d barco tipico por 1 Dirham p a outra margem e continuar pelo Souk das especiarias e dps do Ouro. Perto do Souk dos Tecidos ha 4 ou 5 ruas cheias d comercio local q vale mt a pena fazer a pé. A tipica confusao comercial Arabe. Na outra margem verifica-se o mesmo. Basta andar a pé junto ao Porto d Mercadorias q tb é lindo d observar c as Mercadorias d import export todas ali no meio da via publica junto aos antigos Barcos q hj em dia mt navegam carregados d tudo e mais alguma coisa, para encontrar mais ruas cheias d comercio. Junto ao Souk dos tecidos há um Museu c a historia daquele povo e do mundo Arabe, é bastante interessante. - Shoppings: Dubai Mall e subida c Burj Khalifa ao lado. Dificil encontrar bilhetes na hora, melhor reservar ou fazer o Iconic Dubai c a Alpha Tours e assim ainda s experimenta o Aftertoon Tea no Atlantis The Palm (1h a comer do bom e do melhor e ver d passagem o lobby do hotel e o aquario). O Dubai Mall é um mundo, mais do q um Shopping é um conceito. Subir ao 124 floor do Burj Khalifa, gozar a vista sem pressas, possivel por do sol e dps descer e ficar pelo Dubai Mall é um excelente programa d final d dia pois a partir das 18h a Fonte Luminosa Musical colada ao Burj Khalifa e ao Mall começa a funcionar d 30 em 30minutos e so apetece ficar. Pode-se jantar ao ar livre e viver aquele espectaculo brilhante c uma qualidade d som suprema. P quem gosta d Cafés Requintados tem o Armani Café indoor no Mall (e mts mts outros) e la dentro existe mm tudo do bom e do melhor. Será dificil nao voltar p voltar a ver a Musica e a Luz da Fonte. Um sitio magico. -Aftertoon Tea no Sky View restaurant 27 floor no Burj Al Arab. Quem gostar d apreciar sabores e variedades certamente q nao s vai arrepender d pagar cerca de 130 Euros (coisas p fazer uma vez na vida). É so reservar atraves da pagina do hotel. Sao 2h30m a degostar num ambiente e num sitio incrivel + o entrar e sair do proprio hotel q é qq coisa. Uma obra prima da engenharia e o luxo a cd passo. - Sky indoor no Emirates Mall. Uma graça. Estarem por exemplo 40 graus na rua e conseguirmos estar a fazer ski 2 graus negativos, é mais uma ocupacao p variar. Abu Dhabi: (passeio d 1 dia) A Grand Mosque é a High Light da cidade. Em vez d andar às voltas d carro por Abu Dhabi, sugiro a Tower View no Marina Mall em Abu Dhabi. Fica-se logo c uma panoramica lindissima da cidade dps entao passar d carro pela Corniche. E dps, p tds os gostos, ou o Water Park Yas Island (tem dos melhores escorregas do mundo) ou o Ferrari World c a montanha russa mais rapida e puxada do mundo, entretenimento audio-visual d ultima geracao e mt mais. Nós fomos aos dois e foi super divertido.

Carro de aluguer (muito bom: correu tudo lindamente; não sou fã de motores e por isso, até dispensava o Ford Mustang (e então o modelo que nos escolheste – V8 – parece que era mesmo o “Top” ;)), mas sendo isso um sonho dum amigo, Excelente!! Aquilo parece que era mesmo uma “bomba”! é um facto que nas minhas mãos (e conduzi pelo menos metade) não ultrapassei as 70 milhas, mas mesmo assim, foi diferente (no minimo!:)) - Hotéis (Excelente!! Qualquer um dos hotéis – e foram muitos – sempre super bem localizados!! Os dos Parques foram para mim os favoritos, super acolhedores, mas isso é normal. I’m not a city person… E o MGM Grand em Las Vegas foi uma surpresa! Estava à espera do Tropicana (o mesmo de quando por lá passamos a caminho dos Parques do Utah, e “sai” o MGM Grand!!! Comida (Muito bom!: resistimos à fast food americana. E até que nos USA têm boa comida, nomeadamente ao nível de marisco e carne. Só as doses é são desproporcionadas… são enormes… :) Actividades/ Visitas (Excelente!! Qualquer um dos Parques é Grandioso! Os que mais me marcaram foram Bryce, Arches e Monument Valley. Aquelas formações rochosas são qualquer coisa de tirar a respiração!! Fabuloso!!)

Carro de aluguer (muito bom: correu tudo lindamente; não sou fã de motores e por isso, até dispensava o Ford Mustang (e então o modelo que nos escolheste – V8 – parece que era mesmo o “Top” ;)), mas sendo isso um sonho dum amigo, Excelente!! Aquilo parece que era mesmo uma “bomba”! é um facto que nas minhas mãos (e conduzi pelo menos metade) não ultrapassei as 70 milhas, mas mesmo assim, foi diferente (no minimo!:)) - Hotéis (Excelente!! Qualquer um dos hotéis – e foram muitos – sempre super bem localizados!! Os dos Parques foram para mim os favoritos, super acolhedores, mas isso é normal. I’m not a city person… E o MGM Grand em Las Vegas foi uma surpresa! Estava à espera do Tropicana (o mesmo de quando por lá passamos a caminho dos Parques do Utah, e “sai” o MGM Grand!!! Comida (Muito bom!: resistimos à fast food americana. E até que nos USA têm boa comida, nomeadamente ao nível de marisco e carne. Só as doses é são desproporcionadas… são enormes… :) Actividades/ Visitas (Excelente!! Qualquer um dos Parques é Grandioso! Os que mais me marcaram foram Bryce, Arches e Monument Valley. Aquelas formações rochosas são qualquer coisa de tirar a respiração!! Fabuloso!!)

Correu muito bem e gostámos de tudo mas com mais 2 ou 3 dias de viagem teria sido perfeito para descansar e ter tempo de desfrutar dos lodges. Achámos a experiência no Botswana mais especial. Mais selvagem, privado e exclusivo. Fomos muito bem recebidos/tratados nos vários alojamentos onde ficámos e são sítios muito bem preparados. No Zimbábue, Victoria Falls é de facto outro género de destino, mais massificado e turístico mas gostámos de conhecer. Os diferentes serviços correram globalmente bem e sempre com pontualidade e profissionalismo assinalável. Hoteis bem escolhidos. Em termos de comida, a do Shinde (mais caseira – a que gostámos mais). Actividades bem preparadas. Em Victoria Falls ainda fizemos duas actividades adicionais: viagem de helicóptero pelas cataratas e passeio/safari de Elefante. Documentação organizada/completa.

Correu muito bem e gostámos de tudo mas com mais 2 ou 3 dias de viagem teria sido perfeito para descansar e ter tempo de desfrutar dos lodges. Achámos a experiência no Botswana mais especial. Mais selvagem, privado e exclusivo. Fomos muito bem recebidos/tratados nos vários alojamentos onde ficámos e são sítios muito bem preparados. No Zimbábue, Victoria Falls é de facto outro género de destino, mais massificado e turístico mas gostámos de conhecer. Os diferentes serviços correram globalmente bem e sempre com pontualidade e profissionalismo assinalável. Hoteis bem escolhidos. Em termos de comida, a do Shinde (mais caseira – a que gostámos mais). Actividades bem preparadas. Em Victoria Falls ainda fizemos duas actividades adicionais: viagem de helicóptero pelas cataratas e passeio/safari de Elefante. Documentação organizada/completa.

Foi um passeio muito agradável, a uma cidade com paisagens e monumentos de rara beleza, com uma ligação muito forte ao mar e à sua implantação num arquipélago, evidenciada até na abundância de pratos à base de peixe e marisco (nomeadamente, saladas de salmão fumado e camarão descascado, tipo “camarão da costa” e “Bruxas”) e onde se nota que as pessoas de todas as idades têm uma ânsia muito grande de desfrutar do sol e dos passeios nos vastos jardins e parques. Comida: excelente, incluindo o FemSmaHus e o restaurante de estilo francês Le Relais de La Gare em Vasagatan 38 (junto ao hotel), especializado em carne grelhada com certo requinte, mas, em geral, quanto a preços é preciso ter cuidado com eles. A propósito, não digam a ninguém que um jantar no FemSmaHus custa cerca de € 25 por cabeça, pois pode alguém acreditar!!! Actividades/ Visitas: Duma forma geral, foram muito agradáveis e interessantes, mas devem ter em conta que: (a) a parte histórica do Skansen fecha às 4 pm, que foi a hora a que lá chegámos e (b) ao domingo, em Vaxholm, o posto de turismo e a única loja de souvenirs fecham cerca das 2 ou 3 pm, o que reduz bastante o interesse da visita (contudo, o almoço foi excelente e apanhámos um barco de volta mais cedo).

Foi um passeio muito agradável, a uma cidade com paisagens e monumentos de rara beleza, com uma ligação muito forte ao mar e à sua implantação num arquipélago, evidenciada até na abundância de pratos à base de peixe e marisco (nomeadamente, saladas de salmão fumado e camarão descascado, tipo “camarão da costa” e “Bruxas”) e onde se nota que as pessoas de todas as idades têm uma ânsia muito grande de desfrutar do sol e dos passeios nos vastos jardins e parques. Comida: excelente, incluindo o FemSmaHus e o restaurante de estilo francês Le Relais de La Gare em Vasagatan 38 (junto ao hotel), especializado em carne grelhada com certo requinte, mas, em geral, quanto a preços é preciso ter cuidado com eles. A propósito, não digam a ninguém que um jantar no FemSmaHus custa cerca de € 25 por cabeça, pois pode alguém acreditar!!! Actividades/ Visitas: Duma forma geral, foram muito agradáveis e interessantes, mas devem ter em conta que: (a) a parte histórica do Skansen fecha às 4 pm, que foi a hora a que lá chegámos e (b) ao domingo, em Vaxholm, o posto de turismo e a única loja de souvenirs fecham cerca das 2 ou 3 pm, o que reduz bastante o interesse da visita (contudo, o almoço foi excelente e apanhámos um barco de volta mais cedo).

Os voos foram um mimo, com o habitual impecável serviço da Emirates. Os hotéis cumpriram. Os transfers também. O guia em Abu Dhabi era muito aceitável e competente, só tendo falhado num pequeno pormenor, em que ajuízou mal um dress code, que viria a ter consequências, conforme descrição infra (o assim chamado Leggings Incident). O Four Points by Sheraton está de facto bem localizado, entre a capital e a zona da Marina, e serviu para o escasso tempo que lá estivemos. De resto distribuimos o nosso tempo no Dubai entre o Spice Souk em Dhera e o Mall of The Emirates. À noite ainda conseguimos chegar a tempo de presenciar o show de Música e Luzes da Fonte Luminosa no sopé do Burj-El -Khalifa, que é tão bom quanto o do Bellagio em Las Vegas. Os taxis são ao preço da chuva. Ou melhor dizendo, ao preço da areia. A propósito de preços, registe-se que o do tabaco é sensivelmente 1/3 do de cá. E proporcionalmente ao ordenado mínimo, que corresponde a € 1.500 (só para os nacionais dos EAU, claro está, porque no que toca à exploração da mão de obra barata não há muita diferença da dos mercados ocidentais. A população dos EAU serão cerca de 8 milhões de nacionais, com padrões e níveis de vida do outro mundo, com direito a habitação, educação, saúde, all tax free, e com serventia de cerca de 5 milhões de trabalhadores estrangeiros que, mesmo sendo cidadãos de 3ª (in case you re wandering, os cidadãos de 2ª são as mulheres) preferem ainda assim ser explorados do que viverem livres das grilhetas de um steady job nos países de origem). Os preços são bem mais acessíveis do que cá, especialmente os dos produtos comprados nos supermercados. Nas lojas dos Malls é sensivelmente como em Portugal. Mas há muito mais variedade e sempre boas oportunidades que valem a pena, havendo tempo, que não foi o caso. O hotel do deserto está bem concebido e bem decorado, ao estilo, como não podia deixar de ser, das mil e uma noites árabes. Ainda bem que os preços dos passeios organizados eram absurdamente caros, porque isso permitiu-nos disfrutar da soberba área das piscinas. O Sofitel era luxuoso, imponente e bem localizado. A piscina, colocada no meio das torres, só apanhava umas duas horas de sol por dia, por isso a água era aquecida. O espaço de lounge-chill out em torno da piscina é moderno e muy agradável. As torres e arranha céus no centro de Abu Dhabi mais parecem árvores numa floresta tropical, tão juntinhas que se tem vista para os apartamentos em frente. E a construção ainda vai no adro. Há dezenas de hotéis e dos que podemos apreciar no centro, o melhor pareceu-nos ser o Rotana. As refeições que fizemos eram todas fartas e viemos seguramente todos um pouco mais fortes. O Ferrari World é um must. Enorme e electrizante. Correspondeu às expectativas. Tal como a zona do Central Market onde está o Restaurante Shakespere & Co ou coisa parecida. A Grande Mesquita está construída ao estilo do Tal Mahal mas com o tamanho do Vaticano. É tão branca, brilhante e resplandecente que temos de usar óculos escuros, mesmo no interior. O acesso e dress code é mais apertado e rigorosamente controlado do que num Baile de Gala e a Célia foi barrada à porta porque levava leggings e as mulheres não podem entrar com calças que mostrem o contorno das pernas. O Heritage World ou lá como é se chamava, de Abu Dhabi, junto à Marina, não vale um caracol. O Hotel Palace of the Emirates, forrado a ouro no interior é que teria valido a pena se não estivesse ocupado por uma cimeira qualquer. Bastards! O melhor estava guardado para o fim. A estadia no Atlantis foi muito apreciada por miúdos e graúdos. Houve quem tivesse passado os dois dias inteirinhos no complexo de piscinas e circuitos de escorregas e rápidos. Vale a pena o dinheiro que custa. As refeições buffet só perdem para os festins romanos dos bons velhos tempos. O lobby do hotel parece um átrio de aeroporto e tudo é grandioso e imponente, ao bom estilo bíblico e babilónico. Mas padece dos males das grandes estruturas. Chegámos às 12.00h. e às 15.00h, a hora em que era suposto fazermos o check in e ter acesso aos quartos. Mas os quartos não estavam prontos e a Drª Maria da Luz teve de se zangar. Tanto assim que, à laia de compensação, nos passaram um voucher de refeição. Só que quando chegámos ao Restaurante, já passava da hora das refeições e o Restaurante estava a fechar. Nova zaragata e nova reclamação, no final da qual lá acabaram por nos dar as chaves dos quartos. E a partir daí não houve mais casos. Like!

Os voos foram um mimo, com o habitual impecável serviço da Emirates. Os hotéis cumpriram. Os transfers também. O guia em Abu Dhabi era muito aceitável e competente, só tendo falhado num pequeno pormenor, em que ajuízou mal um dress code, que viria a ter consequências, conforme descrição infra (o assim chamado Leggings Incident). O Four Points by Sheraton está de facto bem localizado, entre a capital e a zona da Marina, e serviu para o escasso tempo que lá estivemos. De resto distribuimos o nosso tempo no Dubai entre o Spice Souk em Dhera e o Mall of The Emirates. À noite ainda conseguimos chegar a tempo de presenciar o show de Música e Luzes da Fonte Luminosa no sopé do Burj-El -Khalifa, que é tão bom quanto o do Bellagio em Las Vegas. Os taxis são ao preço da chuva. Ou melhor dizendo, ao preço da areia. A propósito de preços, registe-se que o do tabaco é sensivelmente 1/3 do de cá. E proporcionalmente ao ordenado mínimo, que corresponde a € 1.500 (só para os nacionais dos EAU, claro está, porque no que toca à exploração da mão de obra barata não há muita diferença da dos mercados ocidentais. A população dos EAU serão cerca de 8 milhões de nacionais, com padrões e níveis de vida do outro mundo, com direito a habitação, educação, saúde, all tax free, e com serventia de cerca de 5 milhões de trabalhadores estrangeiros que, mesmo sendo cidadãos de 3ª (in case you re wandering, os cidadãos de 2ª são as mulheres) preferem ainda assim ser explorados do que viverem livres das grilhetas de um steady job nos países de origem). Os preços são bem mais acessíveis do que cá, especialmente os dos produtos comprados nos supermercados. Nas lojas dos Malls é sensivelmente como em Portugal. Mas há muito mais variedade e sempre boas oportunidades que valem a pena, havendo tempo, que não foi o caso. O hotel do deserto está bem concebido e bem decorado, ao estilo, como não podia deixar de ser, das mil e uma noites árabes. Ainda bem que os preços dos passeios organizados eram absurdamente caros, porque isso permitiu-nos disfrutar da soberba área das piscinas. O Sofitel era luxuoso, imponente e bem localizado. A piscina, colocada no meio das torres, só apanhava umas duas horas de sol por dia, por isso a água era aquecida. O espaço de lounge-chill out em torno da piscina é moderno e muy agradável. As torres e arranha céus no centro de Abu Dhabi mais parecem árvores numa floresta tropical, tão juntinhas que se tem vista para os apartamentos em frente. E a construção ainda vai no adro. Há dezenas de hotéis e dos que podemos apreciar no centro, o melhor pareceu-nos ser o Rotana. As refeições que fizemos eram todas fartas e viemos seguramente todos um pouco mais fortes. O Ferrari World é um must. Enorme e electrizante. Correspondeu às expectativas. Tal como a zona do Central Market onde está o Restaurante Shakespere & Co ou coisa parecida. A Grande Mesquita está construída ao estilo do Tal Mahal mas com o tamanho do Vaticano. É tão branca, brilhante e resplandecente que temos de usar óculos escuros, mesmo no interior. O acesso e dress code é mais apertado e rigorosamente controlado do que num Baile de Gala e a Célia foi barrada à porta porque levava leggings e as mulheres não podem entrar com calças que mostrem o contorno das pernas. O Heritage World ou lá como é se chamava, de Abu Dhabi, junto à Marina, não vale um caracol. O Hotel Palace of the Emirates, forrado a ouro no interior é que teria valido a pena se não estivesse ocupado por uma cimeira qualquer. Bastards! O melhor estava guardado para o fim. A estadia no Atlantis foi muito apreciada por miúdos e graúdos. Houve quem tivesse passado os dois dias inteirinhos no complexo de piscinas e circuitos de escorregas e rápidos. Vale a pena o dinheiro que custa. As refeições buffet só perdem para os festins romanos dos bons velhos tempos. O lobby do hotel parece um átrio de aeroporto e tudo é grandioso e imponente, ao bom estilo bíblico e babilónico. Mas padece dos males das grandes estruturas. Chegámos às 12.00h. e às 15.00h, a hora em que era suposto fazermos o check in e ter acesso aos quartos. Mas os quartos não estavam prontos e a Drª Maria da Luz teve de se zangar. Tanto assim que, à laia de compensação, nos passaram um voucher de refeição. Só que quando chegámos ao Restaurante, já passava da hora das refeições e o Restaurante estava a fechar. Nova zaragata e nova reclamação, no final da qual lá acabaram por nos dar as chaves dos quartos. E a partir daí não houve mais casos. Like!

O serviço da Air Europa é fraquinho. Transfers correctos e muito atenciosos, tendo os motoristas inclusive acedido a pequenos desvios e percursos por nós solicitados. Os guias foram também muito bons. Especialmente a Aldana em Buenos Aires e a Cosana em Calafate no passeio ao Perito Moreno. Recomendam-se fortemente. Ficámos muito bem impressionados. O Hotel de Calafate era muito razoável e confortável, todo em madeira. Rústico mas very chic. Se bem que o melhor hotel, de que eu não me lembrei a tempo, seja o Alto Calafate. O Hotel Design Suites em Bariloche é um resort tipicamente de zona de montanha, em madeira, simpático, com boa apresentação e com atendimento e serviços razoáveis, a 3 km da povoação, com vistas esplêndidas. Como nos dias 24 e 25 estava quase tudo fechado não havia muito que fazer. Os passeios nos teleféricos disponíveis nas redondezas recomendam-se. O Hotel Lennox é muuuuuuito bom e com bons serviços, bom atendimento e segurança. Com quartos amplos e com kitchenettes. Guardaram-nos as bagagens enquanto fomos 2 dias ao Uruguay. Emprestaram-nos adaptadores para os carregadores dos telemóveis (porque as tomadas eléctricas são diferentes). Boas refeições. Wi-fi gratuita. O Hotel Madero tem um defeito grave que é cobrar o acesso wi-fi. De resto é elegante, bem decorado e bem localizado e seguro. Os pequenos almoços nos Hotéis são razoáveis para os padrões Portugueses mas pobres e limitados se comparados com os bons Hotéis por exemplo do Brasil e do Sudoeste Asiático (onde por exemplo os ovos ao pequeno almoço são triviais. Na Argentina nem um tinha ovos disponíveis. Não é que isso faça uma falta assim tãããão grande, mas é um factor qualitativo e distintivo. Os ovos mexidos não contam porque são geralmente uma nhanha pastosa incomestível. No geral a comida na Argentina e no Uruguay é boa, variada e abundante. Só lhe falta bom peixe e marisco, mas para isso estamos cá nós. Não se vai à América do Sul comer peixe. Nem sopa, que não são muito habituais. Há muita comida italiana, empanadas e bifes por onde escolher. As doses são geralmente abundantes e suficientes para 2. E a comida é toda confeccionada, por decreto legal, sem sal. Saudável portanto. E acessível a todas bolsas. As viagens de Buquebus de Buenos Aires para o Uruguay e regresso são um luxo e uma boa experiência que se recomendam vivamente. O piso do barco é em carpete imaculada que, para ser preservada, obriga os passageiros a calçar à entrada umas pantufas brancas daquele material consumível igual às cuecas de polietileno que são fornecidas nas casas de massagens. Muito cómico. Mas higiénico. Montevideo tem boas praias e uma agradável marginal, com bons edifícios, bons shoppings, bons restaurantes e amplos espaços de convívio. A única recomendação para quem chegue de Buenos Aires é trazer alguns pesos uruguaios porque no porto não há casas de câmbio e nem todos os táxis aceitam pesos argentinos e os que aceitam fazem um câmbio muito próprio. Buenos Aires é uma cidade que não dorme e com uma enorme oferta cultural. E com boas compras, que o dólar azul, facilmente acessível, ajuda a rentabilizar. Uma mistura de Paris com São Paulo. Brutal. Mas com uma temperatura de 42º e uma humidade esponjosa é dificil aproveitar tudo em pleno.

O serviço da Air Europa é fraquinho. Transfers correctos e muito atenciosos, tendo os motoristas inclusive acedido a pequenos desvios e percursos por nós solicitados. Os guias foram também muito bons. Especialmente a Aldana em Buenos Aires e a Cosana em Calafate no passeio ao Perito Moreno. Recomendam-se fortemente. Ficámos muito bem impressionados. O Hotel de Calafate era muito razoável e confortável, todo em madeira. Rústico mas very chic. Se bem que o melhor hotel, de que eu não me lembrei a tempo, seja o Alto Calafate. O Hotel Design Suites em Bariloche é um resort tipicamente de zona de montanha, em madeira, simpático, com boa apresentação e com atendimento e serviços razoáveis, a 3 km da povoação, com vistas esplêndidas. Como nos dias 24 e 25 estava quase tudo fechado não havia muito que fazer. Os passeios nos teleféricos disponíveis nas redondezas recomendam-se. O Hotel Lennox é muuuuuuito bom e com bons serviços, bom atendimento e segurança. Com quartos amplos e com kitchenettes. Guardaram-nos as bagagens enquanto fomos 2 dias ao Uruguay. Emprestaram-nos adaptadores para os carregadores dos telemóveis (porque as tomadas eléctricas são diferentes). Boas refeições. Wi-fi gratuita. O Hotel Madero tem um defeito grave que é cobrar o acesso wi-fi. De resto é elegante, bem decorado e bem localizado e seguro. Os pequenos almoços nos Hotéis são razoáveis para os padrões Portugueses mas pobres e limitados se comparados com os bons Hotéis por exemplo do Brasil e do Sudoeste Asiático (onde por exemplo os ovos ao pequeno almoço são triviais. Na Argentina nem um tinha ovos disponíveis. Não é que isso faça uma falta assim tãããão grande, mas é um factor qualitativo e distintivo. Os ovos mexidos não contam porque são geralmente uma nhanha pastosa incomestível. No geral a comida na Argentina e no Uruguay é boa, variada e abundante. Só lhe falta bom peixe e marisco, mas para isso estamos cá nós. Não se vai à América do Sul comer peixe. Nem sopa, que não são muito habituais. Há muita comida italiana, empanadas e bifes por onde escolher. As doses são geralmente abundantes e suficientes para 2. E a comida é toda confeccionada, por decreto legal, sem sal. Saudável portanto. E acessível a todas bolsas. As viagens de Buquebus de Buenos Aires para o Uruguay e regresso são um luxo e uma boa experiência que se recomendam vivamente. O piso do barco é em carpete imaculada que, para ser preservada, obriga os passageiros a calçar à entrada umas pantufas brancas daquele material consumível igual às cuecas de polietileno que são fornecidas nas casas de massagens. Muito cómico. Mas higiénico. Montevideo tem boas praias e uma agradável marginal, com bons edifícios, bons shoppings, bons restaurantes e amplos espaços de convívio. A única recomendação para quem chegue de Buenos Aires é trazer alguns pesos uruguaios porque no porto não há casas de câmbio e nem todos os táxis aceitam pesos argentinos e os que aceitam fazem um câmbio muito próprio. Buenos Aires é uma cidade que não dorme e com uma enorme oferta cultural. E com boas compras, que o dólar azul, facilmente acessível, ajuda a rentabilizar. Uma mistura de Paris com São Paulo. Brutal. Mas com uma temperatura de 42º e uma humidade esponjosa é dificil aproveitar tudo em pleno.

Em termos gerais, a viagem correu bem e gostámos muito do que vimos. Aliás, em certa medida, ultrapassou as expectativas, pois deu para ver que Abu Dhabi e o Dubai não estão circunscritos ao tão mediático artificialismo. Esta altura do ano é mesmo das melhores para visitar o país, talvez só comparável a Março. É conveniente levar um agasalho mas podemos andar tranquilamente de t-shirt. Absolutamente proibitivo viajar para lá no pico do Verão. Os relatos de quem lá vive apontam para um calor insuportável. Os táxis são para aí 10 vezes mais baratos que em Portugal e a rede de metro no Dubai é espectacular, cobrindo todos os pontos de interesse à excepção da praia. É possível comprar um cartão válido para todos os transportes públicos (o “Nol”), recarregável a qualquer instante e com validade por… cinco anos. Além dos preços, também as multidões desaconselham a passagem do ano no Dubai. Só mesmo para quem gosta do réveillon à moda de Nova Iorque ou Copacabana, ou seja, quatro/seis pessoas por metro quadrado. Não há muitas zonas públicas com o espaço suficiente para uma concentração popular em larga escala. Quem tiver paciência para dormir de véspera e marcar o lugar para ver o fogo de artifício sinta-se em casa… É fundamental reservar on line o acesso ao Burj Khalifa! Fica quatro vezes mais barato do que comprar ao “balcão”. Nós pagámos cada um 80 euros e corremos o sério risco de não conseguir bilhetes durante a nossa estada. Nesta altura do ano, a torre tem sempre lotação esgotada. Um pouco na mesma linha, é conveniente alertar para a possibilidade de reservar também on line bilhetes de família para o Ferrari World. São bilhetes mais em conta. Por outro lado, os visitantes, nas épocas altas, devem estar preparados para esperar mais de duas horas para entrar verdadeiramente nas diversões do Ferrari World depois de já lá estarem dentro… Estamos decididos a riscar a cadeia Millenium das nossas opções. Em contraponto, no Royal Méridien de Abu Dhabi, tudo foi muito mais agradável e com outra marca de elegância. Inclusive, assim que chegámos, mostraram-nos uma folha na qual se podia ler que qualquer aviso de emergência ou de incêndio corresponderia a um mero exercício e não seria necessário alterar minimamente a nossa rotina. E organizaram uma passagem de ano com estilo e requinte. A Grande Mesquita em Abu Dhabi é mesmo um marco imperdível. As mulheres têm de se cobrir com a abaya (são “uniformizadas” à entrada mas isso não tem qualquer custo) e também por causa disso, para os amantes da fotografia, o local oferece esplêndidos ângulos, sobretudo ao pôr-do-sol. O restaurante italiano do Hilton (La Bocca, perto da marina, em Abu Dhabi) e o Hakkasan, nas Emirates Tower (no Dubai, uma cidade onde a zona da marina consegue ser particularmente cativante) merecem uma visita, tal qual o Souk Madinat Jumeirah, cuja promenade é servida de óptimas opções para fazer uma refeição, ali a dois metros do famoso Burj al Arab…

Em termos gerais, a viagem correu bem e gostámos muito do que vimos. Aliás, em certa medida, ultrapassou as expectativas, pois deu para ver que Abu Dhabi e o Dubai não estão circunscritos ao tão mediático artificialismo. Esta altura do ano é mesmo das melhores para visitar o país, talvez só comparável a Março. É conveniente levar um agasalho mas podemos andar tranquilamente de t-shirt. Absolutamente proibitivo viajar para lá no pico do Verão. Os relatos de quem lá vive apontam para um calor insuportável. Os táxis são para aí 10 vezes mais baratos que em Portugal e a rede de metro no Dubai é espectacular, cobrindo todos os pontos de interesse à excepção da praia. É possível comprar um cartão válido para todos os transportes públicos (o “Nol”), recarregável a qualquer instante e com validade por… cinco anos. Além dos preços, também as multidões desaconselham a passagem do ano no Dubai. Só mesmo para quem gosta do réveillon à moda de Nova Iorque ou Copacabana, ou seja, quatro/seis pessoas por metro quadrado. Não há muitas zonas públicas com o espaço suficiente para uma concentração popular em larga escala. Quem tiver paciência para dormir de véspera e marcar o lugar para ver o fogo de artifício sinta-se em casa… É fundamental reservar on line o acesso ao Burj Khalifa! Fica quatro vezes mais barato do que comprar ao “balcão”. Nós pagámos cada um 80 euros e corremos o sério risco de não conseguir bilhetes durante a nossa estada. Nesta altura do ano, a torre tem sempre lotação esgotada. Um pouco na mesma linha, é conveniente alertar para a possibilidade de reservar também on line bilhetes de família para o Ferrari World. São bilhetes mais em conta. Por outro lado, os visitantes, nas épocas altas, devem estar preparados para esperar mais de duas horas para entrar verdadeiramente nas diversões do Ferrari World depois de já lá estarem dentro… Estamos decididos a riscar a cadeia Millenium das nossas opções. Em contraponto, no Royal Méridien de Abu Dhabi, tudo foi muito mais agradável e com outra marca de elegância. Inclusive, assim que chegámos, mostraram-nos uma folha na qual se podia ler que qualquer aviso de emergência ou de incêndio corresponderia a um mero exercício e não seria necessário alterar minimamente a nossa rotina. E organizaram uma passagem de ano com estilo e requinte. A Grande Mesquita em Abu Dhabi é mesmo um marco imperdível. As mulheres têm de se cobrir com a abaya (são “uniformizadas” à entrada mas isso não tem qualquer custo) e também por causa disso, para os amantes da fotografia, o local oferece esplêndidos ângulos, sobretudo ao pôr-do-sol. O restaurante italiano do Hilton (La Bocca, perto da marina, em Abu Dhabi) e o Hakkasan, nas Emirates Tower (no Dubai, uma cidade onde a zona da marina consegue ser particularmente cativante) merecem uma visita, tal qual o Souk Madinat Jumeirah, cuja promenade é servida de óptimas opções para fazer uma refeição, ali a dois metros do famoso Burj al Arab…

Os voos foram todos pontuais, sem qualquer problema e tudo ocorreu dentro da normalidade. Os carros de aluguer foram muitos bons, com bastante espaço para as pessoas e as bagagens, equipados com itens muito bons de segurança e de conforto. Todos os hotéis estavam reservados nos nossos nomes, muito bem localizados, com acesso a bares, shoppings, cafés e restaurantes próximos. Comida: para nós brasileiros o problema é o tipo de café que há nos EUA, que é fraco e servido em grandes copos. Mas isso é geral nos EUA, o café é assim mesmo, já nos habituamos com isso quando estamos lá. O melhor de manhã é tomar um chocolate quente, mais apropriado ao nosso paladar. Na California, pela proximidade com o México, há uma influência muito grande da comida mexicana e é preciso ter cuidado com os molhos picantes. Mas encontramos vários tipos de opções de restaurantes, com pratos e preços variados, dependendo de quanto a pessoa está disposta a gastar. O restaurante na noite de Natal foi muito bom, com boas instalações, ótimo ambiente, boa comida e bons vinhos. Pratos variados de massas, peixes, frutos do mar e carne. O atendimento foi eficiente e com muita atenção. Não tivemos dificuldade em nos alimentar. Foi tranquilo. Em todos as cidades que estivemos, procuramos visitar os pontos turísticos mais famosos. Estivemos em todos os lugares de destaque de cada cidade, com calma, pois tínhamos tempo suficiente para aproveitar tudo.

Os voos foram todos pontuais, sem qualquer problema e tudo ocorreu dentro da normalidade. Os carros de aluguer foram muitos bons, com bastante espaço para as pessoas e as bagagens, equipados com itens muito bons de segurança e de conforto. Todos os hotéis estavam reservados nos nossos nomes, muito bem localizados, com acesso a bares, shoppings, cafés e restaurantes próximos. Comida: para nós brasileiros o problema é o tipo de café que há nos EUA, que é fraco e servido em grandes copos. Mas isso é geral nos EUA, o café é assim mesmo, já nos habituamos com isso quando estamos lá. O melhor de manhã é tomar um chocolate quente, mais apropriado ao nosso paladar. Na California, pela proximidade com o México, há uma influência muito grande da comida mexicana e é preciso ter cuidado com os molhos picantes. Mas encontramos vários tipos de opções de restaurantes, com pratos e preços variados, dependendo de quanto a pessoa está disposta a gastar. O restaurante na noite de Natal foi muito bom, com boas instalações, ótimo ambiente, boa comida e bons vinhos. Pratos variados de massas, peixes, frutos do mar e carne. O atendimento foi eficiente e com muita atenção. Não tivemos dificuldade em nos alimentar. Foi tranquilo. Em todos as cidades que estivemos, procuramos visitar os pontos turísticos mais famosos. Estivemos em todos os lugares de destaque de cada cidade, com calma, pois tínhamos tempo suficiente para aproveitar tudo.

Era uma aspiração antiga a viagem à Croácia e à Eslovénia. Foi possível concretizar sem sobressaltos de maior o programa delineado, razão por que, em termos gerais, a viagem foi enriquecedora e estimulante.A logística conexa aos voos, aos hotéis e à documentação inerente - de que foi incumbida essa agência de viagens -, revelou-se irrepreensível, cumprindo enaltecê-la, por conseguinte. Realce para o hotel de Zagreb que proporcionou conforto e qualidade muito elevados. Por último, impõe-se relevar os locais que mais memórias infundiram: na Croácia, a zona histórica da cidade de Split e os Lagos Plitvice; na Eslovénia, as grutas de Postojna e o lado Bled. Sem olvidar, contudo, que as cidades de Dubrovnic, Zadar, Zagreb, Liubliana e Skofja Loka são igualmente propícias ao encantamento.

Era uma aspiração antiga a viagem à Croácia e à Eslovénia. Foi possível concretizar sem sobressaltos de maior o programa delineado, razão por que, em termos gerais, a viagem foi enriquecedora e estimulante.A logística conexa aos voos, aos hotéis e à documentação inerente - de que foi incumbida essa agência de viagens -, revelou-se irrepreensível, cumprindo enaltecê-la, por conseguinte. Realce para o hotel de Zagreb que proporcionou conforto e qualidade muito elevados. Por último, impõe-se relevar os locais que mais memórias infundiram: na Croácia, a zona histórica da cidade de Split e os Lagos Plitvice; na Eslovénia, as grutas de Postojna e o lado Bled. Sem olvidar, contudo, que as cidades de Dubrovnic, Zadar, Zagreb, Liubliana e Skofja Loka são igualmente propícias ao encantamento.

A Turquia é surpreendente, sendo Istambul a cidade mais povoada (cerca 16 milhões de habitantes), tem todos os problemas das grandes metrópoles, mas ainda assim de um modo organizado. É um fascínio percorrer as margens do Golden Horn e do Rio Bósforo, a pé ou de cruzeiro, tendo também o privilégio de estar entre a Europa e a Ásia; Para além das suas místicas mesquitas, mercados e recantos da cidade! Foi bom o equilíbrio com a visita à Capadócia, para fugir ao caos habitual das cidades, ao que a pequena e pacata Goreme, vila principal da região da Capadócia, correspondeu com todos os encantos, através das suas mágicas formações rochosas, histórias milenares e voo de balão. O povo turco é alegre e acolhedor, a comida um grande petisco, as visitas guiadas muito acessíveis e de grande conhecimento! Tudo funcionou na perfeição, desde as horas de voos, ligações de transfers aos hotéis. Parabéns à TravelTailors, que nos proporcionou uma visita fenomenal.

A Turquia é surpreendente, sendo Istambul a cidade mais povoada (cerca 16 milhões de habitantes), tem todos os problemas das grandes metrópoles, mas ainda assim de um modo organizado. É um fascínio percorrer as margens do Golden Horn e do Rio Bósforo, a pé ou de cruzeiro, tendo também o privilégio de estar entre a Europa e a Ásia; Para além das suas místicas mesquitas, mercados e recantos da cidade! Foi bom o equilíbrio com a visita à Capadócia, para fugir ao caos habitual das cidades, ao que a pequena e pacata Goreme, vila principal da região da Capadócia, correspondeu com todos os encantos, através das suas mágicas formações rochosas, histórias milenares e voo de balão. O povo turco é alegre e acolhedor, a comida um grande petisco, as visitas guiadas muito acessíveis e de grande conhecimento! Tudo funcionou na perfeição, desde as horas de voos, ligações de transfers aos hotéis. Parabéns à TravelTailors, que nos proporcionou uma visita fenomenal.

Durante os Safaris, não tivemos nenhum problema - vimos outros veículos de turistas na estrada do Serengeti com pneus furados ou problemas mecânicos.O nosso guia/motorista (Peter) era muito profissional, experiente, esforçado, simpático e com sentido de humor. Recomendo! Nota-se que o turismo é organizado, embora predominem os veículos com casais e famílias. O Parque de Tarangire recomenda-se e muito! Ainda bem que o visitámos! Foi onde vimos a maior densidade de animais e o maior número de elefantes e gazelas. Os hotéis Serena são um pouco melhores que os Sopa, quer a nível de simpatia, limpeza, acomodações e piscinas. A comida e as caixas do almoço também são superiores. A comida do Serena Serengeti é sempre buffet e tem alguma variedade (foi o melhor na Tanzânia continental). No entanto, o Sopa Ngorongoro é o melhor hotel para se ficar. Fica a 2 ou 3 quilómetros da entrada para a cratera, o que é ótimo quer à ida quer à vinda do parque. Fica isolado e tem vistas deslumbrantes. Em Zanzibar adorámos Stone Town. Andamos a pé à noite, mas sempre em ruas movimentadas, havia muitos turistas e não sentimos qualquer perigo. Jantámos num restaurante que era recomendado no guia que havíamos comprado, o Monsoon, e gostamos bastante, tinha música Taarab ao vivo nessa noite. Gostámos bastante de Gemma.. Sentimos-nos bem! Comparando com os “tudo incluído” da República Dominicana (Grand Bávaro), Jamaica (Riu), Cuba (Mélia) ou Costa Rica (Paradisus), é muito superior, apesar de a variedade da comida e bebida ser menor. É mais pequeno e menos massificado que os das Caraíbas. Resumindo, tem um bom ambiente e a comida é boa. No geral, recomendamos vivamente a viagem. Para um serviço mais personalizado e para saber mais sobre os animais ou a vida selvagem, o ideal é ficar nas tendas e realizar as deslocações de avioneta entre os parques.

Durante os Safaris, não tivemos nenhum problema - vimos outros veículos de turistas na estrada do Serengeti com pneus furados ou problemas mecânicos.O nosso guia/motorista (Peter) era muito profissional, experiente, esforçado, simpático e com sentido de humor. Recomendo! Nota-se que o turismo é organizado, embora predominem os veículos com casais e famílias. O Parque de Tarangire recomenda-se e muito! Ainda bem que o visitámos! Foi onde vimos a maior densidade de animais e o maior número de elefantes e gazelas. Os hotéis Serena são um pouco melhores que os Sopa, quer a nível de simpatia, limpeza, acomodações e piscinas. A comida e as caixas do almoço também são superiores. A comida do Serena Serengeti é sempre buffet e tem alguma variedade (foi o melhor na Tanzânia continental). No entanto, o Sopa Ngorongoro é o melhor hotel para se ficar. Fica a 2 ou 3 quilómetros da entrada para a cratera, o que é ótimo quer à ida quer à vinda do parque. Fica isolado e tem vistas deslumbrantes. Em Zanzibar adorámos Stone Town. Andamos a pé à noite, mas sempre em ruas movimentadas, havia muitos turistas e não sentimos qualquer perigo. Jantámos num restaurante que era recomendado no guia que havíamos comprado, o Monsoon, e gostamos bastante, tinha música Taarab ao vivo nessa noite. Gostámos bastante de Gemma.. Sentimos-nos bem! Comparando com os “tudo incluído” da República Dominicana (Grand Bávaro), Jamaica (Riu), Cuba (Mélia) ou Costa Rica (Paradisus), é muito superior, apesar de a variedade da comida e bebida ser menor. É mais pequeno e menos massificado que os das Caraíbas. Resumindo, tem um bom ambiente e a comida é boa. No geral, recomendamos vivamente a viagem. Para um serviço mais personalizado e para saber mais sobre os animais ou a vida selvagem, o ideal é ficar nas tendas e realizar as deslocações de avioneta entre os parques.

Estamos de volta… E super deprimidos por a viagem já ter acabado, foi muito boa mesmo! Em Miami, o HotelClaridge não tem grandes luxos, mas tem tudo o que é preciso. A localização éóptima para quem alugue carro e o staff é simpático. Este fica em frente à praia, o que soube muito bem para um mergulhinho na praia ao final da tarde,depois da visita à cidade.O dia em Everglades foi maravilhoso, a centímetros de imensos crocodilos permitiu-nos tirar fotografias giríssimas! Keys tem uma praia formidável, a água é um sonho a 30°C. Esperávamos melhor a nível de paisagem. No Perú, o Hotel Casa Andina é realmente muito bom. Começando pelo quarto, passando pelo pequeno-almoço e acabando no staff - tudo óptimo. Inclusive, deixámos as malas no hotel nos dias em que visitámos Cuzco e não nos cobraram nada. Ficámos muito bem impressionados com a cadeia da Casa Andina. O Jaime (que foi sempre o nosso motorista em Lima) foi impecável! Na nossa visita guiada a Lima a guia falava brasileiro e era muito flexível, sempre ao nosso ritmo e segundo as nossas preferências. A cidade de Lima foi uma surpresa, como íamos com as expectativas tão baixas, acabámos por achar o centro histórico muito bonito! O dia em Nazca foi fenomenal. O passeio de buggy foi giríssimo, uma verdadeira montanha russa pelo deserto! E o voo foi espetacular! Sem palavras. A visita guiada a Quito e Mitad del Mundo foi excelente. Gostámos imenso da guia (Ana Lucia). Visita muito bem organizada, excelente de tempo em cada lugar, tanto que com a motivação demorávamo-nos sempre mais em cada local e a visita acabou com 1h de atraso e não houve problema nenhum. Galápagos é um paraíso e os animais são amorosos! O hotel Iguana Crossing foi fenomenal! Nada de luxos, mas com tudo o que é preciso para agradar, e muito! Quando fizemos o check-out disseram que não tínhamos nada a pagar. Nós referimos que tínhamos consumos: cafés e coca-colas. A resposta? Não há problema, não têm nada a pagar. Impecável! Por nós ainda lá estávamos! Chegados do snorkeling fomos até ao último andar para o jacuzzi ao ar livre, com vista sobre a praia… uma maravilha! As visitas em si foram muito giras! É muito fácil gostar das Galápagos! Por nós voltávamos já a correr! É tão bom viajar… definitivamente, é o que se leva de bom nesta vida! E a TravelTailors muito nos tem ajudado a ter estes dias maravilhosos!

Estamos de volta… E super deprimidos por a viagem já ter acabado, foi muito boa mesmo! Em Miami, o HotelClaridge não tem grandes luxos, mas tem tudo o que é preciso. A localização éóptima para quem alugue carro e o staff é simpático. Este fica em frente à praia, o que soube muito bem para um mergulhinho na praia ao final da tarde,depois da visita à cidade.O dia em Everglades foi maravilhoso, a centímetros de imensos crocodilos permitiu-nos tirar fotografias giríssimas! Keys tem uma praia formidável, a água é um sonho a 30°C. Esperávamos melhor a nível de paisagem. No Perú, o Hotel Casa Andina é realmente muito bom. Começando pelo quarto, passando pelo pequeno-almoço e acabando no staff - tudo óptimo. Inclusive, deixámos as malas no hotel nos dias em que visitámos Cuzco e não nos cobraram nada. Ficámos muito bem impressionados com a cadeia da Casa Andina. O Jaime (que foi sempre o nosso motorista em Lima) foi impecável! Na nossa visita guiada a Lima a guia falava brasileiro e era muito flexível, sempre ao nosso ritmo e segundo as nossas preferências. A cidade de Lima foi uma surpresa, como íamos com as expectativas tão baixas, acabámos por achar o centro histórico muito bonito! O dia em Nazca foi fenomenal. O passeio de buggy foi giríssimo, uma verdadeira montanha russa pelo deserto! E o voo foi espetacular! Sem palavras. A visita guiada a Quito e Mitad del Mundo foi excelente. Gostámos imenso da guia (Ana Lucia). Visita muito bem organizada, excelente de tempo em cada lugar, tanto que com a motivação demorávamo-nos sempre mais em cada local e a visita acabou com 1h de atraso e não houve problema nenhum. Galápagos é um paraíso e os animais são amorosos! O hotel Iguana Crossing foi fenomenal! Nada de luxos, mas com tudo o que é preciso para agradar, e muito! Quando fizemos o check-out disseram que não tínhamos nada a pagar. Nós referimos que tínhamos consumos: cafés e coca-colas. A resposta? Não há problema, não têm nada a pagar. Impecável! Por nós ainda lá estávamos! Chegados do snorkeling fomos até ao último andar para o jacuzzi ao ar livre, com vista sobre a praia… uma maravilha! As visitas em si foram muito giras! É muito fácil gostar das Galápagos! Por nós voltávamos já a correr! É tão bom viajar… definitivamente, é o que se leva de bom nesta vida! E a TravelTailors muito nos tem ajudado a ter estes dias maravilhosos!

Querida Paula, obrigado por ter feito todos os possíveis para que a nossa viagem a Lisboa corresse da melhor forma. Divertimo-nos muito! Cada actividade foi escolhida a dedo e deu-nos uma óptima perspectiva de Lisboa e da cultura Portuguesa.Ter o Nuno como nosso guia foi um acréscimo para que pudéssemos perceber a cultura e a história, assim como para termos uma perspectiva global da cidade. O Nuno foi cativante e estava muito bem informado, a acrescentar ao facto das visitas que fizemos estarem muito bem preparadas. Em retrospectiva, gostaríamos de ter passado mais tempo nos Jardins da Regaleira mas não lhe comunicámos este desejo. Pensamos que poderia ser um bom complemento. Ele foi maravilhoso! O espetáculo de Fado com jantar foi o ponto alto da nossa viagem! A comida era autêntica e realmente fabulosa. Uma maneira perfeita de passar uma noite magnifica em Lisboa. O Cruzeiro ao pôr-do-sol foi uma maneira agradável de ver a cidade de outra perspectiva, o tempo estava magnífico, o que fez com que fosse uma noite especial. O Hotel Bairro Alto é maravilhoso (um pouco caro), mas adorámos a localização e o staff foi excelente. Os nossos planos para visitar Portugal começaram com a ideia de fazer timeshare na Madeira, e acabámos por juntar Lisboa ao itinerário. Tínhamos estado em Portugal há 30 anos atrás, mas nunca em Lisboa, e prometemos a nós próprios que haveríamos de voltar! Esperamos voltar a Portugal num futuro não assim tão distante. Queremos explorar o Porto e a região Norte da próxima vez. Mais uma vez, obrigado pela atenção demonstrada.

Querida Paula, obrigado por ter feito todos os possíveis para que a nossa viagem a Lisboa corresse da melhor forma. Divertimo-nos muito! Cada actividade foi escolhida a dedo e deu-nos uma óptima perspectiva de Lisboa e da cultura Portuguesa.Ter o Nuno como nosso guia foi um acréscimo para que pudéssemos perceber a cultura e a história, assim como para termos uma perspectiva global da cidade. O Nuno foi cativante e estava muito bem informado, a acrescentar ao facto das visitas que fizemos estarem muito bem preparadas. Em retrospectiva, gostaríamos de ter passado mais tempo nos Jardins da Regaleira mas não lhe comunicámos este desejo. Pensamos que poderia ser um bom complemento. Ele foi maravilhoso! O espetáculo de Fado com jantar foi o ponto alto da nossa viagem! A comida era autêntica e realmente fabulosa. Uma maneira perfeita de passar uma noite magnifica em Lisboa. O Cruzeiro ao pôr-do-sol foi uma maneira agradável de ver a cidade de outra perspectiva, o tempo estava magnífico, o que fez com que fosse uma noite especial. O Hotel Bairro Alto é maravilhoso (um pouco caro), mas adorámos a localização e o staff foi excelente. Os nossos planos para visitar Portugal começaram com a ideia de fazer timeshare na Madeira, e acabámos por juntar Lisboa ao itinerário. Tínhamos estado em Portugal há 30 anos atrás, mas nunca em Lisboa, e prometemos a nós próprios que haveríamos de voltar! Esperamos voltar a Portugal num futuro não assim tão distante. Queremos explorar o Porto e a região Norte da próxima vez. Mais uma vez, obrigado pela atenção demonstrada.

Portugal… Um diamante em bruto! Pelo menos é esta a minha última recordação que tenho das aulas de história e geografia do 8ºano. Rapidamente constatámos que este belo país foi transformado numa jóia lapidada que se assemelha ao diamante Hope. Uma mudança de planos de última hora levou-nos a ter algum tempo livre depois de um cruzeiro por Barcelona. Contactámos a Paula da TravelTailors que imediatamente organizou um tour privado que nos agradou bastante, indo ainda ao encontro do nosso orçamento. As aptidões de personalização de viagens da Paula foram apresentadas através de um itinerário bastante interessante, cobrindo todos os destaques de cada local de interesse. Os guias profissionais, Marco Noivo e Susana Brás, ajudaram nesta tarefa com o seu conhecimento histórico especializado. Posso afirmar que nunca tive uma palestra de história tão emocionante e interessante na vida… Lembrava-me de Vasco da Gama, mas desta vez eu toquei no seu túmulo! A estada e as refeições também ultrapassaram as minhas expectativas. Os restaurantes locais eram bastante acolhedores e providenciavam o ambiente ideal para uma refeição relaxante e uma conversa agradável. O leitão assado fez com que cada momento desta refeição fosse uma experiência memorável! Paula, você e a sua equipa especializada devem ser elogiados! A sua equipa fez com que a nossa viagem a Portugal fosse um evento interessante e memorável. Certamente voltaremos no futuro! Recomendei a alguns amigos que a contactassem, e assim o continuarei a fazer futuramente…Sinta-se à vontade para partilhar o sucesso que foram as nossa férias com quem quiser, e que os seus planos de viagem a tragam a Vancouver Colorado, USA. Se isso acontecer, por favor planeie passar algum tempo connosco, e quem sabe ajudar-nos a planear a nossa próxima viagem a Portugal!

Portugal… Um diamante em bruto! Pelo menos é esta a minha última recordação que tenho das aulas de história e geografia do 8ºano. Rapidamente constatámos que este belo país foi transformado numa jóia lapidada que se assemelha ao diamante Hope. Uma mudança de planos de última hora levou-nos a ter algum tempo livre depois de um cruzeiro por Barcelona. Contactámos a Paula da TravelTailors que imediatamente organizou um tour privado que nos agradou bastante, indo ainda ao encontro do nosso orçamento. As aptidões de personalização de viagens da Paula foram apresentadas através de um itinerário bastante interessante, cobrindo todos os destaques de cada local de interesse. Os guias profissionais, Marco Noivo e Susana Brás, ajudaram nesta tarefa com o seu conhecimento histórico especializado. Posso afirmar que nunca tive uma palestra de história tão emocionante e interessante na vida… Lembrava-me de Vasco da Gama, mas desta vez eu toquei no seu túmulo! A estada e as refeições também ultrapassaram as minhas expectativas. Os restaurantes locais eram bastante acolhedores e providenciavam o ambiente ideal para uma refeição relaxante e uma conversa agradável. O leitão assado fez com que cada momento desta refeição fosse uma experiência memorável! Paula, você e a sua equipa especializada devem ser elogiados! A sua equipa fez com que a nossa viagem a Portugal fosse um evento interessante e memorável. Certamente voltaremos no futuro! Recomendei a alguns amigos que a contactassem, e assim o continuarei a fazer futuramente…Sinta-se à vontade para partilhar o sucesso que foram as nossa férias com quem quiser, e que os seus planos de viagem a tragam a Vancouver Colorado, USA. Se isso acontecer, por favor planeie passar algum tempo connosco, e quem sabe ajudar-nos a planear a nossa próxima viagem a Portugal!

Gostámos particularmente de Montréal, a começar pelas pessoas e a terminar na óptima atmosfera das ruas e dos bairros mais característicos. Ainda tivemos oportunidade de assistir a alguns espectáculos no âmbito dos festivais e foi muito agradável. E a comida?! Bem… O pequeno-almoço no hotel da Sherbrooke (a propósito, adorámos a localização de todos mas sobretudo o enquadramento do Sofitel) e o jantar no GardeManger encabeçaram as nossas refeições, bem como a Cora e a Tuttifrutti, duas cadeias que servem em quase todas as cidades pequenos almoços e almoços super-apetitosos. Toronto é uma cidade de que se aprende a gostar! Tem grande ambiente à noite também e come-se bastante bem até horas tardias. Ottawa e sobretudo o Québec, no que respeita à simpatia das gentes locais, estiveram longe de nos impressionar, ao contrário, sublinho, do que constatámos em Montréal e Toronto.

Gostámos particularmente de Montréal, a começar pelas pessoas e a terminar na óptima atmosfera das ruas e dos bairros mais característicos. Ainda tivemos oportunidade de assistir a alguns espectáculos no âmbito dos festivais e foi muito agradável. E a comida?! Bem… O pequeno-almoço no hotel da Sherbrooke (a propósito, adorámos a localização de todos mas sobretudo o enquadramento do Sofitel) e o jantar no GardeManger encabeçaram as nossas refeições, bem como a Cora e a Tuttifrutti, duas cadeias que servem em quase todas as cidades pequenos almoços e almoços super-apetitosos. Toronto é uma cidade de que se aprende a gostar! Tem grande ambiente à noite também e come-se bastante bem até horas tardias. Ottawa e sobretudo o Québec, no que respeita à simpatia das gentes locais, estiveram longe de nos impressionar, ao contrário, sublinho, do que constatámos em Montréal e Toronto.

No geral gostámos muito da viagem ou não fosse a nossa lua de mel! No que diz respeito à vossa organização ficámos muito satisfeitos. Tudo correu bem e como previsto e o pequeno guia que nos fizeram foi muito útil. Hotéis: Gostámos de todos!! O Sawasdee em Pukhet adorámos! Tem um ambiente super romântico para lua de mel e Tailandês :) e o quarto standard chega perfeitamente. O Zeavola é outro conceito e também adorámos! Adorámos a vossa sugestão e recomendamos vivamente ir beber um copo ao Skybar em Bangkok. Massagens tailandesas - adorámos! Fizémos em Bangkok num sitio que a guia local nos aconselhou e depois num Hotel nas Phi Phi. Em Pukhet fizémos apenas uma actividade de meio dia - fomos andar de elefante e valeu mesmo a pena. O operador local foi sempre pontual. Ficámos muito satisfeitos, esperamos viajar mais vezes convosco. Obrigada!

No geral gostámos muito da viagem ou não fosse a nossa lua de mel! No que diz respeito à vossa organização ficámos muito satisfeitos. Tudo correu bem e como previsto e o pequeno guia que nos fizeram foi muito útil. Hotéis: Gostámos de todos!! O Sawasdee em Pukhet adorámos! Tem um ambiente super romântico para lua de mel e Tailandês :) e o quarto standard chega perfeitamente. O Zeavola é outro conceito e também adorámos! Adorámos a vossa sugestão e recomendamos vivamente ir beber um copo ao Skybar em Bangkok. Massagens tailandesas - adorámos! Fizémos em Bangkok num sitio que a guia local nos aconselhou e depois num Hotel nas Phi Phi. Em Pukhet fizémos apenas uma actividade de meio dia - fomos andar de elefante e valeu mesmo a pena. O operador local foi sempre pontual. Ficámos muito satisfeitos, esperamos viajar mais vezes convosco. Obrigada!

A semana entre o Rio - Paraty - Iguassu e Buenos Aires, foi fenomenal. Realmente! E isso deveu-se maioritariamente Por causa do grupo onde tive o privilégio de estar inserida. A natureza humana sempre a surpreender-nos! O Rio é magnífico – e começar com o parapente foi só o início: o Cristo Redentor, uma das maravilhas do mundo garantidamente; as favelas, completamente uma aprendizagem; o Pão de Açúcar, lindíssimo; as praias de Copacabana e Ipanema, maravilhosas (tenho de lá voltar no dia de Ano Novo…). Paraty, tão aconchegante, já Iguassu foi um sonho que só agora começa a tornar-se real: um lugar abençoado. Buenos Aires, têm de visitar a estátua da Mafaldinha e a Plaza de Mayo (mas num dia em que seja possível ver as Madres de la Plaza de Mayo…Vão ficar rendidos). E o grupo, ótimo e único! Quanto à TravelTailors, vocês são fenomenais. Estão de parabéns. Continuem!

A semana entre o Rio - Paraty - Iguassu e Buenos Aires, foi fenomenal. Realmente! E isso deveu-se maioritariamente Por causa do grupo onde tive o privilégio de estar inserida. A natureza humana sempre a surpreender-nos! O Rio é magnífico – e começar com o parapente foi só o início: o Cristo Redentor, uma das maravilhas do mundo garantidamente; as favelas, completamente uma aprendizagem; o Pão de Açúcar, lindíssimo; as praias de Copacabana e Ipanema, maravilhosas (tenho de lá voltar no dia de Ano Novo…). Paraty, tão aconchegante, já Iguassu foi um sonho que só agora começa a tornar-se real: um lugar abençoado. Buenos Aires, têm de visitar a estátua da Mafaldinha e a Plaza de Mayo (mas num dia em que seja possível ver as Madres de la Plaza de Mayo…Vão ficar rendidos). E o grupo, ótimo e único! Quanto à TravelTailors, vocês são fenomenais. Estão de parabéns. Continuem!

Os hotéis foram excelentes. Nas Seychelles até podem haver outros tão bons ou melhores, mas o Constance Ephelia é tão bom que se voltássemos às Seychelles achamos que não iríamos querer arriscar e voltaríamos a ficar no mesmo. No Dubai no Radisson Royal ficámos num quarto espectacular no 35º piso e com vista panorâmica sobre a avenida principal de onde também facilmente se via o Burj Kalifa. Nas Seychelles, o tour Full day Praslin e La Digue vale muito a pena fazer, pois dá para conhecer um pouco destas ilhas e ficar com uma perspectiva geral do que são as Seychelles. O operador Masons foi muito atencioso e pontual, prestou todos os esclarecimentos e o guia era muito simpático. No Dubai, o Half day Dubai" é muito rápido mas dá para ficar com uma noção geral de alguns locais. A Visita a Abu Dhabi valeu a pena pela visita à Grande Mesquita (e vale mesmo muito a pena, nem que seja só para ver esta).

Os hotéis foram excelentes. Nas Seychelles até podem haver outros tão bons ou melhores, mas o Constance Ephelia é tão bom que se voltássemos às Seychelles achamos que não iríamos querer arriscar e voltaríamos a ficar no mesmo. No Dubai no Radisson Royal ficámos num quarto espectacular no 35º piso e com vista panorâmica sobre a avenida principal de onde também facilmente se via o Burj Kalifa. Nas Seychelles, o tour Full day Praslin e La Digue vale muito a pena fazer, pois dá para conhecer um pouco destas ilhas e ficar com uma perspectiva geral do que são as Seychelles. O operador Masons foi muito atencioso e pontual, prestou todos os esclarecimentos e o guia era muito simpático. No Dubai, o Half day Dubai" é muito rápido mas dá para ficar com uma noção geral de alguns locais. A Visita a Abu Dhabi valeu a pena pela visita à Grande Mesquita (e vale mesmo muito a pena, nem que seja só para ver esta).

Querida Paula, obrigado por ter feito todos os possíveis para que a nossa viagem a Lisboa corresse da melhor forma. Divertimo-nos muito! Cada actividade foi escolhida a dedo e deu-nos uma óptima perspectiva de Lisboa e da cultura Portuguesa.Ter o Nuno como nosso guia foi um acréscimo para que pudéssemos perceber a cultura e a história, assim como para termos uma perspectiva global da cidade. O Nuno foi cativante e estava muito bem informado, a acrescentar ao facto das visitas que fizemos estarem muito bem preparadas. Em retrospectiva, gostaríamos de ter passado mais tempo nos Jardins da Regaleira mas não lhe comunicámos este desejo. Pensamos que poderia ser um bom complemento. Ele foi maravilhoso! O espetáculo de Fado com jantar foi o ponto alto da nossa viagem! A comida era autêntica e realmente fabulosa. Uma maneira perfeita de passar uma noite magnifica em Lisboa. O Cruzeiro ao pôr-do-sol foi uma maneira agradável de ver a cidade de outra perspectiva, o tempo estava magnífico, o que fez com que fosse uma noite especial. O Hotel Bairro Alto é maravilhoso (um pouco caro), mas adorámos a localização e o staff foi excelente. Os nossos planos para visitar Portugal começaram com a ideia de fazer timeshare na Madeira, e acabámos por juntar Lisboa ao itinerário. Tínhamos estado em Portugal há 30 anos atrás, mas nunca em Lisboa, e prometemos a nós próprios que haveríamos de voltar! Esperamos voltar a Portugal num futuro não assim tão distante. Queremos explorar o Porto e a região Norte da próxima vez. Mais uma vez, obrigado pela atenção demonstrada.

Querida Paula, obrigado por ter feito todos os possíveis para que a nossa viagem a Lisboa corresse da melhor forma. Divertimo-nos muito! Cada actividade foi escolhida a dedo e deu-nos uma óptima perspectiva de Lisboa e da cultura Portuguesa.Ter o Nuno como nosso guia foi um acréscimo para que pudéssemos perceber a cultura e a história, assim como para termos uma perspectiva global da cidade. O Nuno foi cativante e estava muito bem informado, a acrescentar ao facto das visitas que fizemos estarem muito bem preparadas. Em retrospectiva, gostaríamos de ter passado mais tempo nos Jardins da Regaleira mas não lhe comunicámos este desejo. Pensamos que poderia ser um bom complemento. Ele foi maravilhoso! O espetáculo de Fado com jantar foi o ponto alto da nossa viagem! A comida era autêntica e realmente fabulosa. Uma maneira perfeita de passar uma noite magnifica em Lisboa. O Cruzeiro ao pôr-do-sol foi uma maneira agradável de ver a cidade de outra perspectiva, o tempo estava magnífico, o que fez com que fosse uma noite especial. O Hotel Bairro Alto é maravilhoso (um pouco caro), mas adorámos a localização e o staff foi excelente. Os nossos planos para visitar Portugal começaram com a ideia de fazer timeshare na Madeira, e acabámos por juntar Lisboa ao itinerário. Tínhamos estado em Portugal há 30 anos atrás, mas nunca em Lisboa, e prometemos a nós próprios que haveríamos de voltar! Esperamos voltar a Portugal num futuro não assim tão distante. Queremos explorar o Porto e a região Norte da próxima vez. Mais uma vez, obrigado pela atenção demonstrada.

Para nós, ser-se diferente é ter o gosto pela viagem, pela novidade, pela descoberta, pelo usufruto dos privilégios que a natureza nos coloca à disposição. É voar até ao Chile e à Argentina e dar um salto ao Uruguai; e maravilhar-se com os Lagos Andinos, trilhar espaços das Torres del Paine, subir ao campanário de Bariloche, voar até El Calafate e ver flamingos, descer até Usuhaia e dar um olá aos pinguins, visitar glaciares - como o “ Perito Moreno “, pois claro! - e mais, e mais, e mais... Encantos mil, emoções em catadupa! Ah, e fazê-lo por intermédio da TravelTailors, cujos serviços estiveram ao nível dos sortilégios que nos foi proporcionado fruir no decurso de viagem inesquecível.

Para nós, ser-se diferente é ter o gosto pela viagem, pela novidade, pela descoberta, pelo usufruto dos privilégios que a natureza nos coloca à disposição. É voar até ao Chile e à Argentina e dar um salto ao Uruguai; e maravilhar-se com os Lagos Andinos, trilhar espaços das Torres del Paine, subir ao campanário de Bariloche, voar até El Calafate e ver flamingos, descer até Usuhaia e dar um olá aos pinguins, visitar glaciares - como o “ Perito Moreno “, pois claro! - e mais, e mais, e mais... Encantos mil, emoções em catadupa! Ah, e fazê-lo por intermédio da TravelTailors, cujos serviços estiveram ao nível dos sortilégios que nos foi proporcionado fruir no decurso de viagem inesquecível.

A programação de toda a viagem foi excelente, o que a tornou muito agradável. Foi tudo muito bem preparado e dividido, o que nos fez aproveitar bem a passagem pelos lugares e cidades. A noite do reveillon que passamos no Hard Rock Café foi excelente. A participação dos guias foi fundamental, com destaque especial para o Carlos, que nos acompanhou no Porto, pelo conhecimento histórico e profissionalismo. Como viajamos em família e todos juntos, não tivemos qualquer problema na entrada ou na saida da Europa. A documentação exigida foi somente os passaportes e a entrevista foi rápida e tranquila. A viagem superou a nossa expectativa e somente temos que agradecer o seu empenho e a sua participação no planejamento e em todos os detalhes.

A programação de toda a viagem foi excelente, o que a tornou muito agradável. Foi tudo muito bem preparado e dividido, o que nos fez aproveitar bem a passagem pelos lugares e cidades. A noite do reveillon que passamos no Hard Rock Café foi excelente. A participação dos guias foi fundamental, com destaque especial para o Carlos, que nos acompanhou no Porto, pelo conhecimento histórico e profissionalismo. Como viajamos em família e todos juntos, não tivemos qualquer problema na entrada ou na saida da Europa. A documentação exigida foi somente os passaportes e a entrevista foi rápida e tranquila. A viagem superou a nossa expectativa e somente temos que agradecer o seu empenho e a sua participação no planejamento e em todos os detalhes.

Na Polinésia adorámos fazer snorkelling e ainda vimos algumas baleias bem perto de nós. Muito bom! Hotéis: adorámos. O Qualia e o InterContinental Bora Bora são algo do outro mundo, atendimento excelente :) O atendimento em Taha também era excelente, o Hotel também, mas é uma ilha mais pacata, menos movimentada e mais rústica. Bora Bora já é mais animada, e lindaaaaaaaaaaa. O Qualia é um sonho, muito muito muito bom ! E os Carrinhos de golfe dão um jeitão :) Singapura, espectáculo. O Hotel tem um shopping de sonho por baixo com todas lojas TOP TOP. As instalações são óptimas, o pequeno almoço também. No terraço aquela piscina maravilhosa. Operadores locais: tudo óptimo, tinham sempre o nosso nome escrito, e estavam sempre à nossa espera. Foram sempre muito pontuais.

Na Polinésia adorámos fazer snorkelling e ainda vimos algumas baleias bem perto de nós. Muito bom! Hotéis: adorámos. O Qualia e o InterContinental Bora Bora são algo do outro mundo, atendimento excelente :) O atendimento em Taha também era excelente, o Hotel também, mas é uma ilha mais pacata, menos movimentada e mais rústica. Bora Bora já é mais animada, e lindaaaaaaaaaaa. O Qualia é um sonho, muito muito muito bom ! E os Carrinhos de golfe dão um jeitão :) Singapura, espectáculo. O Hotel tem um shopping de sonho por baixo com todas lojas TOP TOP. As instalações são óptimas, o pequeno almoço também. No terraço aquela piscina maravilhosa. Operadores locais: tudo óptimo, tinham sempre o nosso nome escrito, e estavam sempre à nossa espera. Foram sempre muito pontuais.

A nossa viagem à Turquia correu muito bem e o país revelou-se surpreendente, posso mesmo dizer que superou as nossas expectativas. Demo-nos conta, ainda no avião para Istambul, que iríamos apanhar o Ramadão, e também esse facto foi muito positivo, pois tivemos oportunidade de assistir ao jejum diário, tanto de pessoas que não conhecíamos como de alguns guias que tivemos, grande parte do dia a caminhar connosco, com 40 grau de temperatura, e sem comer nem beber uma gota de água. Nos jardins e ruas de Istambul, o espectáculo de centenas de famílias de muçulmanos no final da tarde, de toalha estendida no chão, à espera do por do sol e da oração que lhes permitia quebrar o jejum, foi qualquer coisa de impressionante. Na Capadócia, muito bom hotel, a viagem de balão valeu imenso a pena, a cerimónia dos derviches dançantes muito curiosa, a paisagem única, adorámos tudo. O Hotel em Sirince, a Nisanyan House, é um pérola em qualquer sítio do mundo e a região é lindíssima. Ephesus e Pammukkale, cada um no seu género, imperdíveis. O guia de Ephesus era excepcional, bem como a guia do primeiro dia da Capadócia.

A nossa viagem à Turquia correu muito bem e o país revelou-se surpreendente, posso mesmo dizer que superou as nossas expectativas. Demo-nos conta, ainda no avião para Istambul, que iríamos apanhar o Ramadão, e também esse facto foi muito positivo, pois tivemos oportunidade de assistir ao jejum diário, tanto de pessoas que não conhecíamos como de alguns guias que tivemos, grande parte do dia a caminhar connosco, com 40 grau de temperatura, e sem comer nem beber uma gota de água. Nos jardins e ruas de Istambul, o espectáculo de centenas de famílias de muçulmanos no final da tarde, de toalha estendida no chão, à espera do por do sol e da oração que lhes permitia quebrar o jejum, foi qualquer coisa de impressionante. Na Capadócia, muito bom hotel, a viagem de balão valeu imenso a pena, a cerimónia dos derviches dançantes muito curiosa, a paisagem única, adorámos tudo. O Hotel em Sirince, a Nisanyan House, é um pérola em qualquer sítio do mundo e a região é lindíssima. Ephesus e Pammukkale, cada um no seu género, imperdíveis. O guia de Ephesus era excepcional, bem como a guia do primeiro dia da Capadócia.

Esta viagem foi uma experiência única! Nada de história milenar e grandes feitos, mas sim natureza em todo o seu esplendor! Austrália com todos os seus contrastes, o quente Uluru, a deslumbrante White Heaven Beach, e ainda os amorosos koalas, pinguins  e cangurus. Seguimos para a Nova Zelândia onde estivemos mesmo dentro de um quadro de múltiplas paisagens, a viagem de comboio através dos Alpes, a subida do Fox glacier, o Milford Sound, o Monte Cook e o seu glaciar, os lagos, as montanhas, os prados, os animais, enfim, uma beleza natural impossível de esquecer. Pedimos à TravelTailors uma viagem inesquecível e ela conseguiu-o. A documentação fornecida era muito boa, a que levámos de cá preparada pela TravelTailors com todo o detalhe e dicas importantes era lida 2 a 3 vezes por dia, uma autêntica Bíblia! A documentação que recebemos quando chegámos aos países era muito completa, todos os vouchers, o plano da visita com pormenor, e a informação turística necessária, principalmente na Nova Zelândia onde estivemos por nossa conta.

Esta viagem foi uma experiência única! Nada de história milenar e grandes feitos, mas sim natureza em todo o seu esplendor! Austrália com todos os seus contrastes, o quente Uluru, a deslumbrante White Heaven Beach, e ainda os amorosos koalas, pinguins  e cangurus. Seguimos para a Nova Zelândia onde estivemos mesmo dentro de um quadro de múltiplas paisagens, a viagem de comboio através dos Alpes, a subida do Fox glacier, o Milford Sound, o Monte Cook e o seu glaciar, os lagos, as montanhas, os prados, os animais, enfim, uma beleza natural impossível de esquecer. Pedimos à TravelTailors uma viagem inesquecível e ela conseguiu-o. A documentação fornecida era muito boa, a que levámos de cá preparada pela TravelTailors com todo o detalhe e dicas importantes era lida 2 a 3 vezes por dia, uma autêntica Bíblia! A documentação que recebemos quando chegámos aos países era muito completa, todos os vouchers, o plano da visita com pormenor, e a informação turística necessária, principalmente na Nova Zelândia onde estivemos por nossa conta.

Em primeiro lugar, queremos agradecer toda a vossa atenção, serviço e apoio prestados, sempre de um modo eficiente e com preocupação, mesmo durante toda a viagem. Adorámos! A Turquia é fantástica (o que tivemos oportunidade de conhecer, claro!) e o povo também! Ficámos fãs de toda a comida turca que é maravilhosa (os temperos são excelentes, os legumes incrivelmente bem cozinhados, as baklavas que comemos todos os dias, várias vezes até, o Gozleme divinal, ...) , e das pessoas, que são super esforçadas, trabalhadoras e extremamente amigáveis/amistosas. A Capadoccia é simplesmente maravilhosa e surpreendente, uma jóia no coração da Turquia, bela, selvagem e preciosa. Talvez o ponto alto da viagem! Adorámos e marcou pela sua peculiaridade e diferença. Antalya é uma estância balnear, completamente virada para o turismo, mas com um centro histórico cuidado e magnífico, ruelas cheias de bazares e lojas e um porto pequeno mas castiço (foi pena estar em obras); o resort é fantástico e nada fica atrás, por exemplo, dos resorts no México ou Punta Cana. Voo de balão - Adorámos a experiência. Foi deveras emocionante!! Foi giro e quase não tivemos medo... Não iremos esquecer, certamente! :)

Em primeiro lugar, queremos agradecer toda a vossa atenção, serviço e apoio prestados, sempre de um modo eficiente e com preocupação, mesmo durante toda a viagem. Adorámos! A Turquia é fantástica (o que tivemos oportunidade de conhecer, claro!) e o povo também! Ficámos fãs de toda a comida turca que é maravilhosa (os temperos são excelentes, os legumes incrivelmente bem cozinhados, as baklavas que comemos todos os dias, várias vezes até, o Gozleme divinal, ...) , e das pessoas, que são super esforçadas, trabalhadoras e extremamente amigáveis/amistosas. A Capadoccia é simplesmente maravilhosa e surpreendente, uma jóia no coração da Turquia, bela, selvagem e preciosa. Talvez o ponto alto da viagem! Adorámos e marcou pela sua peculiaridade e diferença. Antalya é uma estância balnear, completamente virada para o turismo, mas com um centro histórico cuidado e magnífico, ruelas cheias de bazares e lojas e um porto pequeno mas castiço (foi pena estar em obras); o resort é fantástico e nada fica atrás, por exemplo, dos resorts no México ou Punta Cana. Voo de balão - Adorámos a experiência. Foi deveras emocionante!! Foi giro e quase não tivemos medo... Não iremos esquecer, certamente! :)

O trek foi maravilhoso. A informação que recebi antes foi apropriada. Quem me dera ter seguido o conselho de ficar em melhor forma, mas tinha muito trabalho para terminar antes das minhas férias! No entanto, não foi mau. Os guias foram profissionais e amigáveis. A comida era óptima! O grupo tinha 6 pessoas no total (comigo incluída), o que é um bom tamanho. Eu era a mais lenta, mas mesmo assim era um grupo bastante homogéneo (significando que acabei apenas meia hora depois dos que chegaram primeiro, o que numa caminhada de um dia não é mau). Ainda bem que os carregadores levavam as minhas coisas!. Felizmente tínhamos uma temperatura amena para podermos andar. Tudo foi bem organizado com o hotel: a empresa do Caminho Inca organizou um encontro para um briefing e devolveram-me as minhas coisas a tempo e horas.

O trek foi maravilhoso. A informação que recebi antes foi apropriada. Quem me dera ter seguido o conselho de ficar em melhor forma, mas tinha muito trabalho para terminar antes das minhas férias! No entanto, não foi mau. Os guias foram profissionais e amigáveis. A comida era óptima! O grupo tinha 6 pessoas no total (comigo incluída), o que é um bom tamanho. Eu era a mais lenta, mas mesmo assim era um grupo bastante homogéneo (significando que acabei apenas meia hora depois dos que chegaram primeiro, o que numa caminhada de um dia não é mau). Ainda bem que os carregadores levavam as minhas coisas!. Felizmente tínhamos uma temperatura amena para podermos andar. Tudo foi bem organizado com o hotel: a empresa do Caminho Inca organizou um encontro para um briefing e devolveram-me as minhas coisas a tempo e horas.

Adorámos, adorámos, adorámos!!! Tudo é lindo, a cultura é muito diferente da nossa, o que nos agradou bastante! O povo é muito acolhedor, muito simpático, a comida, mais uma vez a comida é maravilhosa! Comprámos imensas especiarias e chás para tentarmos reproduzir cá os sabores de lá :) Numa só palavra: Brutal!!! Ficou sem dúvida a vontade de lá voltar, para vermos o que ficou por ver e para recordar cada recanto, cada pedacinho daquele país lindo! Em Lankawi rendemo-nos à *perguiça* nos primeiros dias, descansámos bastante e nos dias seguintes explorámos ao máximo a ilha! Tal como no Cambodja adorámos a gastronomia!! Numa só palavra: Zen!!! Todo o ambiente de Langkawi deixou-nos bastante Zen, com uma enorme paz de espírito!

Adorámos, adorámos, adorámos!!! Tudo é lindo, a cultura é muito diferente da nossa, o que nos agradou bastante! O povo é muito acolhedor, muito simpático, a comida, mais uma vez a comida é maravilhosa! Comprámos imensas especiarias e chás para tentarmos reproduzir cá os sabores de lá :) Numa só palavra: Brutal!!! Ficou sem dúvida a vontade de lá voltar, para vermos o que ficou por ver e para recordar cada recanto, cada pedacinho daquele país lindo! Em Lankawi rendemo-nos à *perguiça* nos primeiros dias, descansámos bastante e nos dias seguintes explorámos ao máximo a ilha! Tal como no Cambodja adorámos a gastronomia!! Numa só palavra: Zen!!! Todo o ambiente de Langkawi deixou-nos bastante Zen, com uma enorme paz de espírito!

A viagem foi espectacular, correu tudo bem e divertimo-nos imenso... de 0 a 10, diria um 8/9! Alguns hotéis tinham um ambiente muito cool, Jacuzzi e Piscina situados com vista para o mar, sala de ioga com excelentes condições. Atendimento espectacular, todas as pessoas muito atenciosas, checkando regularmente como estávamos e quais os planos que tínhamos para organizar viagens (eg: Fomos de barco a Lopes Mendes, fomos mergulhar no Bananal...!). A visita guiada nas Cataratas foi muito boa, o guia (Adriano) deu muitas indicações, sempre pronto a explicar e a adicionar detalhes. A acompanhar a visita seguiu um cameraman que filmou a visita e o mesmo aconteceu no «Grand Tour aventura» que aconselhamos vivamente, pois é uma experiência fantástica. Sobre a documentação de viagem, excelente. Tudo muito bem documentado, com óptimos conselhos... ah, agradecemos o Champagne e a aula de Ioga... foi uma surpresa bastante simpática! :)

A viagem foi espectacular, correu tudo bem e divertimo-nos imenso... de 0 a 10, diria um 8/9! Alguns hotéis tinham um ambiente muito cool, Jacuzzi e Piscina situados com vista para o mar, sala de ioga com excelentes condições. Atendimento espectacular, todas as pessoas muito atenciosas, checkando regularmente como estávamos e quais os planos que tínhamos para organizar viagens (eg: Fomos de barco a Lopes Mendes, fomos mergulhar no Bananal...!). A visita guiada nas Cataratas foi muito boa, o guia (Adriano) deu muitas indicações, sempre pronto a explicar e a adicionar detalhes. A acompanhar a visita seguiu um cameraman que filmou a visita e o mesmo aconteceu no «Grand Tour aventura» que aconselhamos vivamente, pois é uma experiência fantástica. Sobre a documentação de viagem, excelente. Tudo muito bem documentado, com óptimos conselhos... ah, agradecemos o Champagne e a aula de Ioga... foi uma surpresa bastante simpática! :)

A nossa apreciação global é muito boa! Fomos sempre muito bem acompanhados em cada um dos destinos, pois havia sempre um representante local em cada um dos destinos para nos esclarecer sobre cada um dos passos. Os condutores revelaram sempre bastante experiência em conduzir naquele país com tantas adversidades. Os guias eram, na sua grande maioria, excelentes. Falavam inglês e castelhano. A maioria preferiu falar em Castelhano para praticar e resultou muito bem. Sempre que tínhamos dúvidas falávamos em Inglês. Todos os guias revelaram grande conhecimento sobre a história dos locais que visitámos e foram sempre cordiais e simpáticos. A documentação de viagem foi fabulosa! Adorámos o livro que vocês nos entregaram, a apresentação e o resumo dos locais a visitar estavam absolutamente fantásticos. Obrigado a todas!

A nossa apreciação global é muito boa! Fomos sempre muito bem acompanhados em cada um dos destinos, pois havia sempre um representante local em cada um dos destinos para nos esclarecer sobre cada um dos passos. Os condutores revelaram sempre bastante experiência em conduzir naquele país com tantas adversidades. Os guias eram, na sua grande maioria, excelentes. Falavam inglês e castelhano. A maioria preferiu falar em Castelhano para praticar e resultou muito bem. Sempre que tínhamos dúvidas falávamos em Inglês. Todos os guias revelaram grande conhecimento sobre a história dos locais que visitámos e foram sempre cordiais e simpáticos. A documentação de viagem foi fabulosa! Adorámos o livro que vocês nos entregaram, a apresentação e o resumo dos locais a visitar estavam absolutamente fantásticos. Obrigado a todas!